Uma juíza de Mamarrosa e de má consciência, faz ouvidos de mercador a
uma sentença proferida por um Tribunal de Justiça do Estado português, num dia
simbólico nos idos de um março inconsequente, já lá vai um tempo longo. A juíza
Joaquina, com idade para assumir responsabilidades e ter juízo, filha do
assassino do seu ex-marido e advogado jovem, opõe-se à decisão do Tribunal e
recusa a entrega periódica da menina, filha sua e do pai assassinado pelas
costas a tiro, aos avós paternos de respeitável idade. A juíza que não respeita
nada, nem a decisão judicial e muito menos o direito dos ex-sogros enlutados, é
“cúmplice” numa barbárie e comete teimosamente um conjunto de ilegalidades,
comportando-se como dona e senhora da Justiça que outros juízes deste Estado de
Direito determinaram aplicar, mas que não conseguem fazê-la cumprir, fazendo
antes parecer uma cumplicidade alargada. O que falta para que a prepotente cidadã
Ana Joaquina, filha de um assassino condenado, avô materno mas de traiçoeiro
colo onde escondia uma pistola, seja obrigado a obedecer à determinação do
Tribunal, ou será preciso dizer, que se tal situação se desenrolasse no seio de
outra família com outros genes, com outros avós privados do contacto com a neta
querida, e mais práticos na "solução" destes assuntos graves, a má
juíza de Mamarrosa, já tinha sido submetida à “acção directa” e levado com um
dos pratos da balança (simbólica), que procura não ter dois pesos e duas
medidas ao julgar o conflito, que nos devia envergonhar, e que a ela passaria a
dar fortes dores de cabeça, sentindo dessa forma o “peso” da justiça verdadeira
e eficaz. Esta seria uma justa sentença, que acabaria com o "quero, posso
e mando" revelado por uma juíza e mãe(!) de uma criança orfã e vítima, do
seu avô assassino do seu pai à queima-roupa num dia que se queria fosse de
afecto, de partilha e amor.
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