Portugal nação valente, com a actual governação é um país subserviente,
e na hora de se pôr de cócoras ou de joelhos a lamber os tacões da Merkel, da
coroa inglesa, ou os botins do Soba, aí está ele em todo o seu esplendor. Já
não bastavam os crimes dos polícias arquivados ou escondidos nas secretarias
dos quartéis à espera de absolvição e arquivamento ou prescrição pelos
tribunais, as fraudes VIP, etc. agora acrescenta-lhe a decisão assente num real
artifício encontrado, para reabrir o processo do desaparecimento da rapariga
Madeleine, a garota turista abandonada à sua sorte no All Garve, enquanto os
pais abancavam e se recriavam num restaurante confortável. Mas se isto não
arrepia o suficiente, vem agora novo e tão real artifício quanto o anterior e
com contornos a que nem o Sepp Blatter, presidente da FIFA resistia a parodiar.
A "Justiça Superior" portuguesa submetida às pressões do governo de
angola através do seu jornal oficial e porta voz do timoneiro e grande irmão
naquela nação africana, demonstra toda a sua veia contorcionista quando a
mandam subir para os pratos da balança de olhos vendados, no contencioso sério
em que se transformou o relacionamento entre os dois países acerca dos casos
mal explicados que envolve gente séria e outra que quer parecer ser. A lição
que se pode tirar para já, enquanto não for explicado à luz da verdade tudo à
opinião pública, é que Portugal nação valente, claudicou na defesa
intransigente dos seus valores e independência como país soberano(!) e mais uma
vez ridicularizou-nos perante a dependência do mais forte, que como é normal,
venceu. A Procuradora Geral da República, que se adivinha também sofreu pressões,
manchando a memória do seu pai, de voz grossa passou a piar mais fino ou nem
piou mais, e mandou arquivar o luso-afro e polémico processo, que já vinha "ma(n)chetado"
e manchado mas que agora é negro e constitui uma nódoa na história da Justiça portuguesa.
Blatter já tem mais um motivo forte para "aFInFAr" no modo de ser e
de estar dos portugueses e divertir-se à grande e à angolana.
Sem comentários:
Enviar um comentário