É dos livros, que saber ler é saber viver. Ou, que quem lê, sabe mais.
Podemos ainda dizer, que quem não lê, não é boa pessoa e muito menos bom chefe
de família. Não é boa pessoa, porque aceita sem um esgar, a sua condição de
ignorante ou de analfabeto, não se rebelando contra quem o quer nesse estado. E
não é bom chefe de família, porque é um mau exemplo dentro do lar e junto dos
seus. Para se viver, melhor informado, mais esclarecido, e até mais
participativo na sociedade ou na comunidade, não é preciso dispor de muito
dinheiro. Se houver vontade e atenção, metade do certificado de habilitações,
fica tirado, através da leitura de qualidade. Depois é só ir até à lusófona,
que, sai-se de lá doutor. Para se melhorar o “canudo”, basta aceder às
plataformas do jornal "Público", para obter o conhecimento
fundamental e objectivo, que nos torna mais cidadão, e até quem sabe - ministro.
O "Público", não é um diário dos assuntos da faca e alguidar, nem da
matéria que contribui para a alienação do indígena. Nele, se podem encontrar,
conteúdo para degustar, substrato para a vida, e os melhores especialistas em
áreas diversas e importantes, para compreendermos a sociedade e o mundo em que
nos movemos, atarefados na exigência. Desde sociólogos, politólogos, cronistas,
historiadores, gente das artes e do espectáculo, universitários, filósofos, e
etc. superiores, encontramos sobretudo, o maior bem essencial - a liberdade. E
é por essa porta da liberdade, que entram os leitores que escrevem, comentam, e
intervêm na vida pública quotidiana. Ainda mais agora, desde que o
"Público", se traduz mais público e se oferece, à participação de
todos no "feicebuque" bem português. Já ninguém mais pode reclamar de
falta de visibilidade por falta de espaço para intervir, para participar, na
defesa dos valores e direitos do homem em geral, e dos leitores em particular.
É por isso, que o "Público", jornal, cuja leitura antecede qualquer
discurso no parlamento, é um grande e bom jornal, num grafismo elevado, que faz
dele o mais consciencializador dos diários nacionais, e o mais útil, porque
inteligente e solidário. Parabéns.

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