Na Crimelândia, o país dos vistos Gold com vistas para o mar, e paraíso
situado no sul da europa, que a partir de um gabinete luso emite e propaga
boucher´s guide de olhos fechados, composto ainda de serviços de lavandaria de
excelência para "financeiros" de bolsos suspeitos, do tipo, Ravelo,
Mogilevic, Gerena, Messina Denaro, Guzman e outros com olhos em bico, escuros e
amarelos de expressão codificada ou eslava, são entregues tais
"vistos" por mão mendicante e suplicante, à tona e por baixo de água
também suspeita, pelo não menos famoso ministro dos buques, "Paulux
Porthax", e dos estrangeiros sujos por manchas de burlas, para que se
instalem a troco de investimento VIP de pelo menos 500 mil euros, ou por pacote
mais elevado, o que os tornam mais atraentes, apetecíveis, e é do agrado dos
governantes desse paraíso que se espuma na dívida infernal, mas que festejam
com champanhe tais contratos. Acolhedora e simpática como carapinha de negro
para alemão acariciar, a Crimelândia é pouco maior que uma falésia instável
banhada pelo atlântico, que banha ainda as costas e as contas de fortunas que
chegam do mar negro ou vermelho, que a convite lusitano são seduzidas e
protegidas. Coisa alarmante que não tenha sido já denunciada pela eurodeputada
estridente "Hanna Semgulla Gomes", mulher de fitas e de avisos
musculados, polémicos mas atempados. Com processos, projectos, planos e
práticas deste calibre para cativar investimentos que ajudem a uma saída limpa,
adivinha-se ou teme-se agora, que dentro de algum tempo, tal país que mete as
mãos pelos pés e se contorce de cócoras diante da germânia, tenha que devolver
aos legítimos donos todos os investimentos estrangeiros, aplicados para lavagem
sorrateira e descoberta, à semelhança de valores roubados por criminosos
apanhados com a mão na massa e em flagrante, à entrada no país dos penhores por
polícias internacionais que os reclamam.
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