Há campanhas publicitárias com o propósito de nos vender um produto que
são um desastre absoluto. É o caso da "Vantagem CR100 (sem Rendimento)"
que o BES lançou, contratando dois personagens oriundos de palcos diferentes.
Ambos evidenciaram apenas o lado ridículo e a comicidade implícita, mas bem
paga, certamente. Isto de um Banco de referência usar como imagem de sucesso um
tipo que anda por aí colado ou distribuído por todos os cantos já de tanga ou
em cuecas, não prenunciava nada de bom ou de atraente, embora a intenção fosse
exactamente fazer-nos acreditar que estávamos na presença dos "pés
melhores do mundo". Mesmo que fosse a Dona Inércia desnudada e em pose
teatral, a "vantagem" ou o lucro seria insignificante para qualquer
candidato a cliente ou investidor. A prova de que usar como porta-voz de
vantagens em mudar de Banco, uma dupla bizarra e sem estatuto e nenhum pedigree,
mas popularucha, está à vista e badalada com estrondo, e que deu no que deu. Da
"Vantagem CR sem Rendimento" que o diga a Selecção Nacional de
Futebol, que após prometer uma grande prestação no Mundial Brasil 2014 através
do mesmo porta-voz que serviu agora ao Banco falido, regressou a casa de bolsos
vazios e sem cotação no mercado, mas com o ridículo valorizado, imagem
agravada, e sem mercado para novos spot´s publicitários. Em um e outro
cenário, o projecto propagandeado não podia ter corrido pior. A prestação da D.
Inércia também não é recomendável, pois se se tivesse mantido fiel e firme na
concorrência, não tinha sido arrastada para a taxa zero em que se vê agora
enfiada. A imagem de um em cuecas, já era deplorável, mas imporem-nos logo
dois, valha-nos Deus, pois que o Espírito Santo deixou de acudir e saiu-nos um flop
de bradar aos céus. Uma campanha assim tão desatrosa revelou um "infeliz
encontro entre três personagens" para iludir ou iludibriar o pagode. É
"tanga" a mais e a um juro elevado!
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