No Dia da Mulher, lá aparecia ele para dar shows. E para consolo delas,
bem ou mal acompanhadas, para além do propósito de exibir os bíceps, exibia o
cano, armado em estátua de CR7, colado à farda de serviço. Tudo indica que o
cano era o verdadeiro e à prova de bala. Mas vá-se lá saber porquê, passado
muito tempo do stripp nocturno feito por entre os pisca-pisca coloridos, o raio
da Glock, em Sede de julgamento, amoleceu e virou molde em plástico. Sempre
desconfiei da robustez e da qualidade de que são feitos os homens que fazem
striptease em privado(!) ou às escondidas e com sombras pelo meio. Um homem sem
farda apropriada, mesmo nú, afirma-se em casa nos colchões, no sofá, no soalho,
no elevador, no banco traseiro do carro, no esplendor da relva, no calor da lua
e à luz do sol, numa relação estável sem precisar de ir ao cacifo da leviandade
e tirar de lá o material que só deve servir para usar em outras guerras, que
não são de certeza as de alcofa. Tais práticas aventureiras, sejam elas
cometidas em casas de pasto ou de dança que fazem abanar o capacete, devem ser
metidas no compasso da ordem e da lei, e punidas por quem a deve aplicar. Portugal
está a precisar é de quem trabalhe, e não de brincalhões deste tipo e de outras
evas e adões.
quarta-feira, 28 de janeiro de 2015
domingo, 25 de janeiro de 2015
A Poesia - sempre!
A Poesia não é de hoje mas de sempre;
E hoje é dia de poema.
Chegou de ontem para amanhã
e traz por dentro muita ambição;
Fazer do Homem uma esperança
que dará ao Mundo a esperada solução;
- extrair-lhe da alma a maldade,
despi-lo da raiva que lhe tolhe o coração
e expô-lo nú e crú diante da Natureza
que o deu, o comprou e corrompeu
apenas com uma amarga maçã,
com que o tentou e misturou negócio com Amor
que o fez escravo preso ao chão;
-ontem, hoje...e até quando o será!
sexta-feira, 23 de janeiro de 2015
O homem do apito
Estas nomeações " do melhor do século ou de sempre" tem muito
que se lhe diga. E por que tem muito não cabe aqui, neste mais reparo que
comentário. O que se nos oferece relevar agora, é denunciar a bajulação que
geralmente anda de mão dada com a subserviência. Vejamos o caso do
enaltecimento do árbitro Pedro Proença(PP), numa gala para um adeus.
Quem lhe pôs o apito na boca deveria ter-lhe dito nesse dia, que um apito não é
uma chupeta. Um apito, tenha ele a cor que tiver, equivale ao malhete de
Thor, ao martelo de Juiz que pronuncia, avisa, põe ordem, e sentencia.
Enquanto uma chupeta tem variadas interpretações ou presta-se a confusões. Pode
ser para entreter, acalmar, mas também tem por fim nela mamar , enquanto o apito é a partir dele. Pedro Proença usou-as de
ambas as maneiras. Umas vezes bem, outras bem mal. Que mérito se pode encontrar
num "juiz" que provocou em vários jogos que arbitrou tantos e tão
graves prejuízos a alguns clubes de futebol, pequenos e grandes, e com um à
vontade de criar um sentimento de raiva? De tal modo que o sentiu na pele e nos
próprios dentes? Que o diga o "Colombo". A arbitragem deste
homenageado numa cerimónia acompanhada pelos bajuladores que dele disseram
cruzes canhoto e o que Maomé não disse do presunto, não pode ser apagada ou
esquecida. Os roubos de catedral que ele cometeu com apitadelas comprometidas e
sob suspeição nos dois jogos fatais em duas épocas que opôs os dois históricos
rivais candidatos ao título nacional da Liga, com benefício escandaloso dos
Dragões, lesaram irremediavelmente o clube da Luz, o glorioso SLB. Esta
constatação e confirmação unânime, agora que as análises se fazem mais
distantes e a frio, entristecem-nos ainda mais por sabermos que na despedida
de gala do árbitro "invulgar" marcou presença o presidente do
Sport Lisboa e Benfica. Um sem vergonha, que gozou os seus adeptos, como lhe
chamaria Pinto da Costa se o encontrasse ali para lados da "Pedreira"
numa qualquer e intempestiva flash-interview. O carácter de PP está bem
expresso no auto- elogio que constitui vitupério, também fica registado para
memória futura - "Deixo uma imagem de competência, profissionalismo e
credibilidade". Outra vergonha e uma verdadeira anedota, dizemos nós!
quinta-feira, 22 de janeiro de 2015
Não sejamos "coelhos"
Num "sketch" de uma peça teatral posta em palco há uns bons
anos, pela companhia do Porto, Seiva Trupe, uma mulher surge de repente em cena
e é interpelada por outro personagem que espantado lhe diz- "ó
mulher!outra vez grávida"? ao que ela responde- "ó homem! que
é que queres. Casa onde não comem dez, não comem onze"! Vem isto a
propósito, por o Ministro de Deus na Terra, Papa Francisco, aconselhar-nos a
não nos reproduzirmos com se fossemos coelhos, para evitar as dificuldades que
trupes alargadas de filhos, causam em todos os sentidos, já que a fome e a
miséria, faltas de apoio diverso no trajecto da vida, leva aos maus tratos,
abandono das crias, etc. quando mais cedo que tarde batem à porta de tal quartel,
e que urge combater, fazendo dessa abstenção um meio de contracepção. Nós
portugueses, podemos testemunhar que o Papa fala verdade, já que estamos
submetidos a um teste de negação de procriação e de reprodução de filhos há
muitas noites e dias, no bosque ou jardim, na praia deserta ao luar, ou no
carro embaciado e na cama fofinha e tempestuosa ao mesmo tempo. Os portugueses
têm a experiência de ter vivido nos últimos tempos uma vida murcha, a definhar
para o desconforto da ausência do grito alegre da criançada motivado pela
precaridade imposta em cada lar. Dito isto, eu só vejo uma razão, que é a causa
de todas as coisas. Vejam bem o que seria se nos comportássemos como os coelhos,
se por experiência sabemos que um só nos basta em S.Bento e ministro na terra
também, que encabeça outra trupe, para fazer-nos a vida num inferno. O Papa
Bergoglio sabe o que diz e o aviso que faz, quando se vê abraçado por tanta
lágrima e sob os olhares de quem vê nele toda a esperança. Ele é um amigo, e só
quer o nosso bem!
terça-feira, 20 de janeiro de 2015
Fugas de "Correio"
Um dos jornais diários que exige-se seja investigado é o "Correio
da Manhã"(C.M). E é fácil concluir o porquê, tantas são as suspeitas que
nos assaltam sobre ele. De que fontes de informação beneficia e se alimenta
este jornal(!) para estar presente em todos os locais e às horas em que as
baratas tontas se passeiam, de binóculos apontados ou de câmaras de filmar
focadas na treva da denúncia, sempre bem antes de tudo acontecer, ou no momento
preciso em que o que dará notícia ou escândalo vai acontecer? Que varinha de
condão, que fada mágica, mensageiro privilegiado ou garganta funda, o avisa e
põe de sentinela, sobressalta, o mobiliza ou destaca para que esse "órgão
noticioso e especulativo" apareça primeiro que o ladrão, o polícia e o
guarda nocturno, ou até o vizinho que mora em frente do caso que ele relata com
relevo e artimanha? Desde o seu aparecimento nas bancas neste formato, logo
conferimos que o CM é um jornal que se move como herdeiro entre o Tal&Qual,
o 24 Horas e o Sexus, e acaba a embrulhar chicharro e castanhas antes de ser
lido, ou depois de lido o pouco que tem para ler. De jornal sério tem pouco e a
atestá-lo está a acusação feita ao JN e ao seu Director na ânsia de esmagar sem
olhar a meios, um concorrente, que é o jornal de maior referência no norte, e
no país entre os mais credíveis, aonde não cabe o CM, que apenas tem como
objectivo o mercantilismo, e não a sua afirmação como um órgão de informação
para memória futura e de esperança na actualidade, ou como escreveu Afonso
Camões nas páginas do seu jornal “o JN é um exercício de memória contra o
esquecimento” advertindo-nos que “um jornal são milhões de palavras e quem as
escreve escreve-se a si também no seu registo histórico” e, (dizemos nós) não
apenas com o sentido do lucro a qualquer preço, como é prática no CM, e sem se
comprometer com a responsabilidade e o respeito que merecem a cultura e os
leitores, o que lhe daria o direito de “habitar o tempo para trás e para a
frente” segundo José Fanha na sua crónica, “meus queridos analfabetos”!
domingo, 18 de janeiro de 2015
"Charlie ou Charlot"?
O jornal Público sabe como nenhum outro fazer capas. E a capa da edição
deste Domingo do mês dedicado ao rei Jano e hoje ao Senhor Divino, é forte. Tão
forte quanto todas as capas ofensivas do "engraçadinho" hebdo...madário
Charlie" do país que canta de galo, mas não tanto quanto Charlot, o
Chaplin o foi. Este sim, era um génio! Todos os cartazes a preto e branco que a
foto revela no jornal, documenta, erguidos no ar uma maior solidariedade do que
as que nos foram exibidas na Praça da República onde se confundiam misturados,
figurantes e figurões de braço dado por conveniência e oportunismo. "Je
suis Muslin" que tinha como subtítulo "et j´aime mon Profhète"
e não "jornal irresponsável", tinha sobretudo a força
acrescida, quase abençoada, das palavras de Francisco, o Papa da Igreja de
Cristo, que de lá do alto de dentro do avião, já bem perto de Deus e de Maomé,
proferiu o ataque àqueles que ofendem a crença, a fé, a religião dos outros,
por dá cá aquela palha ou que encontrando nisso muita graça, alguma piada e
divertimento - agridem. O Papa de Roma condenou o abuso da tal prática
insistente, obsessiva, provocadora, doentia, instigadora à violência como está
provado e prometido provar ainda mais. O Sumo Pontíficie lá do ar, do céu azul
de onde chega alguma esperança, não aprovou os métodos usados, as armas
assassinas ou que "ferem de morte" os Homens e a sua natureza, mas
soube dizer que quem maltratasse a sua mãe, biológica, sujeitava-se a levar um
murro. Eu acompanho-o na intenção e na acção. O meu pai, quando não gostava de
uma "brincadeira" de mau gosto, dizia-me: -" pára com isso se
não levas já. Vai brincar com a pilinha"!
quarta-feira, 14 de janeiro de 2015
"A história da pimenta ou a da liberdade de expressão"
-(“nada é o que parece, sempre há algo por
detrás das aparências”-Maurice Duverger)
“A história da pimenta ou a da liberdade de expressão”
Em Portugal, não há liberdade de expressão.Há a liberdade consentida de
expressão limitada. Excepto os jornais de âmbito regional, os nossos órgãos de
comunicação, especialmente os jornais nacionais de referência só aceitam
publicar os textos que estejam de acordo com o politicamente correcto, que não
mexam com a linha de conforto editorial, e que satisfaçam os seus desígnios. Os
leitores que intervêm ou pretendem "incomodar" com convicção e
objectividade, não encontram espaço nem directores dessas edições, corajosos,
que respeitem o ponto de vista, a diversidade, ou a opinião de um leitor mais
original, independente, marginal mas dentro da decência, que não se limite a
apenas repetir o que está dito e mais do que dito ou escrito por outras penas e
por gente mais especializada, e sem recurso a mexer e remexer na net.
Verifica-se, é que no espaço que é dispensado às "cartas dos
leitores", reproduzem aí só aquelas que parecem sempre as mesmas, sem
quaisquer atractivos, e que saem do punho dos mesmos de sempre e adulteradas.
Um leitor que tente e teime em ser diferente, mais original, com outra
criatividade ou fantasia sobre o verídico, é tomado de ponta e botado ao lixo
colado que nem selo à sua carta. No entanto, em cada Redacção, todos gritam
para proclamarem que lá por dentro só se respira "liberdade de
expressão". É falso, aos olhos do leitor "anónimo" e sem rosto.
Eles, os editores/redactores dos jornais, apenas se manifestam ou se
solidarizam quando a dita "liberdade de expressão" é posta em causa
ou à prova nos vizinhos do lado ou mais distantes, numa de demonstração de
unidade de classe corporativista. Entretanto dentro da sua própria casa, ainda
existem tesouras ou guilhotinas para os "anónimos escritores de
cartas", a quem nem sequer facilitam o direito a palco mas tão só ao
cadafalso e ao fosso. Sumariamente. E temos assim a história da pimenta no cú
dos outros!
terça-feira, 13 de janeiro de 2015
"O urro de Ouro"
Venho à procura de esclarecimento.Como não sei interpretar a língua dos
muares, especialmente quando arrotam, gostava que alguém mais sabidola
traduzisse aquele "peido" soltado na cerimónia brilhante e
multimilionária, por CR7, aquando no final do "discurso" de
agradecimento por ter-lhe sido atribuído o pré anunciado 3º troféu que o
declara "melhor jogador de 2014". Ao que julgo saber, tal troféu não
premeia quem usa melhor o cérebro mas os pés, e deles arranca superior
rendimento que chega e sobra para matar a fome à família toda. Suponho é que, o
"urro ou arroto", não sei se para substituir a vuvuzela tribal, com
que o CR7 brindou a plateia espampanante, e todos os convidados de honra e sem
ela, não terá origem num excesso de ele ver muitos filmes de terror, ou que até
tivesse o propósito de aterrorizar o Platini e o sr. Blatter. A outra hipótese
será que tal atitude de "refinado bom tom", não terá sido aprendida e
assimilada pelo excesso de ver e ouvir o sr. Alberto João, talvez nos comícios
da ilha aonde pertence, ou nos desfiles de carnaval, onde toda a macacada se
diverte. Lá que Ronaldo nos surpreendeu com tal "(z)urro" lá isso
surpreendeu, e até suspeitamos que irá continuar na mesma onda, nos dias
seguintes. Onda curta, mas ainda assim, onda. Para isso ele treina muito!
*-(o Charlie Hebdo não fazia melhor e publicava. Só falta o desenho!)
sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
Queres emprego? toma!
De acordo com as estatísticas oficiais(leia-se do governo) o desemprego
no país vai desaparecendo a um ritmo que fará ser necessário a importação de
mão de obra caucasiana, magrebina, africana, sulamericana, com ou sem religião
mas armada de sentido de servidão. Não sei em que rua ou praça de lazer onde se
joga à bisca e se discutem os fora de jogo, são feitos os inquéritos oficiais
que dão a criação de postos de trabalho e originam a queda do desemprego. Sei
isso sim que logo pelas seis da manhã vejo ranchos de rapazes e raparigas
vindas das redondezas, a dirigirem-se para os Centros de Emprego que em fila
procuram inscrever-se numa solução para sua malfadada e precária situação.
Desconfio que os "Estudos e Estatísticas sobre o Emprego" que o
Governo manda fazer e publicar sejam feitos a partir do casarão ou palacete
deles, onde os seus filhos, mulher, familiares, estejam todos empregados e bem
inseridos, mal acabam de sair da escola ou das universidades. Sempre que as
Entidades que dependem como sucursais do Poder, publicam as mentirosas
estatísticas do Desemprego, e sempre que registam que ele baixou, na minha rua
são cada vez mais os que dependem da caridade e de algum subsídio ou esmola.
Quando dizem que o Desemprego baixou para 13,9%, na minha rua ele mantém-se ou
subiu dos 15,2%. É verdade que na minha rua não mora nenhum ministro ou
secretário de Estado, ou até mesmo nenhum autarca, e por isso não vagueia por
lá nenhum seu familiar à procura de sopa na hora de ponta em que o estômago
berra e até castiga. Os filhos "deles" mal acabam os estudos têm logo
uma porta dourada para entrar no emprego reluzente e bem remunerado mesmo que
as suas habilitações em relação aos nosso filhos deixem muito a desejar e
tenham sido conseguidas por aconselhada militância partidária ou por
"créditos particulares". Sabemos que qualquer político bem instalado
encaixa os "seus" sem demora em postos a prestar serviço "limpo",
mesmo que tenham que ser inventados só para eles, enquanto os filhos dos pobres
que com denodado esforço acabam os seus Cursos, e quando muito arranjam uma
caixa de super mercado em regime de part-time nos fins de semana, ou têm de
emigrar para se sujeitarem à sujidade da solidão, ou viram ninjas jihadistas no
mínimo. Vivemos sob a mentira e a falsidade. Mas se a verdade vier ao de cima
na hora que está determinada, e tendo em conta as projecções que o futuro nos
reserva e os empresários confirmam, os números reais do Desemprego vão pôr a nú
o país real e o drama sério que tem sido varrido para debaixo do tapete, desde
há muito tempo e sem vergonha, pelos actuais eleitos e incompetentes com provas
dadas em todas as áreas.
sexta-feira, 2 de janeiro de 2015
Quem é o Zé?
Há gente que para se tornarem notados surgem do nada em bicos dos pés, e
o método posto em prática, é o mais baixo e ao nível do tacão. O que se vai
dizer não é uma adivinha. Trata-se de um "facto", de uma realidade.
Quem é o Zé Eduardo? Um ex-jogador dos Leões que nunca teve expressão dentro e
fora de campo ou um moço de recados, um testa de ferro de desígnios de um
presidente maçarico à procura de protagonismo, e nesse caso já são dois e que
não respeitam o blackout imposto e ao qual deviam ser sujeitos para não borrar
ainda mais as suas aparições? Que motivos movem um "exjogador de bola e
agora empresário de asneiras" que não passou da mediocridade, que o leva a
invectivar grosseiramente contra um homem à procura de se realizar enquanto
técnico de futebol, de forma sábia, sem nunca recorrer à falta de educação e
sem usar os pitões? Não sou "lagarto" tal como não sou
"dragão", mas tal não me impede de apreciar uma e outra equipa e de
apontar o presidente dos portistas como o mais interessante dirigente
desportivo dos últimos tempos, de entre tantos cinzentões de gravata verde ou
vermelha ou com o laço das lamentações esmagado sob os colarinhos do insucesso
época após época. Diz o Zé do chuto nas canelas, que repete sem tirar uma
vírgula e o pontapé na gramática, que o Marco tem uma agenda própria e até tem
um projecto macabro que é derrubar o "seu chefe" da presidência do
Clube verde e branco listado, e não lhe bastando tais "eduardas",
quero dizer, "atoardas", desenha o jovem técnico como o rosto visível
de um polvo, e um diabo com a forma de anjo. Se há motivos para desconfiar de
quem é quem, e qual deles esconde uma agenda pessoal e um projecto suspeito,
esse só pode ser o tal apagado ex atleta alfacinha, e em breve ostracizado e
botado ao desprezo. Ao serviço de quê e de quem de "facto" é a dúvida
com que fico, e só chegado aqui é que coloco a possibilidade de que esta
interrogação possa ser uma adivinha. Sem pés nem cabeça tal como o autor da
criação deste "facto ou desta polémica" com resultados medíocres para
ele e para o seu putativo mandante mesmo se em voz baixa e rouca. Depois do
natal, o presépio dos lagartos mantém a figura dos judas por este 2015 o que dará
uma imagem trapalhona e pesarosa junto dos seus adeptos e visitantes idos a pé
ou montados em camelos.
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