sábado, 18 de fevereiro de 2017

É sempre a mesma receita

Desculpem os diários de notícias, e os seus fiéis leitores destes comentários por carta, mas nós temos que repetir, repisar, insistir, para expor a táctica manhosa do FCPorto, para ganhar os jogos que se lhe deparam difíceis sem que estejam no programa tais dificuldades. Estavámos ainda no intervalo do jogo que os azuis e brancos defrontavam, contra os débeis tondelenses, e já se encontravam na frente do marcador nas condições por que sempre anseiam, se batem e trabalham para as conseguir. Já o referi diversas vezes por este meio, quais são essas preferências, e que alguns jornais, felizmente, não as omitem mesmo sabendo que elas provocam protestos, reclamações, comentários jocosos, pejorativos, inqualificáveis, até anedóticos, de alguns adeptos ferrenhos da equipa do Dragão, e ficam cegos com as opiniões objectivas de quem denuncia, se opõe ao método, à táctica que o FCP aplica para chegar à vitória, ou conseguir o êxito de qualquer maneira. E qual é então o método ensaiado e preparado no quadro branco do "mirónunosanto", e no tabuleiro da batota? É ganhar os jogos sempre contra dez jogadores do adversário e marcar de penalti, especialmente, e a partir dessa manobra "fenixiana", chegar à goleada. O Porto adora apanhar-se sempre em vantagem com estas habilidosas e manhosas tácticas, e faz o teatro que nem Moliére se lembraria de por em cena. O FCP é uma farsa, que escandaliza quem gosta de ver alcançar a glória mas com actuações limpas, pelos actores em competição, com arbitragens a colaborar honestamente até ao baixar do pano. Assim não. A batota não vale. O que se passou no Dragão não foi Futebol!

-(já publicado em parte no DNmadª)

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