terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

De Papa em Papa


Bento XVI, abdica voluntáriamente do trono papal, tal como o fizera Celestino V no séc.XIII. Outros foram os Papas, depostos por imperadores e mais soberanos, e outros ainda, abdicaram, contra uma compensação financeira vantajosa, tal como alguns políticos de hoje, fizeram, tipo Durão Barroso, e a favor de uma "cadeira" menos missionária, mas mais confortável. O Sumo Pontíficie, demitiu-se por razões de saúde, o que nem sempre aconteceu. Já não tem o vigor exigido, para abençoar a "urbi", e dar a assistência necessária, que cada vez mais, a "orbi" reclama aos gritos. O anúncio da sua demissão, não foi dado a conhecer pelo arcanjo Gabriel, mas pelo seu irmão, Georg Ratzinger. Família, é em qualquer circunstância, família, e deve estar em primeiro. São Malaquias, não previu este desenlace, embora tenha profetizado, que este Papa, será o penúltimo a ocupar o ministério de Pedro. Venha quem vier, e paramentado por interesses vários, que melhoras pode esperar o mundo, já que até hoje, a Igreja de Cristo, só tem arrastado de altar em altar, escândalos atrás de escândalos, que pouco ou nada contribuíram para travar conflitos de toda a ordem - bélicos, étnicos, laborais, sociais, e excepcionais crises comportamentais? A debilidade do Bispo de Roma, espelha a fragilidade da sociedade humana, na actualidade. Com a pobreza que grassa e a aumentar por todas as esquinas, a Casa do Senhor volta a encher-se, e a ter sentados à mesa, os novos famintos, e desempregados em comunhão com o desepero. O próximo e "último" Papa , segundo o bispo S. Malaquias, será eleito pelo processo habitual, dê as voltas que der, o que nos dá a garantia, de que nenhum político e do governo de Portugal, interferirá no acto, nem nomeará para o lugar, que será vago antes da Páscoa, nenhum familiar ou amigo do peito e do mesmo credo. Os compadres da confraria política lusa, que desbarataram a riqueza e condenaram os portugueses, ao inferno, ainda não chegaram todos a "sucessores do Pedro", com direito a fumo branco, embora rezem para isso, mas a serem levados à presença da Justiça, se Portugal fosse um Estado de Direito, por terem "papado" tudo. Valha-nos Deus, por isso!

                               

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