segunda-feira, 27 de abril de 2026

Desilusões de um Leitor...

(“O competitivo precisa do outro; sozinho, não é ninguém") Desilusões de um leitor por vezes, mas só por vezes! - O "Semanário Expresso, às vezes ou sempre conhecido tb. por "espesso", tem critérios que a verdade desconhece mas desconfia. Nele na página; "OPINIÃO" não há "espasso" para as cartas do Leitor sem gravata, ou que assenta bivaque nos mídia diversos e que só eles e sempre quase os mesmos, têm assento reservado ou página certa e em branco para ocupar, e os "leitores" desfavorecidos que não pertencem a tal "elite" são enviados para a zona sem tráfego ou-e-em contra-mão, numa faixa ou folha adiada para-terras-do-nunca. O "expresso" dá prejuízo e não enriquece quem o lê. É um jornal para dar nas vistas, apenas para se exibir e exibir o pagador-comprador ali na Baixa ou na Alta alfacinha e labrega oriunda do Alentejo ou proximidades, como Cais-do-Sodré, Estefânia ou Bairro Alto para prostituta-sem-tusa-e-tesa, ver. Os Leitores que a ele se agarram de olhos bem abertos, já se desiludiram de interferir e opinar sobre os assuntos que andam na berra e são os mais actuais e não os que só interessam aos "pedófilos" de Belém ou que se passeiam pelos "restauradores" e frequentam a "suíssa" e o Cinema de Revista para engatar um ou uma "corista" cheia de fome e a precisar de um pastel de nata espremida. E é assim que o Expresso presta o serviço dito de maior Informação, metendo os Leitores de verdade numa "gaiola feita a cinco dedosl" como se encontra a cada cadeira dessas casas de "espectáculo indecoroso" e já de certa idade ou com idade para terem juízo com o sobretudo enrolado e o jornal a taparem-lhes os maus vícios e disfarçados com chapéu preto pelos joelhos, em que só os "arrumadores de lanterna" conseguem iluminar, qualquer vestígio e identificá-los!

sexta-feira, 17 de abril de 2026

Homenagem de um AMIGO

HOMENAGEM a um AMIGO – O meu Amigo já prevenido, partiu, e nada mais disse. – Eu sabia que a sua idade não lhe dava Futuro – muito menos a saúde que precisava urgente – como é precisa para toda a gente; – mas a idade não perdoa e voa numa hora de silêncio; – a morte andava-o a rondar. Uma merdisse; – ele que foi meu mestre a tratar do limoeiro – e um ou outro ameixoeiro – que ele plantou no meu quintal com pouco proveito. – Andamos de sachola na mão a limpar o terreno – que dividia connosco nas traseiras da sua humilde casa. – Era a sua casa, o seu palacete, ou “pardieiro” – onde descansava enrolado no velho sofá – e ali deitado sem jeito, apoiado por sua filha – enquanto a esta, o tempo, lhe deixava acompanhá-lo – e dele tratava como podia. Paz à sua Alma! – (do grande amigo:- Moura)

quinta-feira, 16 de abril de 2026

As palavras são como cerejas eróticas

- Pode-se dizer que as palavras são como algumas mulheres que quando desatam a palrar é um ver-se-te avias, e ninguém lhes escapa, seja branco ou preto, loiro ou moreno. E então se tiverem ponta por onde se lhes pegue, aí é que são elas. Os podres chegam de todas as partes de onde elas se coçam ou têm formigão. Isto que aqui se toma como generalidade não se deve levar a sério ou ser justo, pois as mulheres também se sabem defender e proteger-se contra as más línguas, e eliminam as de ponta afiada ou coiso pontiagudo e sem caroço. Mas quando um homem se interessa em saber quem é enquanto pessoa, basta perguntar-lhes, e se elas se abrirem, serem sinceras, o que não é fácil, a nossa imagem ou descriçã0,sai mais ou menos a cores ou a sépia e tremida. A gente por seguro, convém olhar para a mão delas e verificar se elas têm no anelar alguma argola ou ou uma coroa de espinhos dourados. Todo o cuidado é pouco, pois as raparigas mais "sabidolas", são capazes de tudo para nos entalar seja na rua ou no altar, se aí chegados de fato e gravata escondidos sob um ramo de flores brancos, numa armação de candura de bradar aos céus. Mas afinal onde entram as cerejas nesta crônica de mal-dizer e que não servem só para as aproveitar para fazer ginja, embora a gente veja-as como belas ginjinhas adocicadas mais à noite que de dia? Será que são os homens que só mandam caroço na hora de as desafiar a fazerem um joguinho de troca de olhares,desde a cabeça aos pés delicados que exibem e libidinosos que nos entontece, capazes ainda de nos meterem na "pildra" se fizerem queixa de que foram alvo de assédio quando a gente só pretende construir uma estória a dois com uns beijos à mistura, e o resto logo se verá se lá se chegar? Este enigma persegue a nossa condição mais angélica e talvez um pouco pecadora, mas sempre dentro da capela da inocência e até patriarcal com muito prazer, capaz de procriar ao som das sucessivas badaladas, ora para cima ora para baixo até cairmos para o lado sem estofo para roer mais uma cereja já sem caroço. Que raio de história eu fui arranjar e dela não saber sair sem assinalar com um ponto final Já pareço o casal Trump sem o Epstein à mistura! (14/04)

terça-feira, 7 de abril de 2026

Qual a razão?

- Alguma razão haverá para que quase todos os alentejanos ou os que ficam abaixo do Centro do país, que já vivem há largos anos em melhores condições, pelo menos desde a abrilada de "revolucionária" que se vem transformando de má memória, ocupam bons lugares e bons empregos, quer em Serviços estatais, quer nos diversos Canais de TV. Encontro uma das razões, é que eles, os saloios que descansam à sombra da azinheira, de facto são mais letrados que a população do Norte analfabeta e pouco expedita, longe do Poder Central. A gente abre um canal e assim que aparece um pivot a ler o "ponto" e descoberta a sua origem, surge-nos pela fala e pelos apoios, um elemento com origem no sul, abaixo de pelo menos Coimbra ou por aí. Os do Norte, apercebem-se mas nem pensam nisso e passam-lhes ao lado, que eles arranjam-se uns aos outros pelas qualidades ou pelos defeitos genéticos com que nascem. São solidários na verdade. Aqui diremos - "diz-me com quem andas dir te-ei quem és". Então entre os que por lá mandam logo lhes arranjam um tachinho, por ele se identificar com o tal defeito original, e por ser "tradição" pensar-se que os abaixo do Mondego passaram muito mal no tempo da "velho senhor de Sta. Comba" e deixaram de poder dormir à sombra do tal azinheiro. Ora como os habitantes do Norte são pouco audazes e ambiciosos não elegem um Presidente seja lá do que for, ficam e andam sem um personagem relevante que tenha grande influência para mudar esta situação, e por ser assim andam sempre atrás da côdea, de maus empregos e sem patronos capazes instalados em cargos que permitam abrir-lhes as portas de empregos satisfatórios e melhor pagos. Principalmente as mulheres, então essas sim. Para elas, abrem-se todos, raras são as excepções. É que elas têm "dois lados de um triângulo que fazem reclame a um vértice". Os mandões vêm nelas qualidades e características que as nortenhas não exibem e até tapam, como árabes ou muçulmanas, sendo que são mais celtas que as do Alentejo. Tudo vai no sentido inverso, mas é a vida, e não vislumbramos outra razão. Foi dito e se diz que os do norte são mais analfabetos e isso foi uma realidade mas hoje já não é. Os habitantes do Norte do país apresentam-se com habilitações Superiores como não acontecia no passado. Hoje filho de pobre não é necessariamente pobre e só pode ser trolha, ferreiro, carpinteiro, electricista, bombeiro, calceteiro e também "labrego" nos tempo que sobra após chegar do trabalho que o ocupou durante o dia e chegado ao seu casario, onde ainda tinha que arranjar o telhado por onde a água entrava e sem subsídio algum, mesmo se choramingava à porta do Município corrupto, quase sempre, onde se abrigavam os amigos também. Por quê é que isto tem de ser assim, e o povo não se revela nem dá sinais de insatisfação e de revolta. Responda quem souber que eu aceito qualquer explicação, mesmo sabendo já que os filhos que saem das Universidades e lhes são superiores terão que emigrar ou então acomodarem-se por cá a roer a tal côdea. Agora mais endurecida! -(pub.in !IMEDIATO -07.04)