Bento XVI, abdica voluntáriamente do trono papal, tal como o fizera
Celestino V no séc.XIII. Outros foram os Papas, depostos por imperadores e mais
soberanos, e outros ainda, abdicaram, contra uma compensação financeira
vantajosa, tal como alguns políticos de hoje, fizeram, tipo Durão Barroso, e a
favor de uma "cadeira" menos missionária, mas mais confortável. O
Sumo Pontíficie, demitiu-se por razões de saúde, o que nem sempre aconteceu. Já
não tem o vigor exigido, para abençoar a "urbi", e dar a assistência
necessária, que cada vez mais, a "orbi" reclama aos gritos. O anúncio
da sua demissão, não foi dado a conhecer pelo arcanjo Gabriel, mas pelo seu
irmão, Georg Ratzinger. Família, é em qualquer circunstância, família, e deve
estar em primeiro. São Malaquias, não previu este desenlace, embora tenha
profetizado, que este Papa, será o penúltimo a ocupar o ministério de Pedro.
Venha quem vier, e paramentado por interesses vários, que melhoras pode esperar
o mundo, já que até hoje, a Igreja de Cristo, só tem arrastado de altar em
altar, escândalos atrás de escândalos, que pouco ou nada contribuíram para travar
conflitos de toda a ordem - bélicos, étnicos, laborais, sociais, e excepcionais
crises comportamentais? A debilidade do Bispo de Roma, espelha a fragilidade da
sociedade humana, na actualidade. Com a pobreza que grassa e a aumentar por todas
as esquinas, a Casa do Senhor volta a encher-se, e a ter sentados à mesa, os
novos famintos, e desempregados em comunhão com o desepero. O próximo e
"último" Papa , segundo o bispo S. Malaquias, será eleito pelo
processo habitual, dê as voltas que der, o que nos dá a garantia, de que nenhum
político e do governo de Portugal, interferirá no acto, nem nomeará para o
lugar, que será vago antes da Páscoa, nenhum familiar ou amigo do peito e do
mesmo credo. Os compadres da confraria política lusa, que desbarataram a
riqueza e condenaram os portugueses, ao inferno, ainda não chegaram todos a
"sucessores do Pedro", com direito a fumo branco, embora rezem
para isso, mas a serem levados à presença da Justiça, se Portugal fosse um
Estado de Direito, por terem "papado" tudo. Valha-nos Deus, por isso!
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