Dizem os “leitãoeiros” que se reúnem na Mealhada para um
repasto que já está ameaçado de adiamento, que o projecto do Grande Acordo
entre as “esquerdas partidárias constitui
uma ameaça ao bem-estar dos
portugueses”(!). Para ele, Ricardo Gonçalves, e para os cerca de 400 já
inscritos de acordo com a sua exagerada boca, o BE e o PCP, não lhe dão
garantias de sucesso, e nós achamos que ele tem razão. Com certeza que dificilmente
cretinos como ele regressarão à cadeira
que já ocupou, e isso ele já percebeu. Entre os dinamizadores da festança que
promete entalar o PS e António Costa mais concretamente, destaca-se um dos
comensais e ex-deputado pelo círculo aonde mais se opera no mundo do crime,
Braga, que é um, mais o Beleza, dos que pretende alumiar a conduta do líder do
PS nesta tarefa do difícil Acordo de governo para uma Legislatura que aparenta
necessidade de remoção de muita pedra até chegar firme e seguro ao Parlamento.
O amarantino Assis também carrega o bombo de S. Gonçalo e ribomba o que pode
mas sempre por detrás da cortina do “santo”
que ocupa o lugar cimeiro no partido aonde ele faz questão de ser protagonista
e ausente ao mesmo tempo quando é chamado à disputa da liderança, escondendo os
foguetes que virá a deitar mais tarde num dia mais alegre de que saberá tirar
vantagem. Diz o “aconselhado” Ricardo
Gonçalves após aviso do “Grande Promotor” filho do Tâmega, que “o PCP e o BE não são de confiança. Numa
primeira oportunidade deitam tudo abaixo”.
Estas pitonisas são os primeiros, eles sim, a esconjurar sobre o que ainda está
para se provar que aconteça, e são eles isso sim, os primeiros a deitar abaixo
a estrutura que ainda só vai no desenho optimista e com traços de esperança.
Este género de críticos militantes da rosa pitoresca, são aqueles com que nunca
se pode contar para coisa nenhuma a não ser para os ouvir dizer “agarrem-me senão eu avanço”. E ficam-se
só para o tacho. Acabam sempre a bater palmas, a ensacar o vencimento que o
cargo oferece, e a apanhar foguetes no fim do festim com o arroto na boca com
cheiro a leitão com laranja. Mas sobretudo
mostram para que lado pulsa o seu coração e a sua adaptável e cómoda ideologia.
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