Desculpem os diários de notícias, e os seus fiéis leitores destes
comentários por carta, mas nós temos que repetir, repisar, insistir, para expor
a táctica manhosa do FCPorto, para ganhar os jogos que se lhe deparam difíceis
sem que estejam no programa tais dificuldades. Estavámos ainda no intervalo do
jogo que os azuis e brancos defrontavam, contra os débeis tondelenses, e já se
encontravam na frente do marcador nas condições por que sempre anseiam, se
batem e trabalham para as conseguir. Já o referi diversas vezes por este meio,
quais são essas preferências, e que alguns jornais, felizmente, não as omitem
mesmo sabendo que elas provocam protestos, reclamações, comentários jocosos,
pejorativos, inqualificáveis, até anedóticos, de alguns adeptos ferrenhos da
equipa do Dragão, e ficam cegos com as opiniões objectivas de quem denuncia, se
opõe ao método, à táctica que o FCP aplica para chegar à vitória, ou conseguir
o êxito de qualquer maneira. E qual é então o método ensaiado e preparado no
quadro branco do "mirónunosanto", e no tabuleiro da batota? É ganhar
os jogos sempre contra dez jogadores do adversário e marcar de penalti,
especialmente, e a partir dessa manobra "fenixiana", chegar à
goleada. O Porto adora apanhar-se sempre em vantagem com estas habilidosas e
manhosas tácticas, e faz o teatro que nem Moliére se lembraria de por em cena.
O FCP é uma farsa, que escandaliza quem gosta de ver alcançar a glória mas com
actuações limpas, pelos actores em competição, com arbitragens a colaborar
honestamente até ao baixar do pano. Assim não. A batota não vale. O que se
passou no Dragão não foi Futebol!
-(já publicado em parte no DNmadª)
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