Que
será, será?
- O país sofre de dores
provocadas pelas sucessivas tragédias que nos assolam. As razões porque
acontecem são desconhecidas. Talvez a explicação esteja na idade avançada que
ele acumula. São séculos de abandono, desleixo, desorganização, com uma cultura
rural desde o campo à cidade. Sofre ainda por ser um país "pouco abençoado
por Deus, embora com alguma beleza natural". No entanto, tem
administrações por todo o lado, com mestrados e doutoramentos arrancados nos
melhores Institutos e até sacados no Brasil, em dois tempos, ou por uma
qualquer Escola Superior que passa diplomas ao domingo, ou através de
apresentação de muitos créditos vadios que compram equivalências, que depois se
espalham a tomar conta dos nossos destinos. Mas cremos, que também padece da
pouca atenção que Deus lhe dá. Deus deve andar zangado connosco, e não aparece
em socorro como se espera Dele. Um povo tão agarrado à Fé e à Oração cristã
apoiado no terço. Nós, um povo de capelinhas, procissões e tapetes de flores
multicoloridas, que atraem turistas de todos os continentes, será que não merece
mais e melhor? Parece que andamos a
pagar por pecados cometidos, sem que se saiba quem são os verdadeiros
pecadores. Suspeitamos que alguns sentam-se no poder governativo, outros nos
partidos, repartições estatais e da coisa pública, na banca, corporações,
autarquias, associações, e institutos com vocação para dar e tirar consoante o
freguês. Deus não aprecia estas qualidades destes gestores, e vai daí
castiga-nos. Submete-nos a viver sob o manto da dor, e obriga-nos à reflexão no
frio. Porquê nós, um povo que ainda está na idade do pé-descalço, e sem
adequada protecção das diferentes estruturas de comando nas áreas várias e
fundamentais? Enumerá-las? Oh meu amigo, você nem parece que é de cá!*
-(publidºinDestak.18.01.018)
-( no DN.madª22.01.018)
- (no JN.19.02.018.pág.31)
-(publidºinDestak.18.01.018)
-( no DN.madª22.01.018)
- (no JN.19.02.018.pág.31)
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