Pior que o tornado que atingiu dolorosamente Oklahoma, foi o ciclone que
varreu por completo as aspirações contadas e a confiança cantada, no terreno do
Benfica - O Glorioso, e o seu desmesurado staff técnico e o seu farol
directivo. De todas as vezes que foram à fonte das decisões nas competições
desportivas que fazem jorrar sonhos e lágrimas felizes, regressaram sempre
delas com o cântaro quebrado. Os "milhões" de adeptos fiéis e de
simpatizantes teimosos, passaram em três semanas a "milhões" de
sofredores, e de enrubescidos pela luta em tantas frentes, a pálidos
desiludidos e com a crença no SLB de rastos. Jesus, acelerou o calvário que
iniciara nos últimos três jogos, bastante denunciado com o Estoril Praia, bem
exibido no Dragão, disfarçado com o Moreirense, e com o futebol escandaloso
apresentado agora no Jamor de Portugal, onde levou com a estocada final,
desferida pelos "guerreiros afonsinos" de Guimarães. Todos os anseios
legítimos mas envoltos em propaganda excessiva, redundaram numa derrocada
tremenda, num fracasso histórico e difícil de igualar, que ganha contornos
ridículos, anedóticos mesmo. A "nação benfiquista" não foi poupada à
tristeza nem à dor que as tempestades causam e não merece tais desenlaces, e
aprendeu com certeza que não mais exibirá cartazes rogando ao técnico do clube
e pouco "conquistador" de títulos, para que fique. A partir de agora,
quer é vê-lo pelas costas, ou só anunciado no OLX, embora ele e o SLB só valham
X.
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