terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Que será, será?

Que será, será?
- O país sofre de dores provocadas pelas sucessivas tragédias que nos assolam. As razões porque acontecem são desconhecidas. Talvez a explicação esteja na idade avançada que ele acumula. São séculos de abandono, desleixo, desorganização, com uma cultura rural desde o campo à cidade. Sofre ainda por ser um país "pouco abençoado por Deus, embora com alguma beleza natural". No entanto, tem administrações por todo o lado, com mestrados e doutoramentos arrancados nos melhores Institutos e até sacados no Brasil, em dois tempos, ou por uma qualquer Escola Superior que passa diplomas ao domingo, ou através de apresentação de muitos créditos vadios que compram equivalências, que depois se espalham a tomar conta dos nossos destinos. Mas cremos, que também padece da pouca atenção que Deus lhe dá. Deus deve andar zangado connosco, e não aparece em socorro como se espera Dele. Um povo tão agarrado à Fé e à Oração cristã apoiado no terço. Nós, um povo de capelinhas, procissões e tapetes de flores multicoloridas, que atraem turistas de todos os continentes, será que não merece mais e melhor?  Parece que andamos a pagar por pecados cometidos, sem que se saiba quem são os verdadeiros pecadores. Suspeitamos que alguns sentam-se no poder governativo, outros nos partidos, repartições estatais e da coisa pública, na banca, corporações, autarquias, associações, e institutos com vocação para dar e tirar consoante o freguês. Deus não aprecia estas qualidades destes gestores, e vai daí castiga-nos. Submete-nos a viver sob o manto da dor, e obriga-nos à reflexão no frio. Porquê nós, um povo que ainda está na idade do pé-descalço, e sem adequada protecção das diferentes estruturas de comando nas áreas várias e fundamentais? Enumerá-las? Oh meu amigo, você nem parece que é de cá!*

-(publidºinDestak.18.01.018)
-( no DN.madª22.01.018)
- (no JN.19.02.018.pág.31)

                                          


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