Já sei que algúem, e não um qualquer, tentará explicar o inexplicável, e
justificar com seriedade de ocasião, o desaire no augusto Axa de Braga. A
teoria está montada. O FCP, jogou com as "reservas", e poupou os
craques para o "match da champions" e assim ganhar a "pole
position" na série. Todavia, ninguém gosta de perder mesmo que seja a
feijões, o que não era o caso, uma vez que estamos a considerar, da 2ª prova do
campeonato de Portugal. Ninguém aprecia esbanjar a possibilidade, de
acrescentar mais um título ao palmarés já conquistados, e à vista no museu dos
troféus, em luzidios vitrais, nem a nível do currículo pessoal. O treinador do
F. Clube do Porto, especialista em dar risadas a seco, para adepto se
embevececer, mas parecendo-se, como aqueles putos travessos, que tossem sem
vontade, só para chamarem atenção, engole agora a imprudência ridícula, por troçar
da tabela salarial, onde o técnico do clube rival exerce igual ofício, mas onde
recebe maquia de nível internacional. Vítor Pereira, não percebe, que um clube
rico, é como um país mais rico. Este pode pagar melhor aos seus trabalhadores
do que pode um país pobre, para além de que o trabalhador em causa tem um
histórico, quer como técnico quer com jogador, mais rico também. Isto de rir sem
vontade, para lá de patético, traduz mau carácter, ressabiamento, mau perder. É
sabido da limitada expressão/comunicação do treinador, como se sabe que é pela
boca que morre o peixe. E isso foi o que aconteceu ao "mister" dos dragões -
bicho, que como é sabido também, cospe fogo pela boca e morde com certeza. Um
desaire destes em vésperas de Natal, prenuncia que o "Jesus", está a
chegar, tem via aberta para deitar a mão ao "caneco desejado", e ser
ele a fazer a festa, e a rir melhor porque ri no fim.
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