A ilha da Madeira, está assolada pela picada de um mosquito do egipto,
que não sendo faraónico, tem incomodado muita gente. Mas a ilha, há muito que
se coça por causa da liderança de um "moscardo", este sim, um faraó,
que impunha(!) respeito e medo, cá e além-mar. De acordo com os resultados das
eleições no PSD/Madeira, o grande lider, Alberto João Jardim, mais uma vez ganhou-as,
mas não uma vez mais com a folga asiática, a que nos tinha habituado. Desta
vez, a vitória soube a fel, tem rédea curta, não permite perna longa, língua
tão afiada, nem a arrogância histórica. Se o dengue, provoca uma febre amarela,
a provocada por "Deng-Xoão Xardim" vai continuar a ser laranja, mas
menos acentuada. Mas não se crê, que o homem se dê por vencido, e vendo-se com
o mal na garganta, não reaja, picando tudo e todos à sua volta. As asas de
"Deng Xoão", não são tão transparentes quanto as do insecto
verdadeiro, procurado e combatido. Ele vai continuar a batê-las por lá, o mais
que puder, para que se oiçam cá e se faça sentir a ventania reivindicativa que
elas levantam. O “grande e querido líder” da pequena ilha, não dará o braço a
torcer. Mesmo sentindo a chegada da hora do despejo, e durante o período que
dura em estertor, vai desenvolver as garras e aplicar as maiores picadas nos
adversários que ousaram desafiar a sua velha autoridade, como mau perdedor e
numa espécie de fuga em frente. Os comentários jocosos, feitos logo a seguir á
divulgação dos votos, e encostado contra a percentajem que lhe deu uma vitória
de pirro, são disso o melhor prenúncio. As mazelas que ele abriu e que agora
diz querer sarar, é tudo fogo de artifício, que até à passagem do ano na ilha,
irá atingir o seu auge. O homem duro esmoreceu, o semblante fechou-se, mas a
picada está garantida. Não podemos ignorar o repelente aconselhado, e
eliminá-lo de vez, a fim de evitar males maiores. O voto é a arma.

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