- No torneio ATP, perdão TAP, "à la mode de chez-nous", e com o servidor de bolas que dá pelo nome de Santos Silva, derreado a apanhá-las além das linhas limitativas, Portugal virou o "bico ao prego", depois de armar-se em "faz-te-forte-vila-verde", na disputa frente à Venezuela, do reconhecido único presidente, Nicolás Maduro, e que opunha os dois países, acerca do "torneio ATP contorcido, das linhas aéreas,TAP". Mais uma vez, o governo contorcionista(!) de Portugal sai derrotado, não obstante a tentativa de continuar em prova, com justificações absurdas e outros paliativos, dadas por um ministro e acompanhantes de S.Bento e Belém, com provas dadas no campo da hipocrisia e cinismo. Tal como se sabia, com maior reforço agora, na Venezuela há um presidente eleito em sufrágio eleitoral, reconhecido e tratado de novo, como tal. O oponente fabricado, e auto proclamado "chega rebos", em jeito dandy, só é um intrometido instrumento, para desestabilizar o governo de facto no poder, a quem Portugal e Santos Silva, se verga agora para por no ar os aviões da TAP, com destino àquela nação bolivariana. O baixar da bola, dos governantes arrogantes, que definem os pequenotes dependentes, veio ao de cima, e como se previa venceu o presidente que rendeu Chavez, no jogo em disputa entre latinos de dois continentes divididos, mas de novo a quererem ficar ligados por mar e ar, assim que a TAP seja autorizado a poisar em Caracas. Santos Silva, o tal ministro que não recolhe grande simpatia entre os "leitores de espécies raras", e com intervenções polémicas, registadas na memória, sai derrotado e pelas margens do pedido de desculpas ao governo legítimo da Venezuela - um país que já dobrou outros e actuais lacaios de interesses muito suspeitos, mesmo sem recurso às farmácias, onde dizem, as prateleiras estão vazias, sem vitaminas e outros paliativos que o mantenha forte e bem vivo, e onde não se reclama, por suicídio assistido. A nossa subserviência e o petróleo alheio, fazem milagres! *
-*(DN.Mdrª-23.02)
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020
domingo, 16 de fevereiro de 2020
O Provocador!
O provocador
Juan Guaidó está de volta. Reaparece após ter ido beber informação e lições táticas sobre como provocar o governo no poder da Venezuela. Afastou-se até acumular conhecimento para desestabilizar e enraivecer o povo pacífico bolivariano. Teima em arranjar lenha para se queimar e anda num périplo a juntar pólvora para que o estouro se volte a ouvir e que dele alguém saia bem chamuscado. Pelo que se pode saber pelos media que lhe dão cobertura está Portugal. Está Santos Silva, atual e ex-ministro que já foi corrido em Bragança por professores que empunhavam cartazes a chamar- -lhe fascista, que o fez correr a sete pés e a lá não voltar mais. Agora, o fascista ‘fashion’, Guaidó, decidiu apresentar-se com fato e gravata, mas o povo que lhe fazia uma espera não ficou impressionado e, ao que dizem, rasgou-lhe a camisa em pedaços. Exagero dos media alinhados, pois nós tal não vimos. Vimos sim, no alinhamento das notícias das televisões lusas, imagens com ele envergando camisa renovada, reluzente, bem estimada, e engomada, junto à notícia do conluio e apadrinhamento do nosso governo, que pela voz do tal Santos Silva é negado. O traidor e provocador Guaidó, sabe que terrenos pode pisar e, por isso, manda enviados em busca de solidariedades dos parceiros pouco credíveis e fiáveis só até certo ponto. Até ao ponto em que não cheire a chamusco e os seus interesses não sejam beliscados. A democracia que por lá se pede, e por cá se fala, é só para americano ver e do petróleo se apoderar. O auto proclamado presidente de não se sabe de quê, não foi recebido em apoteose. Certo é que o rapaz pretendente ao ‘trono’ venezuelano é pago, e bem pago, por um fundo qualquer que lhe permite vestir bem e escanhoar-se melhor, sabe-se lá à custa de que ‘yankee’ no poder mais acima. O dinheiro tem de lhe chegar de algum lado – e não é do trabalho a sério e produtivo –, para que ele viaje, sobreviva. Eu nunca o vi na bicha de nenhum multibanco e, pelo que dizem, de nada lhe valia já que a Venezuela está falida e sem cheta. Ele próprio o diz diante das câmaras que o focam, como seu ar limpinho, de fato, camisa boa e gravata de marca. Portugal também está na bicha para a fotografia de conjunto, caso ele consiga os seus intentos e Maduro se distraia com as vozes da canalha que se agita um pouco à volta dos ‘trumpistas’. [...]
JOAQUIM A. MOURA Penafiel*
-+(DN.Mdrª-17.02:-txtcompleto)
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020
O Provocador!
- Juan Guaidó está de volta. Reaparece após ter ido beber informação e lições tácticas sobre como provocar o governo no poder da Venezuela. Afastou-se até acumular conhecimento para desestabilizar e enraivecer o povo pacífico bolivariano.Teima em arranjar lenha para se queimar, e anda num périplo a juntar pólvora para que o estouro se volte a ouvir e dele alguém saia bem chamuscado. Pelo que se pode saber pelos mídia que lhe dão cobertura, está Portugal. Está Santos Silva, actual e antigo ministro que já foi corrido em Bragança por professores que empunhavam cartazes a chamar-lhe fascista, que o fez correr a sete pés e a lá não voltar mais. Agora, o fascista fashion, Guaidó, decidiu apresentar-se com fato e gravata, mas o povo que lhe fazia uma espera não ficou impressionado e ao que dizem, rasgou-lhe a camisa em pedaços. Exagero dos mídia alinhados, pois nós tal não vimos. Vimos sim, no alinhamento das notícias das Têvês lusas, imagens com ele envergando camisa renovada, reluzente, bem estimada, e engomada junto à notícia do conluio e apadrinhamento do nosso governo, que pela voz do tal Santos Silva é negado. O traidor e provocador Guaidó, sabe que terrenos pode pisar, e por isso manda enviados em busca de solidariedades dos parceiros pouco credíveis, e fiáveis só até certo ponto. Até ao ponto em que não cheire a chamusco, e os seus interesses não sejam beliscados. A democracia que por lá se pede e por cá se fala, é só para americano ver e do petróleo se apoderar. O "eleito e auto- proclamado presidente " de não se sabe de quê, não foi recebido em apoteose. Certo é que o rapaz pretendente ao trono venezuelano, é pago e bem pago, por um Fundo qualquer, que lhe permite vestir bem e escanhoar-se melhor, sabe-se lá à custa de que yanque no poder mais acima. O dinheiro, tem que lhe chegar de algum lado, e não é do trabalho a sério e produtivo, para que ele viaje, sobreviva e a família, e tenha sempre aonde o levantar. Eu nunca o vi na bicha de nenhum multibanco, e pelo que dizem também de nada lhe valia já que a Venezuela está falida, e sem cheta. Ele o diz diante das câmaras que o focam, e ao seu ar limpinho e de fato, camisa boa e gravata de marca. Portugal também está na bicha para a fotografia de conjunto, caso ele consiga os seus intentos, e Maduro se distraia com as vozes da canalha que se agita um pouco à volta dos trumpistas, para fazer que faz pelo povo venezuelano, a precisar, é verdade, de outra solidariedade mais sincera dada por gente mais honesta! *
-*(DN,-Mdrª:17.02)
-*(Dtk-16.02)
-*(DN,-Mdrª:17.02)
-*(Dtk-16.02)
Título com barbas
- No JN com o Carnaval à porta e a máscara à espreita. Uma velha Capa. Um velho Título. Um antigo Clássico. Uma prática do passado, num centenário jornal sobre um vício com barbas. O FCP chega sempre à Final através dos repetidos penaltis suspeitos. Assim se fazem "Clássicos" e se constrói "Títulos". Com Pinto da Costa e a sua trupe não podia rolar melhor o esférico e o marcador. Os gatunos montam bivaque no dorso do Dragão. Biba o Puorto!
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020
Foras de Lei
- Agora percebe-se porque razão há falta de efectivos nas Forças policiais. Está explicado, finalmente, qual a razão pela qual não há garantias de se instalar na vida pública do país, e em todas as áreas que o exigem, eficaz segurança, apesar dos apelos para aumento de mais elementos, que chegam dos quartéis dos guardiões que dizem estar ao serviço da população, que quer viver a vida em condições de estabilidade, e com confiança nos agentes que envergam uma farda com responsabilidade e que têm de prestar contas ao país. A estes juntam-se-lhes outros agentes de área diferente e ainda mais responsáveis, que os absolve dos crimes praticados que os levaram a tribunal e a julgamento. Um polícia, comandante ainda por cima, que ao que parece tem tempo de sobra para brincar aos jogos com menores, via computador e envia mensagens de carácter sexual, explicitamente, foi reconduzido no trabalho(!) que mal desempenha, e que tange a garotice, por um Tribunal de outra "relação", que não sabemos de que tipo e em que grau, mas constituído por certo, por Juízes de toga e de sapiência, com a justificação de que o tal polícia não repetirá a façanha condenável, mas, pouco, porque compreensível. Posto isto, e de volta ao "Posto", o polícia mais os juízes que agora se solidarizaram com o acusado de crime de ofensa grave com a braguilha ciber-exibida destapada, estão de mãos limpas e consciência mal lavada, para em conjunto jogarem todos o tal jogo sexual, com que o polícia justificou e definiu o acto, e se defendeu como atenuante para obtenção de perdão ou de redução de pena. A partir de agora, e já com o polícia de regresso ao trabalho e às mensagens electrónicas para as moças, já podemos dizer que houve aumento de efectivos no quartel aonde ele presta serviço, e no jogo que a todos entretém. Não precisam de queixarem-se mais de falta de agentes para o desempenho das tarefas diversas que lhes são atribuídas. O que é urgente é tirá-los da frente do PC envenenado, e mandá-los para a rua patrulhar. Num país assim, é caso para dizer - "estamos feitos!" *
-*(DN.mdrª:14.02)
-*(DN.mdrª:14.02)
terça-feira, 11 de fevereiro de 2020
O acidente no Caniço
- A vida é ingrata. Outros chegam ao ponto de entendê-la, via dolorosa desde sempre, até que tomasse forma de Calvário. Assim eu ando por aí com tal pensamento. Não sou portanto um optimista, um felizardo com abrigo. Sou apenas mais um em busca de melhores dias. Na Madeira, uma ilha com tanto mar, que nos vem à memória por diversas ocasiões, às vezes porque tem carnaval, outras pelas flores, ainda pelas raparigas bonitas com o seu falar e o trajar, ainda pelas levadas fatídicas, que turista de ocasião e andante, morre por tanta curiosidade, embevecido pela paisagem. Por coisas boas e tantas nem por isso, e outras mais. Adiante. Um homem jovem, camionista, levanta-se da cama, sem tempo de se despedir dos filhos que dormem, da mulher que lhe prepara(!) a bucha, o aconchego do estômago, sai a trabalhar para ganhar o sustento para a família. A vida mete-se à estrada, e com intenções de chegar a bom destino. Porém no caminho, o diabo acontece. A vida prega-nos a surpresa de a interromper, e espeta connosco na desgraça que ela tece. Um jovem ao volante de um camião, sofre por cumprir a tarefa rolando numa estrada que faz sofrer, de tão sinuosa e traiçoeira. A vida é um mistério, algo insondável, impenetrável, irracional. Filósofos tentam explicá-la o melhor que sabem e podem. Eu fico-me por esta conclusão - a Vida é ingrata. Faz-nos perder a carga que ambicionamos entregar no lugar que permitisse dar-lhe continuidade com alegria e mais prazer, a tempo sempre de regressar para junto da família inteira, que ansiava pela nossa chegada, são e salvo. Tal não aconteceu no despiste de um camião de trabalho com um homem jovem ao volante e cheio de esperança de permanecer na sua rota. Mas a vida está feita de "Curvas, de Azenhas, de Estreitos, de Caniços, de Lobos esfomeados, que nos enterram em Câmaras", não se importando com crianças órfãs largadas à sua sorte. Não é justo!*
-*(DNot.Mdrª-11.02)
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020
Subsídios à pala
- Os polícias andam sempre a protestar, e até têm por lá alguns ajudantes já reformados, que se apresentam ao "serviço", só para encher as manifes na "praça do bastão". O que eles reivindicam é sempre o mesmo, embora tal item, só apareça no fim da lista para iludirem a populaça. O que eles querem mesmo e batem as botas cardadas, é dinheiro. O dinheirinho é que dá e aumenta a segurança. Começam a pedir algemas, coletes, botas, viaturas que acelerem, quartéis perfumados sem cheiro a catinga, horários de funcionários públicos, etc. Mas no fim, sempre no fim, lá vem a reivindicação-mor, para o sargento e para o cabo da esquadra - os cifrões no fim do mês, para fazer com que eles nos guardem melhor, e a segurança corra bem, apoiada pela carteira mais recheada, e para que o risco da função diminua ou até seja dispensada da formatura. Já não importa muito se as paredes do quartel estão em ruínas, ou se a farda apresenta sinais de desgaste por tanto se coçarem por onde patrulham, às escondidas, já que ninguém os vê, quando são precisos e chamados a tempo. Eles sabem que este estado de coisas se resolve com mais dinheiro. Reclamam que estão sob riscos no exercício que escolheram voluntariamente, e que dele, apesar de ser tão mal pago, não largam, não emigram nem trocam de ofício. Qualquer trabalhador-operário, que se sente injustiçado e mal remunerado, e são milhões, põe-se a andar do país para fora, e refaz a vida noutro lugar longe de tudo e de todos. Mas os polícias acomodam-se e sacrificam-se pelo povo com o salário que "mal dá para o pão com toucinho". Querem mais e melhores condições de trabalho. Basta dar-lhes mais dinheiro, através, pode ser de subsídios vários, e calam-se logo. Porém ainda há Organizações, Parlamentos, etc. que travam estes desvarios, desmandos, regabofes, e chumbam a atribuição de tal subsídio tão ruidosamente exigido repetidamente pelos polícias mais activos e profissionais nestas reclamações. Pelos sempre os mesmos, pelas mesmas causas. Decisão que foi logo criticada e reprovada pelos tais que enchem praças de protesto, mobilizadas e preenchidas por reformados e ex-sindicalistas, que se juntam à Associação Sindical dos Profissionais do ramo, para fazerem número, e tentarem fazer valer a soma reivindicativa. Eles não pedem mais formação e educação para saberem tratar com as Cláudias que levam nos queixos por dá cá aquela palha, nem pelas famílias com velhos e crianças que vêm os pais a levarem porrada depois de um jogo de futebol e já longe do estádio, sem que nada lhes aconteça. Ou melhor. Acontece serem promovidos até. O risco deles não se compara ao do camponês que é esmagado pelo tractor amiúde, ou por derrocada do terreno, enquanto trata da horta. Este sim. Este é que merecia subsídio de risco, por andar a tentar fazer crescer o pão, que lhes chega à mesa e os alimenta, e desse trabalho perigoso, não recebe reconhecimento nem tostão. Morre como um cão. Aquele fiel, que normalmente o acompanha e ladra quando ele regressa são e salvo ao fim de um dia de lavoura ou de limpeza da mata, para dar cumprimento à Lei. Coisa que os polícias se esquecem de vez em quando, e regressam a casa num bom carro, ainda a brilhar, como os galões pelos quais puxam na hora de mostrar autoritarismo!*
-*(DN.Mdrª-10.02)
- (Dtk.-10.02)
-*(DN.Mdrª-10.02)
- (Dtk.-10.02)
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