quarta-feira, 13 de maio de 2020
A Miséria e o Crime
- A miséria em Portugal tem gestão criminosa. São muitos os casos de violência em família, que os "técnicos das seguranças sociais" aonde levam boa vida, referenciam de famílias desestruturadas, aonde acontecem os crimes mais macabros. E depois lá voltam os psicólogos e especialistas dos mais conceituados, para proferirem palestras e teorias das mais refinadas, que nunca servem senão para encher programa de tv e enganar o pobre em jeito de consolo com sabor a côdea azeda, e adiá-lo na sua condição até à notícia da morte do abandonado e faminto. Crimes tenebrosos, praticados por familiares. Pai e mãe, que também carecem de apoios desde que vieram ao mundo da demagogia e do paleio fino, e que se move em carro de luxo, e com bom rendimento. Há crimes contra crianças inocentes, e mulheres indefesas, cuja autoria devia ser imputada a tais administradores das Instituições aonde se recriam a fazer que fazem por tais necessitados. Cheios de conversa com que iludem e exploram o miserável e doente, o adiam em tal condição até ao confinamento, tais "técnicos superiores", que a cada fim de mês embolsam chorudo salário, e "arriscam-se em protesto" de mais exigência e melhores ordenados, para poderem "dar qualidade de vida" àqueles que poucas garantias já têm de a levar por diante, porque o nó na garganta vem apertado desde a nascença. Gente pobre que cresce na violência, e vivem vizinhos do pão que o diabo amassa, e daí até explodirem de revolta, vai um passo, e é por isso que a transmitem no seu seio familiar, como se tem constatado no dia a dia. De tal modo que até o cão se estiver por perto leva um pontapé. Famílias sem eira nem beira desde tempos históricos, sem esperança e desafortunados, de olhar sempre apagado e de lágrima reservada, usam da raiva e do desespero a fim de aliviar a dor que os consome e esmaga, até ao gesto indevido, fútil, condenável, que os incriminará e os conduzirá à única solução que os aliviará da condenação de terem de viver em humilhante situação - a prisão. E aqui sim. Ficam à guarda do Estado que os condenou, e aonde sempre garantirão ganhar a côdea melhorada e certa! *
-*(JN.13-05)
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