domingo, 10 de junho de 2012

Em Lviv e ao vivo

 

Em Lviv, na Ucrânia, a selecção de Portugal não foi capaz de arrancar um resultado tão luxuoso, quanto prometia, a avaliar pelos sinais exteriores de riqueza, exibidos durante o estágio espectacular, a pé e com muitos cavalos.
Muitos comentadores dos “media”, e até leitores não gostam que se critique o que se passou ali em Óbidos, onde se instalou o "circo", e até ao célebre tratamento por "você" ao "comandante da Nação", disparado no palácio de s.bento pelo nosso melhor artilheiro e capitão da esquadra verde rubra. Todos preferem unanimismo patriótico, mesmo que se envergue um equipamento de disfarce e hipocrisia, sem que se possa ter direito a opinião à revelação do exagero nacional. Mas não seria aconselhável, elementar, prudente, que os jogadores lusos só se exibissem com os seu belos "espadas", as suas belas modelos de mulheres, no final do campeonato da europa, e só depois de alcançarem belos feitos nos jogos, e então sim, a hora de desfilar com a vaidade e alguma sobranceria, ganhava mais brilho e menos reprovação, pois tinha suporte, mais apoio, e era bem aceite por todos, e a resposta plena era dada. Deitar foguetes e iluminar o céu com fogo-fátuo ou tolo, nunca deu nem dará bons resultados, mas as faíscas, essas, não faltarão por tais comportamentos fora de tempo.

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