Há professores que são colocados no além e a baixo salário em mais do
que uma escola para ensinar e não se deixam ir na pandeireta da fórmula
“cratolana” aplicada, mas vivem os seus dias preocupados e com os dos seus
alunos abandonados, enquanto o (ex-) Presidente da Comissão Europeia Durão
Barroso larga tudo, vira as costas ao cargo para que foi eleito e governar o
seu país, e vai à babuje agarrar no “tacho dourado” na companhia do mamilo
tenro que o segue com sabor a “uva ” e
que lhe apontam em Bruxelas, não querendo saber do povo a que pertence(!) para
nada. Sabemos infelizmente de casos de portugueses que nos envergonham por
terras além-mar, embora também saibamos dos que nos prestigiam e nos orgulham.
Não é o caso do homem ex-maoísta que agora é mais ou menos bem visto pelas
costas na hora de ser substituído num lugar que o encheu a ele e aos seu
correligionários lusos, de vaidade, mas de pouca valia e de maus resultados
para toda a Comunidade Internacional. Ele quer acreditar que assim não foi, e
por isso nos últimos dias, dias de expiração da presidência, ele discursou à
fartazana por tudo quanto foi palco e balcão ilustre, desdobrou-se em
gabarolices e auto-elogios, sobre aquilo que não fez, e do que fez referiu com
ar triunfante que o mundo está melhor, principalmente a Irlanda e Portugal. Mas
a Irlanda sobretudo. Já não bastava a recordação que temos do ex-ministro desertor
português, para agora acrestarmos-lhe mais esta desastrosa prestação no cargo
que ocupou à frente de uma Comissão Europeia em que não tirou benefício algum
para o país que a ele sim tanto beneficiou e lhe proporcionou uma “pipa de
massa”. A mediocridade que o acompanhou, quer nos dias de sol em Portugal da
austeridade sombria, quer nos dias mais nebulosos de Bruxelas enriquecedores,
não se disfarçam embrulhados em nenhuma das línguas escamadas em que ele se
expressou, e os exemplos que ele deu como de sucesso são disso bem reveladores. Enaltecer a Irlanda como o país
que mais cresceu bastou-lhe para rasgar um sorriso de cherne. Ignorar o que se
passa em Portugal e o flagelo do desemprego e da depressão de que padecem os
seus indígenas, ficou-lhe a matar naquela boca de peixe mal cheiroso com pouca
vergonha e menos reconhecimento. Decididamente Barroso por aonde quer que vá ou
solo que pise deixa um rasto de "barro...só... durão" incapaz de
moldar um pão que seja, e não acrescentou nem mais uma migalha na mesa dos
portugueses(pelo contrário), dele esfomeados e esperançados e de outras
soluções relevantes. Mais um português que não fica no álbum gold da Magnum e muito menos até na
história do “portugal dos pequenitos”. O ridículo toma várias poses camuflado,
e nunca saem do preto por mais que se queiram revelar em grupo G-VIP, e
coloridas!
Sem comentários:
Enviar um comentário