quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

O Stripper ao fim e ao Cabo

No Dia da Mulher, lá aparecia ele para dar shows. E para consolo delas, bem ou mal acompanhadas, para além do propósito de exibir os bíceps, exibia o cano, armado em estátua de CR7, colado à farda de serviço. Tudo indica que o cano era o verdadeiro e à prova de bala. Mas vá-se lá saber porquê, passado muito tempo do stripp nocturno feito por entre os pisca-pisca coloridos, o raio da Glock, em Sede de julgamento, amoleceu e virou molde em plástico. Sempre desconfiei da robustez e da qualidade de que são feitos os homens que fazem striptease em privado(!) ou às escondidas e com sombras pelo meio. Um homem sem farda apropriada, mesmo nú, afirma-se em casa nos colchões, no sofá, no soalho, no elevador, no banco traseiro do carro, no esplendor da relva, no calor da lua e à luz do sol, numa relação estável sem precisar de ir ao cacifo da leviandade e tirar de lá o material que só deve servir para usar em outras guerras, que não são de certeza as de alcofa. Tais práticas aventureiras, sejam elas cometidas em casas de pasto ou de dança que fazem abanar o capacete, devem ser metidas no compasso da ordem e da lei, e punidas por quem a deve aplicar. Portugal está a precisar é de quem trabalhe, e não de brincalhões deste tipo e de outras evas e adões.

domingo, 25 de janeiro de 2015

A Poesia - sempre!

A Poesia não é de hoje mas de sempre;
E hoje é dia de poema.
Chegou de ontem para amanhã
e traz por dentro muita ambição;
Fazer do Homem uma esperança
que dará ao Mundo a esperada solução;
- extrair-lhe da alma a maldade,
despi-lo da raiva que lhe tolhe o coração
e expô-lo nú e crú diante da Natureza
que o deu, o comprou e corrompeu
apenas com uma amarga maçã,        
com que o tentou e misturou negócio com Amor
que o fez escravo preso ao chão;
-ontem, hoje...e até quando o será!
     


sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

O homem do apito

Estas nomeações " do melhor do século ou de sempre" tem muito que se lhe diga. E por que tem muito não cabe aqui, neste mais reparo que comentário. O que se nos oferece relevar agora, é denunciar a bajulação que geralmente anda de mão dada com a subserviência. Vejamos o caso do enaltecimento do árbitro Pedro Proença(PP), numa gala para um adeus. Quem lhe pôs o apito na boca deveria ter-lhe dito nesse dia, que um apito não é uma chupeta. Um apito, tenha ele a cor que tiver, equivale ao malhete de Thor, ao martelo de Juiz que pronuncia, avisa, põe ordem, e sentencia. Enquanto uma chupeta tem variadas interpretações ou presta-se a confusões. Pode ser para entreter, acalmar, mas também tem por fim nela mamar , enquanto o apito é a partir dele. Pedro Proença usou-as de ambas as maneiras. Umas vezes bem, outras bem mal. Que mérito se pode encontrar num "juiz" que provocou em vários jogos que arbitrou tantos e tão graves prejuízos a alguns clubes de futebol, pequenos e grandes, e com um à vontade de criar um sentimento de raiva? De tal modo que o sentiu na pele e nos próprios dentes? Que o diga o "Colombo". A arbitragem deste homenageado numa cerimónia acompanhada pelos bajuladores que dele disseram cruzes canhoto e o que Maomé não disse do presunto, não pode ser apagada ou esquecida. Os roubos de catedral que ele cometeu com apitadelas comprometidas e sob suspeição nos dois jogos fatais em duas épocas que opôs os dois históricos rivais candidatos ao título nacional da Liga, com benefício escandaloso dos Dragões, lesaram irremediavelmente o clube da Luz, o glorioso SLB. Esta constatação e confirmação unânime, agora que as análises se fazem mais distantes e a frio, entristecem-nos ainda mais por sabermos que na despedida de gala do árbitro "invulgar" marcou presença o presidente do Sport Lisboa e Benfica. Um sem vergonha, que gozou os seus adeptos, como lhe chamaria Pinto da Costa se o encontrasse ali para lados da "Pedreira" numa qualquer e intempestiva flash-interview. O carácter de PP está bem expresso no auto- elogio que constitui vitupério, também fica registado para memória futura - "Deixo uma imagem de competência, profissionalismo e credibilidade". Outra vergonha e uma verdadeira anedota, dizemos nós!


quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Não sejamos "coelhos"

Num "sketch" de uma peça teatral posta em palco há uns bons anos, pela companhia do Porto, Seiva Trupe, uma mulher surge de repente em cena e é interpelada por outro personagem que espantado lhe diz- "ó mulher!outra vez grávida"? ao que ela responde- "ó homem! que é que queres. Casa onde não comem dez, não comem onze"! Vem isto a propósito, por o Ministro de Deus na Terra, Papa Francisco, aconselhar-nos a não nos reproduzirmos com se fossemos coelhos, para evitar as dificuldades que trupes alargadas de filhos, causam em todos os sentidos, já que a fome e a miséria, faltas de apoio diverso no trajecto da vida, leva aos maus tratos, abandono das crias, etc. quando mais cedo que tarde batem à porta de tal quartel, e que urge combater, fazendo dessa abstenção um meio de contracepção. Nós portugueses, podemos testemunhar que o Papa fala verdade, já que estamos submetidos a um teste de negação de procriação e de reprodução de filhos há muitas noites e dias, no bosque ou jardim, na praia deserta ao luar, ou no carro embaciado e na cama fofinha e tempestuosa ao mesmo tempo. Os portugueses têm a experiência de ter vivido nos últimos tempos uma vida murcha, a definhar para o desconforto da ausência do grito alegre da criançada motivado pela precaridade imposta em cada lar. Dito isto, eu só vejo uma razão, que é a causa de todas as coisas. Vejam bem o que seria se nos comportássemos como os coelhos, se por experiência sabemos que um só nos basta em S.Bento e ministro na terra também, que encabeça outra trupe, para fazer-nos a vida num inferno. O Papa Bergoglio sabe o que diz e o aviso que faz, quando se vê abraçado por tanta lágrima e sob os olhares de quem vê nele toda a esperança. Ele é um amigo, e só quer o nosso bem!

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Fugas de "Correio"

Um dos jornais diários que exige-se seja investigado é o "Correio da Manhã"(C.M). E é fácil concluir o porquê, tantas são as suspeitas que nos assaltam sobre ele. De que fontes de informação beneficia e se alimenta este jornal(!) para estar presente em todos os locais e às horas em que as baratas tontas se passeiam, de binóculos apontados ou de câmaras de filmar focadas na treva da denúncia, sempre bem antes de tudo acontecer, ou no momento preciso em que o que dará notícia ou escândalo vai acontecer? Que varinha de condão, que fada mágica, mensageiro privilegiado ou garganta funda, o avisa e põe de sentinela, sobressalta, o mobiliza ou destaca para que esse "órgão noticioso e especulativo" apareça primeiro que o ladrão, o polícia e o guarda nocturno, ou até o vizinho que mora em frente do caso que ele relata com relevo e artimanha? Desde o seu aparecimento nas bancas neste formato, logo conferimos que o CM é um jornal que se move como herdeiro entre o Tal&Qual, o 24 Horas e o Sexus, e acaba a embrulhar chicharro e castanhas antes de ser lido, ou depois de lido o pouco que tem para ler. De jornal sério tem pouco e a atestá-lo está a acusação feita ao JN e ao seu Director na ânsia de esmagar sem olhar a meios, um concorrente, que é o jornal de maior referência no norte, e no país entre os mais credíveis, aonde não cabe o CM, que apenas tem como objectivo o mercantilismo, e não a sua afirmação como um órgão de informação para memória futura e de esperança na actualidade, ou como escreveu Afonso Camões nas páginas do seu jornal “o JN é um exercício de memória contra o esquecimento” advertindo-nos que “um jornal são milhões de palavras e quem as escreve escreve-se a si também no seu registo histórico” e, (dizemos nós) não apenas com o sentido do lucro a qualquer preço, como é prática no CM, e sem se comprometer com a responsabilidade e o respeito que merecem a cultura e os leitores, o que lhe daria o direito de “habitar o tempo para trás e para a frente” segundo José Fanha na sua crónica, “meus queridos analfabetos”!


domingo, 18 de janeiro de 2015

"Charlie ou Charlot"?

O jornal Público sabe como nenhum outro fazer capas. E a capa da edição deste Domingo do mês dedicado ao rei Jano e hoje ao Senhor Divino, é forte. Tão forte quanto todas as capas ofensivas do "engraçadinho" hebdo...madário Charlie" do país que canta de galo, mas não tanto quanto Charlot, o Chaplin o foi. Este sim, era um génio! Todos os cartazes a preto e branco que a foto revela no jornal, documenta, erguidos no ar uma maior solidariedade do que as que nos foram exibidas na Praça da República onde se confundiam misturados, figurantes e figurões de braço dado por conveniência e oportunismo. "Je suis Muslin" que tinha como subtítulo "et j´aime mon Profhète" e não "jornal irresponsável", tinha sobretudo a força acrescida, quase abençoada, das palavras de Francisco, o Papa da Igreja de Cristo, que de lá do alto de dentro do avião, já bem perto de Deus e de Maomé, proferiu o ataque àqueles que ofendem a crença, a fé, a religião dos outros, por dá cá aquela palha ou que encontrando nisso muita graça, alguma piada e divertimento - agridem. O Papa de Roma condenou o abuso da tal prática insistente, obsessiva, provocadora, doentia, instigadora à violência como está provado e prometido provar ainda mais. O Sumo Pontíficie lá do ar, do céu azul de onde chega alguma esperança, não aprovou os métodos usados, as armas assassinas ou que "ferem de morte" os Homens e a sua natureza, mas soube dizer que quem maltratasse a sua mãe, biológica, sujeitava-se a levar um murro. Eu acompanho-o na intenção e na acção. O meu pai, quando não gostava de uma "brincadeira" de mau gosto, dizia-me: -" pára com isso se não levas já. Vai brincar com a pilinha"!

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

"A história da pimenta ou a da liberdade de expressão"

-(“nada é o que parece, sempre há algo por detrás das aparências”-Maurice Duverger)
“A história da pimenta ou a da liberdade de expressão”

Em Portugal, não há liberdade de expressão.Há a liberdade consentida de expressão limitada. Excepto os jornais de âmbito regional, os nossos órgãos de comunicação, especialmente os jornais nacionais de referência só aceitam publicar os textos que estejam de acordo com o politicamente correcto, que não mexam com a linha de conforto editorial, e que satisfaçam os seus desígnios. Os leitores que intervêm ou pretendem "incomodar" com convicção e objectividade, não encontram espaço nem directores dessas edições, corajosos, que respeitem o ponto de vista, a diversidade, ou a opinião de um leitor mais original, independente, marginal mas dentro da decência, que não se limite a apenas repetir o que está dito e mais do que dito ou escrito por outras penas e por gente mais especializada, e sem recurso a mexer e remexer na net. Verifica-se, é que no espaço que é dispensado às "cartas dos leitores", reproduzem aí só aquelas que parecem sempre as mesmas, sem quaisquer atractivos, e que saem do punho dos mesmos de sempre e adulteradas. Um leitor que tente e teime em ser diferente, mais original, com outra criatividade ou fantasia sobre o verídico, é tomado de ponta e botado ao lixo colado que nem selo à sua carta. No entanto, em cada Redacção, todos gritam para proclamarem que lá por dentro só se respira "liberdade de expressão". É falso, aos olhos do leitor "anónimo" e sem rosto. Eles, os editores/redactores dos jornais, apenas se manifestam ou se solidarizam quando a dita "liberdade de expressão" é posta em causa ou à prova nos vizinhos do lado ou mais distantes, numa de demonstração de unidade de classe corporativista. Entretanto dentro da sua própria casa, ainda existem tesouras ou guilhotinas para os "anónimos escritores de cartas", a quem nem sequer facilitam o direito a palco mas tão só ao cadafalso e ao fosso. Sumariamente. E temos assim a história da pimenta no cú dos outros!

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

"O urro de Ouro"

Venho à procura de esclarecimento.Como não sei interpretar a língua dos muares, especialmente quando arrotam, gostava que alguém mais sabidola traduzisse aquele "peido" soltado na cerimónia brilhante e multimilionária, por CR7, aquando no final do "discurso" de agradecimento por ter-lhe sido atribuído o pré anunciado 3º troféu que o declara "melhor jogador de 2014". Ao que julgo saber, tal troféu não premeia quem usa melhor o cérebro mas os pés, e deles arranca superior rendimento que chega e sobra para matar a fome à família toda. Suponho é que, o "urro ou arroto", não sei se para substituir a vuvuzela tribal, com que o CR7 brindou a plateia espampanante, e todos os convidados de honra e sem ela, não terá origem num excesso de ele ver muitos filmes de terror, ou que até tivesse o propósito de aterrorizar o Platini e o sr. Blatter. A outra hipótese será que tal atitude de "refinado bom tom", não terá sido aprendida e assimilada pelo excesso de ver e ouvir o sr. Alberto João, talvez nos comícios da ilha aonde pertence, ou nos desfiles de carnaval, onde toda a macacada se diverte. Lá que Ronaldo nos surpreendeu com tal "(z)urro" lá isso surpreendeu, e até suspeitamos que irá continuar na mesma onda, nos dias seguintes. Onda curta, mas ainda assim, onda. Para isso ele treina muito!

*-(o Charlie Hebdo não fazia melhor e publicava. Só falta o desenho!)                                     

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Queres emprego? toma!

De acordo com as estatísticas oficiais(leia-se do governo) o desemprego no país vai desaparecendo a um ritmo que fará ser necessário a importação de mão de obra caucasiana, magrebina, africana, sulamericana, com ou sem religião mas armada de sentido de servidão. Não sei em que rua ou praça de lazer onde se joga à bisca e se discutem os fora de jogo, são feitos os inquéritos oficiais que dão a criação de postos de trabalho e originam a queda do desemprego. Sei isso sim que logo pelas seis da manhã vejo ranchos de rapazes e raparigas vindas das redondezas, a dirigirem-se para os Centros de Emprego que em fila procuram inscrever-se numa solução para sua malfadada e precária situação. Desconfio que os "Estudos e Estatísticas sobre o Emprego" que o Governo manda fazer e publicar sejam feitos a partir do casarão ou palacete deles, onde os seus filhos, mulher, familiares, estejam todos empregados e bem inseridos, mal acabam de sair da escola ou das universidades. Sempre que as Entidades que dependem como sucursais do Poder, publicam as mentirosas estatísticas do Desemprego, e sempre que registam que ele baixou, na minha rua são cada vez mais os que dependem da caridade e de algum subsídio ou esmola. Quando dizem que o Desemprego baixou para 13,9%, na minha rua ele mantém-se ou subiu dos 15,2%. É verdade que na minha rua não mora nenhum ministro ou secretário de Estado, ou até mesmo nenhum autarca, e por isso não vagueia por lá nenhum seu familiar à procura de sopa na hora de ponta em que o estômago berra e até castiga. Os filhos "deles" mal acabam os estudos têm logo uma porta dourada para entrar no emprego reluzente e bem remunerado mesmo que as suas habilitações em relação aos nosso filhos deixem muito a desejar e tenham sido conseguidas por aconselhada militância partidária ou por "créditos particulares". Sabemos que qualquer político bem instalado encaixa os "seus" sem demora em postos a prestar serviço "limpo", mesmo que tenham que ser inventados só para eles, enquanto os filhos dos pobres que com denodado esforço acabam os seus Cursos, e quando muito arranjam uma caixa de super mercado em regime de part-time nos fins de semana, ou têm de emigrar para se sujeitarem à sujidade da solidão, ou viram ninjas jihadistas no mínimo. Vivemos sob a mentira e a falsidade. Mas se a verdade vier ao de cima na hora que está determinada, e tendo em conta as projecções que o futuro nos reserva e os empresários confirmam, os números reais do Desemprego vão pôr a nú o país real e o drama sério que tem sido varrido para debaixo do tapete, desde há muito tempo e sem vergonha, pelos actuais eleitos e incompetentes com provas dadas em todas as áreas.
                          


sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Quem é o Zé?

Há gente que para se tornarem notados surgem do nada em bicos dos pés, e o método posto em prática, é o mais baixo e ao nível do tacão. O que se vai dizer não é uma adivinha. Trata-se de um "facto", de uma realidade. Quem é o Zé Eduardo? Um ex-jogador dos Leões que nunca teve expressão dentro e fora de campo ou um moço de recados, um testa de ferro de desígnios de um presidente maçarico à procura de protagonismo, e nesse caso já são dois e que não respeitam o blackout imposto e ao qual deviam ser sujeitos para não borrar ainda mais as suas aparições? Que motivos movem um "exjogador de bola e agora empresário de asneiras" que não passou da mediocridade, que o leva a invectivar grosseiramente contra um homem à procura de se realizar enquanto técnico de futebol, de forma sábia, sem nunca recorrer à falta de educação e sem usar os pitões? Não sou "lagarto" tal como não sou "dragão", mas tal não me impede de apreciar uma e outra equipa e de apontar o presidente dos portistas como o mais interessante dirigente desportivo dos últimos tempos, de entre tantos cinzentões de gravata verde ou vermelha ou com o laço das lamentações esmagado sob os colarinhos do insucesso época após época. Diz o Zé do chuto nas canelas, que repete sem tirar uma vírgula e o pontapé na gramática, que o Marco tem uma agenda própria e até tem um projecto macabro que é derrubar o "seu chefe" da presidência do Clube verde e branco listado, e não lhe bastando tais "eduardas", quero dizer, "atoardas", desenha o jovem técnico como o rosto visível de um polvo, e um diabo com a forma de anjo. Se há motivos para desconfiar de quem é quem, e qual deles esconde uma agenda pessoal e um projecto suspeito, esse só pode ser o tal apagado ex atleta alfacinha, e em breve ostracizado e botado ao desprezo. Ao serviço de quê e de quem de "facto" é a dúvida com que fico, e só chegado aqui é que coloco a possibilidade de que esta interrogação possa ser uma adivinha. Sem pés nem cabeça tal como o autor da criação deste "facto ou desta polémica" com resultados medíocres para ele e para o seu putativo mandante mesmo se em voz baixa e rouca. Depois do natal, o presépio dos lagartos mantém a figura dos judas por este 2015 o que dará uma imagem trapalhona e pesarosa junto dos seus adeptos e visitantes idos a pé ou montados em camelos.