Dois "jihadistas" que se sentam nas últimas cadeiras da
"al-shura" de S.Bento, lá no retiro aonde se afina a esperteza e o
oportunismo e onde se pode ler os jornais e revistas de conteúdo terrorista -
Couto dos Santos e José Lello(com dois LL como legionella), militantes
dos partidos do arco da corrupção, que os julgávamos já abatidos ao
efectivo de tais formações políticas - conjuraram um plano para assaltar os
cofres do Estado ou seja os bolsos dos portugueses. Não satisfeitos com os
rendimentos que auferem provenientes dos muitos anos de parasitismo que
prestaram a bater palmas e a dar vivas "à cristina" enquanto
foram chamados a arrumar papéis num consulado ou enquanto deputados e nas
funções apagadas que lhes coube em tempos, gizaram recuperar uma proposta que
lhes permitia acumular mais uns cobres ao que já levam para casa sem mérito
algum, apelidadas de subvenções vitalícias que Sócrates abolira, sem a menor
vergonha mas com a maior lata. Alertados para as dificuldades, roubos e
sacrifícios que o povo que labuta sofre desde a enxada à padiola, que sangra à
procura de pão e emprego, estes dois jihadistas carregados com um projecto
próprio dos irmãos metralha, amarrado à cintura para fazer explodir o país, não
se coibiram de o apresentar para aprovação sem pejo nem pestanejo e pingo de
pudor como duas pécoras batidas. Prontamente condenados por gente com voz e de
moral elevada, por deputados com o sentido da honra e que se sentam também no
hemiciclo aonde tais personagens estorvam e ocupam lugar, os dois jihadistas lá
retiraram sem convicção tal projecto bombista, que até se pode considerar apenas adiado. Se
estes dois elementos que se servem da democracia para sacar o que podem, por
que razão, se acham que ganham pouco e necessitam de um ou mais complemento de
reforma, não se inscrevem na Remax e se dedicam ao Imobiliário que rende ouro
pelos vistos, que permite fácilmente um encaixe de mais de mil e cem
milhões de euros e alguns berbicachos, ou então não arranjam forma de levar a
leilão um ou mais chapéus de dois bicos saídos da cabeça iluminada de Pauleão
Portaparte que rendem sem criar turbulência, com menor risco e esforço mais
de mil e oitocentos milhões de euros, e assim serviam melhor o país e o povo
que lhes paga o salário?
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