Em Lviv, na Ucrânia, a
selecção de Portugal não foi capaz de arrancar um resultado tão luxuoso, quanto
prometia, a avaliar pelos sinais exteriores de riqueza, exibidos durante o
estágio espectacular, a pé e com muitos cavalos.
Muitos comentadores dos “media”,
e até leitores não gostam que se critique o que se passou ali em Óbidos, onde
se instalou o "circo", e até ao célebre tratamento por
"você" ao "comandante da Nação", disparado no palácio de
s.bento pelo nosso melhor artilheiro e capitão da esquadra verde rubra. Todos
preferem unanimismo patriótico, mesmo que se envergue um equipamento de
disfarce e hipocrisia, sem que se possa ter direito a opinião à revelação do
exagero nacional. Mas não seria aconselhável, elementar, prudente, que os
jogadores lusos só se exibissem com os seu belos "espadas", as suas
belas modelos de mulheres, no final do campeonato da europa, e só depois de
alcançarem belos feitos nos jogos, e então sim, a hora de desfilar com a
vaidade e alguma sobranceria, ganhava mais brilho e menos reprovação, pois
tinha suporte, mais apoio, e era bem aceite por todos, e a resposta plena era
dada. Deitar foguetes e iluminar o céu com fogo-fátuo ou tolo, nunca deu nem
dará bons resultados, mas as faíscas, essas, não faltarão por tais
comportamentos fora de tempo.


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