segunda-feira, 3 de junho de 2013

Um milagre adiado

... e o milagre não aconteceu! A nova data santa para celebração do Corpo de Deus, que passou de 5ª feira para domingo, ficou marcada por um conjunto de acontecimentos que no seu todo constituíram um dia aziago para o FCP. Nos Olivais, uns imberbes desportistas, "discutiram" para lá do 90º minuto o título nacional de juniores B, que acabou por sorrir aos juvenis do SLB. As imagens dadas a consumir pela tv´s, e que correm no youtube, mostram-nos que o jogo terminou numa batalha campal, com dois ou três GNR a tentar segurar as rédeas dos "B´s" idiotas de ambas as equipas em fogo, que nas horas vagas se dedicam a jogar(!) futebol. Noutra modalidade, o andebol, que se realizou no Algarve, o FCP voltou a falhar, e mesmo para além do tempo regulamentar em que costuma resolver os jogos a seu favor, não conseguiu oferecer aos seus adeptos a "dobradinha à moda do Porto". Os leões do Sporting repetiram a vitória do ano anterior, e foram para a praia de Tavira festejar. Como não há duas sem três, o FCP voltou a claudicar na sua mais cara prova e rainha para o seu presidente, a seguir ao futebol sénior, onde é tricampeão. Segundo os relatos, nesta final da Liga Europeia em que saíu vencedor o grande rival, o Benfica, no DragãoCaixa que é tão só a casa do inimigo, não houve escaramuça no final para lá da contenda que estalou bem antes do início ameaçado pelos "cordeiros" do costume, e até terminou com abraços entre os atletas. Entre o pasto das razões para este fracasso alargado do FCP, encontra-se a mudança da data dos festejos do Corpus Christi, em que a invencibilidade do mortal Jorge e do seu Dragão, mito de outro reino, que revelam um entrosamento perfeito sobre os seus adversários, que desta vez não permitiu tal continuidade nas arenas em que actuaram. É caso, para que o presidente vitalício do FCP peça a revogação da lei, que impôs aos cristãos os festejos santos fora do seu dia histórico, e provocou a interrupção da procissão de sucessos aos portistas, que num só dia tornava tudo ainda mais azul. "Mas largos dias têm 100 anos"!


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