sexta-feira, 22 de junho de 2012

A "ERC" do Magno



Sempre me pareceu, que Carlos Magno, o presidente da ERC, era um pantomineiro. Já quando tecia comentários na TSF, quer quando era solicitado a comentar na TV com aquele ar de sabichão, impressionava-me pela banalidade com que abordava os mais variados temas que ele esvaziava com a aridez de Pitonisa falhada. Nunca percebi(problema meu,já sei) a importância que lhe dão ou reconhecem, pois poucos em Portugal têm consciência da "especialidade" do seu trabalho ou sequer da sua existência. E é isto que o deve incomodar seriamente. Este ex-jornalista ou comentador esporádico, foi reabilitado agora pelo partido no Poder, e com a missão bem definida e programada, que se descobre agora, quando se procede às conclusões saídas do inquérito que opôs uma jornalista do jornal Público ao ministro Relvas da comunicação subversiva, do mesmo Partido do Magno. Outra coisa que se descobre, é que além de ser um "bocas" é mentiroso ou emprenha pelos ouvidos, o que sempre suspeitei. Admirador confesso do professor Marcelo, Carlos Magno, de frustração em frustração, nunca lhe chegou aos calcanhares e daí a necessidade que denunciou sempre que se pronunciava de citar o professor especulador, que percorre os canais televisivos desde que lhe paguem, e com o mesmo à vontade. A ideia com que se fica, depois deste episódio-folhetim e político-jornalístico, é que o presidente da ERC muito carlos e pouco magno, não passa de um lambe-botas "que não serve para nada", nem sequer fazem sentido as suas intervenções.

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