Sempre que a Selecção da Federação de Futebol e de alguns de nós(!)
entra em campo, percorre-nos a espinha uma dúvida sobre do que ela é capaz de
fazer. Ou seja, se vamos assistir a mais do mesmo que é sempre pouco. Não é
preciso esperar muito para que a farsa descarada que atira para fora de jogo ou
para canto, o ridículo, nos atinja e provoque uma conjuntivite ou uma lesão no
cérebro. Sempre que Ronaldo, o tal que é sempre notícia quer faça uma coisa bem
quer faça muitas outras mal-(pífias, como lhe chamam os espanhóis)- não dá uma
"pr´a caixa" na Selecção de Bola pelo conjunto Luso e é substituído e
vai sentar-se no banco mas de modo a não saír do campo da visão, tácitamente
logo vem um "ortoterapeuta" colocar-lhe um contentor de gelo no
joelho para que as câmaras de TV exibam pingo a pingo aquela lesão transparente
para o defender, para proteger a sua imagem, querendo com tal esperteza, propagar
ao mundo que o "maior 7" está deficiente, aleijado e por isso não
rentável como se espera e desespera. Acontece, é que ele quando joga e atinge o
brilho(!) no Real Madrid, e até marca um fartote de golos, quer seja de penalti
quer à mama e a passe dos colegas de grande qualidade, como é costume, nunca é
substituído e não vai para o banco amarrar um saco de gelo no joelho para
disfarçar coisa alguma, sendo que o sítio certo, a fazê-lo, seria na cabeça. Só
os parolos convidados e pagos que formam os painéis como comentadores
desportivos nos canais nacionais de TV, é que repetem até à exaustão para que
passe por verdade, que o "rapaz melhor do mundo não está a 100%", embora
ele próprio reafirme que até ultrapassa tal percentagem,e Carlo Ancelotti e Florentino
confirmem a versão do madeirense e ícone universal. Tais "especialistas
do enrola a bola", não dizem é que para jogar melhor e marcar os golos
na Selecção da Federação de Futebol e de alguns de nós(!), tal como CR7 o faz
ao serviço dos merengues, tem que ter a seu lado a correr e a jogar por ele, os
colegas craques que lhe fazem a papinha toda de modo a que ele apareça só para
empurrar e abrir ou fechar o resultado que lhe dá fama. Por cá é o que se vê.
Repetidamente é um gelo!
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