domingo, 23 de novembro de 2014

Al-Shura

Dois "jihadistas" que se sentam nas últimas cadeiras da "al-shura" de S.Bento, lá no retiro aonde se afina a esperteza e o oportunismo e onde se pode ler os jornais e revistas de conteúdo terrorista - Couto dos Santos e José Lello(com dois LL como legionella), militantes dos partidos do arco da corrupção, que os julgávamos já abatidos ao efectivo de tais formações políticas - conjuraram um plano para assaltar os cofres do Estado ou seja os bolsos dos portugueses. Não satisfeitos com os rendimentos que auferem provenientes dos muitos anos de parasitismo que prestaram a bater palmas e a dar vivas "à cristina" enquanto foram chamados a arrumar papéis num consulado ou enquanto deputados e nas funções apagadas que lhes coube em tempos, gizaram recuperar uma proposta que lhes permitia acumular mais uns cobres ao que já levam para casa sem mérito algum, apelidadas de subvenções vitalícias que Sócrates abolira, sem a menor vergonha mas com a maior lata. Alertados para as dificuldades, roubos e sacrifícios que o povo que labuta sofre desde a enxada à padiola, que sangra à procura de pão e emprego, estes dois jihadistas carregados com um projecto próprio dos irmãos metralha, amarrado à cintura para fazer explodir o país, não se coibiram de o apresentar para aprovação sem pejo nem pestanejo e pingo de pudor como duas pécoras batidas. Prontamente condenados por gente com voz e de moral elevada, por deputados com o sentido da honra e que se sentam também no hemiciclo aonde tais personagens estorvam e ocupam lugar, os dois jihadistas lá retiraram sem convicção tal projecto bombista, que  até se pode considerar apenas adiado. Se estes dois elementos que se servem da democracia para sacar o que podem, por que razão, se acham que ganham pouco e necessitam de um ou mais complemento de reforma, não se inscrevem na Remax e se dedicam ao Imobiliário que rende ouro pelos vistos, que permite fácilmente um encaixe de mais de mil e cem milhões de euros e alguns berbicachos, ou então não arranjam forma de levar a leilão um ou mais chapéus de dois bicos saídos da cabeça iluminada de Pauleão Portaparte que rendem sem criar turbulência, com menor risco e esforço mais de mil e oitocentos milhões de euros, e assim serviam melhor o país e o povo que lhes paga o salário?


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