É preciso, é urgente,
tomar uma séria e responsável medida "cautelar" para evitar o
descalabro nas contas fétidas do BES, e poupar com a intervenção que o seu
estado insalubre pede, os portugueses, a um maior e mais prolongado aperto de
cinto, pois é sobre eles que caem todos os apuros negativos por gestões
danosas. Ricardo Salgado, o presidente do Banco inclinado, que nem a torre de
Pisa, veio-nos "preparar" como quem avisa, que o buraco registado com
a perfomance aplicada na sua actividade financeira, apresentou um prejuízo
colossal de 381 milhões de euros, enquanto que no mesmo período do ano anterior
o grupo bancário teve um lucro de 90,4 milhões em moeda periclitante europeia.
O que o presidente do BES veio-nos dizer é que dentro de algum tempo, os
portugueses de todas as pobrezas, vão pagar e pagar bem para lá do calendário "memorandado",
os descalabros na gestão do Banco que entra ou se parece com o tal buraco de
que fala José Sócrates que está a ser escavado cada vez mais para o fundo, por
estes "Rendeiros e Salgados" mais ainda por este governo que os
consola, defende e apoia. Se o Banco de Portugal não intervier com uma
fiscalização em cima, no prazo adequado e apertado para travar este gestor, e
eliminar acções como no BCP, e não lhes mandar pôr nos pulsos um
"adereço" como aquele que usou o Oliveira e Costa, de modo a corrigir
a sua passada, o povo português e o Tribunal Constitucional é que vão pagar as
favas logo após arcarem com as culpas pelo que acontece no sistema económico e
financeiro e por todo o resto das sobras encontradas, em que se afunda
Portugal.
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