Ignoro em que é que a srª Merkel é licenciada, e nem me dei ao trabalho de ir à net pescar qualquer nota curricular a esse respeito, mas acredito que se a kanzler tem uma Licenciatura ou um qualquer Doutoramento, simples Mestrado, ele foi conseguido por detrás da "cortina e arrancada a ferros" e de bico calado, de maneira que lhe foi impossível ver e ouvir bem de um lado para o outro, quando carregava debaixo dos braços os livros que a tornaram académica e a encaminhou até à Chanceleria da unificada Alemanha onde o "trabalho liberta e dá saúde". De quase toda a minha família de onde descendo não há um só membro que saiba ler uma letra do tamanho de um submarino polémico, e desde o regime de Abril de 74, mentiroso e falido nos dias de hoje, em Portugal continuam a existir famílias inteiras que são analfabetas, embora já tenham frequentado a Escola obrigatória, estágios, cursos de cursos mas insuficientes e doentes, o que as mantêm na noite antiga, derrubada mas teimosa, no desconhecimento, na iliteracia, de tal modo que os impede ainda de preencher sequer um impresso do "bêàbá", excepto os boletins do toto-jogo, e de comprarem raspadinhas e um bilhete de partida para a estranja a braços com mão de obra que se sujeita e escraviza - Por exemplo para a Alemanha, rica e pouco solidária, mas muito arrogante e até racista e xenófoba. É provável que a dita presidente do reinshtag ariano, educada que foi ao lado do senhor Honecker, tenha aprendido a ser pelo menos desinibida, não ligar a modas, e até de usar interiores do tempo da avó, isto a avaliar pelo corte do seu uniformrock ou jackett repetitivo, próprio para montadas mas não de montarias em portugueses de puro sangue e com olhos e cabelo de mil cores. Mas daí até mandar recados do tipo de que nós por cá temos licenciados a mais, e com isso querendo manter-nos na aptidão básica que só nos capacite lavar pratos, limpar latrinas, ou permita apertar parafusos nas oficinas germânicas a baixo custo salarial, ou ter medo que um luso emigrante evoluído, cientista reconhecido e inserido na sociedade alemã chegue um dia a Kaiser, como um negro chegou à presidência dos EUA, vai um grande abuso, uma ingerência grosseira, um diktat ordinário e reprovável que merece resposta firme e sem qualquer pudor. O que ela devia saber, é que aquilo que os portugueses têm a mais, é uma coisa, uma aptidão, que os atrapalha entre pernas e que no mínimo mede 18cm(!), e que de vez em quando precisa de um transvase em Bona ou em Berlim, e por isso lá vai ele de mala aviada e de pau feito com a ferramenta pronta a trabalhar, e até aparar-lhe a relva se ela a tiver por rapar. Aí não precisamos de qualquer abono ou licenciatura, mas sim de empenhamento e firmeza, e que nos paguem como é exigível. O serviço será bem feito e satisfatório mesmo!
quinta-feira, 6 de novembro de 2014
"A Merkelatura a mais"
Ignoro em que é que a srª Merkel é licenciada, e nem me dei ao trabalho de ir à net pescar qualquer nota curricular a esse respeito, mas acredito que se a kanzler tem uma Licenciatura ou um qualquer Doutoramento, simples Mestrado, ele foi conseguido por detrás da "cortina e arrancada a ferros" e de bico calado, de maneira que lhe foi impossível ver e ouvir bem de um lado para o outro, quando carregava debaixo dos braços os livros que a tornaram académica e a encaminhou até à Chanceleria da unificada Alemanha onde o "trabalho liberta e dá saúde". De quase toda a minha família de onde descendo não há um só membro que saiba ler uma letra do tamanho de um submarino polémico, e desde o regime de Abril de 74, mentiroso e falido nos dias de hoje, em Portugal continuam a existir famílias inteiras que são analfabetas, embora já tenham frequentado a Escola obrigatória, estágios, cursos de cursos mas insuficientes e doentes, o que as mantêm na noite antiga, derrubada mas teimosa, no desconhecimento, na iliteracia, de tal modo que os impede ainda de preencher sequer um impresso do "bêàbá", excepto os boletins do toto-jogo, e de comprarem raspadinhas e um bilhete de partida para a estranja a braços com mão de obra que se sujeita e escraviza - Por exemplo para a Alemanha, rica e pouco solidária, mas muito arrogante e até racista e xenófoba. É provável que a dita presidente do reinshtag ariano, educada que foi ao lado do senhor Honecker, tenha aprendido a ser pelo menos desinibida, não ligar a modas, e até de usar interiores do tempo da avó, isto a avaliar pelo corte do seu uniformrock ou jackett repetitivo, próprio para montadas mas não de montarias em portugueses de puro sangue e com olhos e cabelo de mil cores. Mas daí até mandar recados do tipo de que nós por cá temos licenciados a mais, e com isso querendo manter-nos na aptidão básica que só nos capacite lavar pratos, limpar latrinas, ou permita apertar parafusos nas oficinas germânicas a baixo custo salarial, ou ter medo que um luso emigrante evoluído, cientista reconhecido e inserido na sociedade alemã chegue um dia a Kaiser, como um negro chegou à presidência dos EUA, vai um grande abuso, uma ingerência grosseira, um diktat ordinário e reprovável que merece resposta firme e sem qualquer pudor. O que ela devia saber, é que aquilo que os portugueses têm a mais, é uma coisa, uma aptidão, que os atrapalha entre pernas e que no mínimo mede 18cm(!), e que de vez em quando precisa de um transvase em Bona ou em Berlim, e por isso lá vai ele de mala aviada e de pau feito com a ferramenta pronta a trabalhar, e até aparar-lhe a relva se ela a tiver por rapar. Aí não precisamos de qualquer abono ou licenciatura, mas sim de empenhamento e firmeza, e que nos paguem como é exigível. O serviço será bem feito e satisfatório mesmo!
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