domingo, 16 de fevereiro de 2020

O Provocador!

                                                                                    

                                                                                 O provocador
Juan Guaidó está de volta. Reaparece após ter ido beber informação e lições táticas sobre como provocar o governo no poder da Venezuela. Afastou-se até acumular conhecimento para desestabilizar e enraivecer o povo pacífico bolivariano. Teima em arranjar lenha para se queimar e anda num périplo a juntar pólvora para que o estouro se volte a ouvir e que dele alguém saia bem chamuscado. Pelo que se pode saber pelos media que lhe dão cobertura está Portugal. Está Santos Silva, atual e ex-ministro que já foi corrido em Bragança por professores que empunhavam cartazes a chamar- -lhe fascista, que o fez correr a sete pés e a lá não voltar mais. Agora, o fascista ‘fashion’, Guaidó, decidiu apresentar-se com fato e gravata, mas o povo que lhe fazia uma espera não ficou impressionado e, ao que dizem, rasgou-lhe a camisa em pedaços. Exagero dos media alinhados, pois nós tal não vimos. Vimos sim, no alinhamento das notícias das televisões lusas, imagens com ele envergando camisa renovada, reluzente, bem estimada, e engomada, junto à notícia do conluio e apadrinhamento do nosso governo, que pela voz do tal Santos Silva é negado. O traidor e provocador Guaidó, sabe que terrenos pode pisar e, por isso, manda enviados em busca de solidariedades dos parceiros pouco credíveis e fiáveis só até certo ponto. Até ao ponto em que não cheire a chamusco e os seus interesses não sejam beliscados. A democracia que por lá se pede, e por cá se fala, é só para americano ver e do petróleo se apoderar. O auto proclamado presidente de não se sabe de quê, não foi recebido em apoteose. Certo é que o rapaz pretendente ao ‘trono’ venezuelano é pago, e bem pago, por um fundo qualquer que lhe permite vestir bem e escanhoar-se melhor, sabe-se lá à custa de que ‘yankee’ no poder mais acima. O dinheiro tem de lhe chegar de algum lado – e não é do trabalho a sério e produtivo –, para que ele viaje, sobreviva. Eu nunca o vi na bicha de nenhum multibanco e, pelo que dizem, de nada lhe valia já que a Venezuela está falida e sem cheta. Ele próprio o diz diante das câmaras que o focam, como seu ar limpinho, de fato, camisa boa e gravata de marca. Portugal também está na bicha para a fotografia de conjunto, caso ele consiga os seus intentos e Maduro se distraia com as vozes da canalha que se agita um pouco à volta dos ‘trumpistas’. [...]

                                                                   JOAQUIM A. MOURA Penafiel*
-+(DN.Mdrª-17.02:-txtcompleto)

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