Na disciplina de "Tiro", nos Jogos Olímpicos, embora Portugal
não tenha feito má figura, podia ter feito bem melhor. Vamos por alvos. Se o
apuramento para a selecção olímpica de atiradores, se fizesse entre os polícias
da segurança(!), o país, talvez conseguisse ir ao pódio. Bastava por e para
isso, recrutar os agentes, que quando vão em perseguição de suspeitos de
hipotético crime, disparam para o ar, e que acertam quase sempre no fugitivo, a
medalha, debaixo da mira, não nos escapava. Refresquemos a memória, e
recordemos o Tony de Setúbal, o Corvo, Angol, PTB, Tete, o rapper Mc Snake,
Crespo, o rapaz de 14 anos- Kuku, e as vítimas dos efeitos colaterais. Só
quando tais “atletas fardados”, arrancam da pista da morte e falham, ou que as armas disparam
“acidentalmente”, é que as balas, atingem os pneus dos veículos perseguidos. De
resto, com eles, é mais do que obra - é tiro e queda!

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