HSJ - piso acima piso abaixo
:-(em memória do meu Irmão, Victor António Pinto de Moura que morreu neste Hospital vítima de imprudência e negligência médica mal ali deu entrada, e de meu Pai, António Cândido da Silva Moura que morreu nesta Instituição pouco após, vítima do acidente que o vitimou e do pouco conhecimento técnico-científico, onde faltou sapiência e até dedicação e outros insuficientes meios que ao tempo lhe foram disponibilizados nesta Unidade hospitalar)..
- Falar ou descrever o HSJ, não será preciso mais do que sinceridade, frontalidade, denúncia do que nos parece vai naquele enorme "complexo" errado. Não requer o mínimo de ousadia e sequer de atrevimento. Requer honestidade e não aceitar a resignação. Remédio que faz bem a todos. Esta página, que constituirá um verdadeiro alarme/alerta//choque sobre a verdade do que se passa nos corredores do HSJoão, desde a má gestão de Piso em Piso, no 7 sobretudo - (em tudo diferente do Piso 8 onde prima a excelência e os cuidados intensivos por Técnicos de Qualidade e sempre em cima do acontecimento e sob superior orientação - e aqui desde já um forte agradecimento ao ExmºCirurgião Vítor M. Monteiro) - desde a alimentação pobre, fria, sem talheres adequados e baralhados, dispendiosa e desperdiçada porque intragável, fruta dura e verde que não obedece à normalização nem calibre que o doente rejeita e o Mercado reprova, e própria para a alimentação do gado e por isso sempre devolvida - (aqui adivinha-se que alguém ligado ao aprovisionamento dos géneros e dos víveres alimentares se anda a "governar") - higiene indecente nas copas abandonadas que também servem de estações de paragem de lixo em trânsito, ruído sem medida nas horas que pedem paz e silêncio, movimentação sem lei nem ordem a roçar a feira, ambiente ao deus-dará e sem rei nem roque, desleixo ignorado, tudo à vara larga, equipamento(comandos/botoneiras) de cabeceira junto ao doente, deficientes/fios descarnados e inúteis, uso de luvas polivalentes, colectores de urina acumulados e junto a tabuleiros de alimentação e água, mudas de roupa de cama esquecidas debaixo da armação das camas, colchas reutilizadas cheias de manchas/nódoas, telemóveis e televisores ao sabor do ouvido de cada um, balbúrdia, algazarra, rega-bofe tudo ali acontece em geral, bagunça nos horários de visita que invade a privacidade de quem dela precisa para retemperar a saúde, WC impossíveis de utilizar com lavatórios e sanitas entupidos e após uso por doentes fragilizados, diminuídos, fragilizados, enfraquecidos, debilitados, de piroca mole, desanimada, e por isso incapazes de mijar no sítio certo e outras necessidades mais básicas, falta de supervisão ou de zelo em cada corredor, falta de autoridade e de responsabilidade de quem está nomeada para ser presente nas áreas a observar, corrigir, e relatar à Administração que ao que parece se isola ou move nesta ignorância, assistência demorada e desesperante. Cada cor de bata determina a que cada funcionária faça só o que lhe apetece, caso contrário torce o nariz ou faz má cara e nem responde.- Como só o que é escrito poderá ser lido, dentro de algum tempo aqui será feita denúncia séria e dura que a toda a sociedade interessará e será útil a todos enquanto contribuintes, beneficiários e utentes do SNS, e à hospitalar em particular. O HSJ que não é um hotel e muito menos se pretende seja o Céu, também não pode caminhar para se tornar um Inferno. Hoje, assemelha-se mais a um manicómio, carregado de escarros, de gente que ressona e ronca sem apoio ou alívio. É mais um albergue de loucos, do que a uma Superior Instituição de Cuidados e de Tratamento de Saúde para quem a ela recorre. De onde se sai mais doente do que se entrou, e aonde se ingressou com a intenção e o projecto de sair mais vivo do que morto. É só aguardar pela minha robustez física e outro ordenamento ao tema para que alguma coisa mexa naquele Edifício com uma sobranceira Faculdade. Mas pode-se desde já afirmar que desde a publicação do livro "Mudar" em 2010 por Passos Coelho que ali no HSJ, e às críticas de Correia de Campos, que nada mudou. É pena, porque lá por dentro é o povo que sofre e de lá sai e vai a enterrar!
joaquim a. moura - penafiel

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