Há gente que para se tornarem notados surgem do nada em bicos dos pés, e
o método posto em prática, é o mais baixo e ao nível do tacão. O que se vai
dizer não é uma adivinha. Trata-se de um "facto", de uma realidade.
Quem é o Zé Eduardo? Um ex-jogador dos Leões que nunca teve expressão dentro e
fora de campo ou um moço de recados, um testa de ferro de desígnios de um
presidente maçarico à procura de protagonismo, e nesse caso já são dois e que
não respeitam o blackout imposto e ao qual deviam ser sujeitos para não borrar
ainda mais as suas aparições? Que motivos movem um "exjogador de bola e
agora empresário de asneiras" que não passou da mediocridade, que o leva a
invectivar grosseiramente contra um homem à procura de se realizar enquanto
técnico de futebol, de forma sábia, sem nunca recorrer à falta de educação e
sem usar os pitões? Não sou "lagarto" tal como não sou
"dragão", mas tal não me impede de apreciar uma e outra equipa e de
apontar o presidente dos portistas como o mais interessante dirigente
desportivo dos últimos tempos, de entre tantos cinzentões de gravata verde ou
vermelha ou com o laço das lamentações esmagado sob os colarinhos do insucesso
época após época. Diz o Zé do chuto nas canelas, que repete sem tirar uma
vírgula e o pontapé na gramática, que o Marco tem uma agenda própria e até tem
um projecto macabro que é derrubar o "seu chefe" da presidência do
Clube verde e branco listado, e não lhe bastando tais "eduardas",
quero dizer, "atoardas", desenha o jovem técnico como o rosto visível
de um polvo, e um diabo com a forma de anjo. Se há motivos para desconfiar de
quem é quem, e qual deles esconde uma agenda pessoal e um projecto suspeito,
esse só pode ser o tal apagado ex atleta alfacinha, e em breve ostracizado e
botado ao desprezo. Ao serviço de quê e de quem de "facto" é a dúvida
com que fico, e só chegado aqui é que coloco a possibilidade de que esta
interrogação possa ser uma adivinha. Sem pés nem cabeça tal como o autor da
criação deste "facto ou desta polémica" com resultados medíocres para
ele e para o seu putativo mandante mesmo se em voz baixa e rouca. Depois do
natal, o presépio dos lagartos mantém a figura dos judas por este 2015 o que dará
uma imagem trapalhona e pesarosa junto dos seus adeptos e visitantes idos a pé
ou montados em camelos.
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