Mouraria

sexta-feira, 31 de janeiro de 2020

O chulo que fala!

"...o ódio não pode ser arma na política". Isto disse um dos "capitães da chulice e do parasitismo", à conta dos portugueses caucasianos, o actual Presidente da Assembleia da República - velho suspeito de mau comportamento, Ferro Rodrigues, acerca da sua definição sobre xenofobia". Este protegido do sistema e do partido que lhe serve de biombo, há quase meio século, que não fez outra coisa senão mamar na teta da "democracia", devia também ele ser despachado para território aonde cumprisse pena, ou ser levado como peça de museu, e devolvido à prateleira, lá para os confins do Katar ou outro país que reclame as devoluções de tais peças de arte. Talvez pela mão de quem conheça o terreno e lá tem origem. Ele, o Ferro, deve ser aproveitado para fazer grades, que lhe sirvam de casulo. Já está há tempo a mais a chular o povo luso, sem dar qualquer lucro, sentado em cadeira de sonho e de luxo, e com uma certa legião a apoiar. Um povo farto de fantasia e de demagogia!
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quinta-feira, 30 de janeiro de 2020

Paixão e ódio com crime ao fundo

- Há por aí uma malta que escreve e emite opinião sobre tudo e nada, sentados à lareira com o gato ao colo e a dar bucha ao cão, ou então nos cafés por onde desenferruja a língua com parceiro da mesma igualha, e passa a escrito o assunto, que destila ódio apenas, por quanto gargalo abre. Importam-se mais com o comportamento dos corruptos porque não batem com o coiro nas grades mas gozam à "fartazana", do que o que deles resulta em prejuízo avultado e sério para o país e, claro, para o povo. Ora eu desalinho um pouco, que é muito, pois a mim interessa-me mais a restituição dos valores que eles roubam para seu benefício e dos amigos, e demais cambada do seu círculo, do que a prisão possível que lhes desejam eles paguem, após muita sentença e juízo em tribunais de ouro. Que lucro eu, com tal sentença sempre incumprida, se as ricas fortunas "desviadas" nunca mais regressam aos cofres, tesourarias, de empresas gigantes, outras falidas, e banca encrencada, de onde nada devia ser extorquido, e são apenas substituídas por incriminações, perseguições, que acabam por dar em nada, sem que haja reparação dos crimes causados, e que arrastam o povo para a procura de pão por entre as lixeiras e entre ratos, cães e gatos famintos? Dirão os doutores da matéria e bem sentados no alinhamento, que é para que sirva de exemplo, e evitar um comboio de tais comportamentos que outros possam apanhar. O país que sofre com tais "gestores, empresários, investidores, capitalistas" que fazem disso modo de vida, deve-se a eles em primeiro lugar, obrigá-los a reporem a riqueza dos bens rapinados, do que por a primazia na sua prisão, como solução dos males praticados e que depenam o povo, que lhes garante o luxo em que navegam, por troca do lixo onde são despejados e despojados, e se arrastam até caírem numa vala ou fossa a céu aberto. Destas penas aplicadas aos "gatunos", o país recuperava mais e melhor, e ainda evitava despesas com presos do calibre que persegue com ódio, depois de muita colaboração e compadrio, ou viverem em coligação, sem que se ouvisse qualquer alarme!*

-*(in DN.Mdrª.01-02:- 1º dia da saída do UK da UE)
Publicada por mouraria-mouraria à(s) 08:18 Sem comentários:
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segunda-feira, 27 de janeiro de 2020

Usurpação quase!

- Não.Não se trata exactamente de qualquer abuso de aproveitamento, nem exactamente de usurpação de identidade. Eu até nem posso exercitar muito o verbo neste caso, até porque já defendi em parte a personalidade agora aqui posta em questão. Mas estou um bocado baralhado com a decisão tomada por um Juiz que já correu mundos e fundos, redes sociais e meios audio-visuais, pela polémica levantada pelo homem, que exerce actividade e poder, deitando mão à Sagradas Escrituras e à Bíblia, citando-a nos versículos que mais lhe convém ou se apropriam à definição e aplicação da Lei. A sua interpretação que causou escândalo já mereceu da minha parte algum apoio, e que mereceu também ataques dos que caem nestas redes de leitura básica. O Juiz em causa, decidiu sem qualquer explicação superior, mudar de nome(!), e passou a despachar processos que lhe vão ao seu encontro, com o nome sonante, de Joaquim Moura, quando o fazia até então como sendo Neto de Moura. Disse que fiquei baralhado, pois posso vir a ser confundido a partir desta data como sendo eu o provocador de escândalo, como aquele que foi causado pelo Juiz Neto, num processo em que ele recorreu à Bíblia e citou-a para dar credibilidade maior e mais acertada, para justificar o alívio da pena do réu acusado de crime, levado à justiça dos homens, nos tribunais. A violência dos ataques de todos os sectores não se fez rogada, e até ameaçadora para o Juiz Joaquim N. Moura. Sendo eu um homónimo talvez xará, de tal causídico, venho em minha defesa proclamar, que desde esta renovada identidade, qualquer sentença recaída sobre os submetidos à Lei pelos desmandos praticados e ofensas praticadas sobre o próximo, não têm o meu aval nem a minha firma, de certeza absoluta. Trata-se somente de um simples acaso, que nunca agravará a pena aplicada pelo Juiz que fez coincidir agora o seu e o meu nome. Um quando despacha processo, e outro quando despacha crónicas e comentários para o "espaço de leitor, cartas, opinião, etc" que os jornais nos facultam, tão generosamente, como está previsto na Biblia! *

*(in DN.Mdrª-29.01)
*(CMª:- 01.02- :1º dia da saída do UK da UE)
Publicada por mouraria-mouraria à(s) 07:40 Sem comentários:
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sábado, 25 de janeiro de 2020

Coisas do coração

- Inspirado pela reportagem do JN, falemos do Coração com coração, e do seu enfraquecimento por entupimento das artérias, também elas demasiado fechadas ao entendimento pelos que dele sofrem. Falemos dos médicos do SNS e da sua incompetência, que mesmo que mandem fazer exames clínicos, tais como electrocardiogramas e ecocardiogramas, assim que o doente os entrega para que eles os descodifiquem, não resulta daí qualquer benefício para o doente. E porquê? Porque a grande parte deles, à excepção, claro, dos cardiologistas, não os sabem interpretar e disso decorre, colocarem os doentes que apresentam calcificação das artérias, sofrerem AVC, enfartes e até morrerem. O doente identificado que arrasta consigo o mal de insuficiência cardíaca(IC), vai carregar a doença mais a incompetência do médico que o assiste no posto público, até que quando sujeito a intervenção de cirurgia. chega à mesa de operação no hospital aonde dá entrada, já chegue por vezes com letal atraso. Há cirurgiões que após esgaçarem o tórax ao paciente para o revascularizar, ficam enrascados por verem tanta artéria calcinada e se interrogam se valerá a pena e o risco de intervirem, trocando as ditas por segmento de veia safena roubada à perna, e bypass, ou agrafarem de novo o tórax, não mexendo nas que já não têm remédio. Uns sobrevivem sem lesões por sorte, e outros desta vida se despedem retalhados. Os que se safaram, recebem após operação bem sucedida, um elogio do cardiologista que detectou a falha do médico do SNS, e o enviou para a cirurgia com urgência para as mãos do cirurgião hospitalar, com uma frase bem eloquente: "você teve muita sorte de não ter sofrido um AVC ou enfarte, pois já devia ter sido operado há mais de alguns anos". Ora a culpa é dos médicos gerais mal formados, e não do doente queixoso amiúde que se submeteu aos conselhos e à ignorância do médico que lhe calhou em sorte no posto médico que lhe impuseram, e por quem o foi assistindo. Ainda bem que há outros que os substituem a tempo de salvar alguns que sofrem do mal do coração, mas resistente afinal, à ignorância de alguns que nos observam só por fora cheios de pressa, para correrem para a sua clínica privada aonde fazem umas horas com melhor lucro. Um obrigado ao cardiologista Dr. Paulo Dias, que me alertou a tempo e ao cirurgião do HSJ-Porto, Dr Vítor Monteiro em 2014, que me remendou as artérias falidas, com os bocados da tripa substituta, com sucesso até à data.*

-*(DN,Mdrª:28.01)

Publicada por mouraria-mouraria à(s) 07:43 Sem comentários:
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sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

"A ABRIR"

- Vamos lá "abrir" este comentário, pois parece que o Molinos na edição de hoje do JN, anda preocupado e tornou-se apoiante de colocação de "câmaras de apanhados" por tudo quanto é espaço e se pode dar o passo. Ele é adepto de ficção científica, e de mironagem desde o paredão da praia até à barraca a partir de um gabinete oculto mas oficializado e fardado. Ele quer como se polícia fosse, vigilância inteligente a vigiar-nos através de lentes de longo alcance e de boa definição. de máquinas e "algorítimos que" que nos medem por dentro e por fora, a partir do silêncio secreto dos gabinetes policiais e da depravação que vai lá por instalada. Bem colocadas, ou colocadas estrategicamente. Nas praias se possível e em maior número. Por aquelas areias quentes, é que se pode ver o bem-bom. Já pelas ruas escuras ou vielas, a iluminação pode trair o nosso olhar e aí é gasto desnecessário. Por dentro dos carros estacionados e embaciados, a visão é turva, e não ajuda se não à imaginação. Ele fala que são à volta de 61 câmaras que se requer instaladas por vários lugares, com recurso a inteligência artificial a somar à inteligência policial e curiosa, difícil de evitar ou resistir. Um polícia é um homem ou mulher mesmo encoberto por farda meia parda, e outra meia de depravação. Deviam ser 69, pois este número de pantomima e contorcionismo, assentava melhor. Eu até concordo com ele, desde que as imagens recolhidas e arquivadas, se tornassem públicas. Eu também creio que gostava de ver um qualquer Molinos a ser apanhado em cuecas ou com coisa mais firme, num dia ou numa noite de temperatura elevada. O Molinos é um práfrentex e gosta de acompanhar a evolução dos amores que correm, que se escondem por terrenos discretos, ou visionados pelas areias algarvias, sobretudo. Pela minha parte vou já mandar colocar vidros esfumados lá em casa e no carro, quando o tiver. Quando me aproximar das janelas, envergarei um fato igual ao do Homem-Aranha, só para meter medo ao mirone nomeado para aquele novo tipo de equipamento, melhor e mais penetrante do que o actual VAR das bolas entumecidas!*

-*(DN.mdrª-18.01.020)
Publicada por mouraria-mouraria à(s) 01:40 Sem comentários:
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LIGA "NOS"

- FCPorto-1vsSCBraga-2

- O clube arsenalista ganhou no Dragão ao clube azul e branco, e bem podia ter feito um resultado expressivo, tantas foram as oportunidades criadas e de caras. Mas dizem os portistas vesgos, que a equipa do FCPorto desperdiçou dois(2) penaltis e que isso fez a diferença. Eu cheguei a pensar que Carlos Xistra estava convencido de que o jogo em disputa também era para resolver através de marcas de grande penalidade. Até o tempo extra exagerado, pareceu que era para fazer surgir mais uma ocasião polémica para garantir ao FCP marcar a 3ª hipótese de chegar à igualdade através da marcação de penalti. No fim, concluí, que o SCBraga ganhou limpinho, limpinho a partida bem disputada e com "arreganho", e que as grandes penalidades são uma esperteza de se conseguir um resultado suspeito e um arranjinho de quem não consegue através de bola no pé lá chegar. O FCP é aquele clube que melhor sabe conquistar vitórias através desse expediente. E aquele que mais reclama, ainda por cima. É só ir ao registo ou apelar à memória dos jogos realizados na Liga. Vitória merecida mas escassa do SCBraga, clube da cidade dos arcebispos. Abençoada portanto!*

-*(DN.Mdrª:-21.01)
Publicada por mouraria-mouraria à(s) 01:07 Sem comentários:
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quinta-feira, 16 de janeiro de 2020

A Água!



- Portugal é um país abençoado, apesar de todos os males que lhe fazem ou o fracturam. E são os homens que nele nascem e se fazem gente, que o maltratam ou não o cuidam devidamente. A maioria nem olha para ele quando por ele passa, o pisa e o abandona. Servem-se dele enquanto dele pinga lucro e vantagens diversas e duradouras. Em Portugal, há um clima atractivo, equilibrado, ameno grande parte do tempo, e por isso atrai cada vez mais estrangeiros, que nele se fixam e nele enriquecem. Tem sol quanto baste, e chuva aos potes e grossa, mas que não é guardada ou preservada como se pede e a necessidade exige. A água, esse maior bem que a Natureza fornece quando se quer e não quer, mas que jorra desde os morros e vinda do céu, não é estimada pelos que dela se servem e nela depositam esperança e vida. A água que é vital, imprescindível, os homens, não a sabem guardar para a ter nas horas de aflição. Protesta-se muito, quando ela abunda e é de mais, mas logo a amaldiçoamos quando ela nos invade a casa e a praça. Em Portugal tem chovido que se veja e sinta, mas há zonas territoriais aonde ela é escassa, não corre, e as populações que nelas habitam e tiram sustento, reclamam que as colheitas, o pasto, o seu gado sedento, todo o fruto do seu trabalho vai por água abaixo. Expressão que cada vez mais cai em desuso, pelo contra-senso que ela encerra. Este cenário ocorre e agrava-se, porque o país não se arma de infraestruturas para a reter quando Deus a dá em fartura, e a liberta quando a terra a reclama. O país não constrói, diques, albufeiras, barragens, lagoas, etc. suficientes, para quando houver a sua falta, despejá-la por onde é necessária como pão para a boca. Sim. Porque água é pão e é vida. Portugal ergue mais depressa colóquios, congressos, cimeiras sobre a Água, fala muito sobre o assunto, mas não levanta uma pedra sobre outra, até construir uma dessas infraestruturas tão reclamadas e reconhecidamente urgentes. Os homens que governam, os políticos de vozeirão de campanha eleitoral, as Organizações encabeçadas por "sócios viciados" em delas fazerem parte anos após anos, não levam a água ao moinho, como prometem. Graças a Deus, a água por sorte divina ainda vai caindo, embora se perdendo pelo caminho. Tanta é a inacção de todos eles - dos bem-falantes e sempre cheirosos à saída do banho de sais, alguns tropicais, com que inundam parlamentos e o lodo vem à tona!*

-(DTK. 17-01)
-(DN.Mrª19-01)
-(SÁBDº.23-01)
-(JN-14.02/ ("E assim vai a água por água abaixo")
                                    



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sexta-feira, 10 de janeiro de 2020

Supercopa ou...!


- No jogo efectuado no King Stadium Abdullah entre os castelhanos do Atlético de Madrid e o Barcelona dos catalães, em Jeddah, perto do local aonde os aviões caem mal levantam, matando gente inocente, por culpa de forças terroristas boas e outras forças terroristas más, apareceu em campo, também ele minado, um míssil do tipo VAR 2020, que tinha como alvo abater a equipa blaugrana, para que esta ficasse pelo caminho, e não atingisse o objectivo de conquistar a Supertaça de Espanha. Percebeu-se desde o início do jogo, que era preciso VARrer os catalães para que estes não tivessem mais uma vitória lá pelas arábias e enriquecer o seu palmarés, ganhando o troféu em disputa. Seria apenas mais um, numa nova modalidade implementada, para render boa maquia à RFEF. Com todos os ingredientes que o livre-arbítrio do VAR cozinhou, ao anular dois golos ao clube catalão, saiu vencedor e a seguir para a final a disputar dia 12 contra o Real Madrid, o Atlético da mesma capital dos merengues, já apurados para não VARiar. Messi mais uma vez deu nas vistas, e também João Félix por outros motivos que em nada abonam a seu favor. De tanto querer ser protagonista, mostrou-se violento, pegando-se com o génio, La Pulga, e só não fez uso de qualquer míssil no envolvimento no final da contenda, porque não deu provas de saber dispará-los durante o jogo fraco que fez. Talvez o tenha atrapalhado, o pensamento que traz na cabeça, de querer regressar à equipa encarnada da capital lusa. VARemos o que vai acontecer mais tarde!*

-*(DN.mrª14.01.020)
Publicada por mouraria-mouraria à(s) 02:21 Sem comentários:
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quinta-feira, 2 de janeiro de 2020

A Mensagem flutuante

- Ainda não se sabe ao certo, se o jantar e a mensagem de Ano Novo proferida pelo Presidente Marcelo a partir da ilha do Corvo, para cerca de 60 convivas no jantar entre 430 habitantes, constituiu um fracasso ou se revelará um sucesso em todo o país. Mas pelo que nos chega do lado da ilha mais pequena de um Portugal reduzido, é que o Corvo se tornou ainda mais pequena por tão poucos presentes. Os esforços das braçadas que o Presidente repete assim que vê mar ou rio, e lhe mede a temperatura da água, que nem meteorologista, vão convencer o povo,que prefere o calor de uma manta pelos joelhos, do que a água atlântica pelo pescoço. Mas Marcelo acredita no que se mete e no que faz, e atira-se de cabeça, a fim de dar uma refrescadela ao discurso que prepara com tempo, faça chuva ou sol. Assim foi na Ilha do Corvo, onde a população parece não ter vibrado por aí além. Marcelo de Sousa, não desarma nem desiste, e após enxaguar-se, apresenta-se com bom apetite ao jantar, e rega-o com boa pinga, após provar um saboroso licor caseiro de Nêveda do Pico, feito por quem não discursa mas sabe da poda. Licor que o Presidente parece ter apreciado, que até repetiu a dose. Coisa que o faz aonde quer que lhe estendam um copo, que o homem, depois do banho de água salgada, emborca a bebida licorosa como coisa divinal e tradicional. É um bom garfo, e esperamos que mantenha pelo menos, a forma que faça dele um melhor Presidente da República. Para tal, só precisa de ter menos treta e mais mergulhos nos assuntos, que incomodam bastante o povo português, trazido refém na miséria dos seus abrigos e das suas reformas, abaixo de 17,5º do conforto marcado no termómetro de Belém. *

-*(DN.mrª-04.01.2020)
-*(SÁBDO-09-01/rsmº)
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pouco exijo da vida, por isso ela nada irá levar que falta faça, mas enquanto cá andar, vou ser muito chatinho.É que quem muito se acomoda, pouco se incomoda.
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