segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Operação ´Bava` branca


Operação ‘Bava’ branca

27 FEV 2017 / 02:00 H.




    Não sei se ainda se recordam da demissão pela TV de Henrique Granadeiro. Um homem que se apresenta quase sempre com ar pouco triunfante, algo triste, ou sinal de hipotecado. Com alguma reserva sempre. É o que nos pareceu naquele dia em que disse que deixava de ser co-administrador da PT. E com esta atitude deixava por lá o seu colega de obrigações responsáveis, o homem que mostrava os dentes mais brancos, lavados com produto melhor que o OMO, e mais cheiroso que o Clarim - o indo muçulmano sunita de Moçambique e português de registo, Zeinal. Produto importado com certeza, e de gama alta. Agora que o “Marquês” cavalga montado numa técnica artística, assente cada vez mais em dados novos, que lhes aperta o volteio, a Justiça julgou conveniente constituí-los arguidos no caso arrastado e lidado com rédea longa, a essas personagens que exibiam um verdadeiro pas-de-deux nas fraudes fiscais e na corrupção. Esta dupla especializada a liderar negócios com lucros a trote cadenciado, que não são de Alter mas que “alter...avam” com elegância e altivos, qual alazão, as contas e os seus saldos bancários, estão agora prestes a entrar no picadeiro dos burlões de colarinho branco, e muito de luxo, e não igual àquele em que nos faziam em picado, metendo ao bolso milhões de euros, emitidos a partir dos negócios sujos como Rio Forte, BES, e do caso Operação Marquês, aonde estão envolvidos outros altos cavaleiros e príncipes da mentira, e da “Ordem-Foge-que-sou Ladrão”. Quanto a Granadeiro, o tal com ar sorumbático, de mal disposto ou de consciência pesada, sabemos que ele se pôs a andar da PT, lendo um estafado comunicado, tentando por-se a salvo a tempo, do que sabia que viria a acontecer. Mas quanto ao ambicioso CEO Zeinal, que se passou da embrulhada da telefónica VIVO, OI, indo para o Brasil, muito depois de ter dado emprego aos filhos de alguns ex-governantes e até ao do actual P.R. Marcelo, o que será feito do sorriso com que sempre o víamos nas apresentações dos planos, projectos animados, que lhe permitiam exibir o que pareceu sempre talento, o que afinal tudo não passava se não de “bava”, espumante com que embevecia ou embebedava o país e molhava o bico nos milhões que encaixava? Será que o jovem turco e sunita português de Maputo, perdeu a vontade de mostrar os dentes, agora que foi constituído arguido, ao lado de Sócrates e de Ricardo Espírito Santo, e demais extorquidores do sangue dos portugueses trabalhadores? Vamos esperar para ver no que todo este processo de complexidade em 3D - Duro, Difícil e Demorado - vai acabar. Cá para mim vai dar tudo em chamadas falsas, feitas a partir de um Operador que nunca existiu!
    Joaquim A. Moura


    quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

    FCPorto vs Juventus na "Fortaleza do Dragão"

    - O FCPorto jogou na sua "fortaleza" contra os italianos da Juventus, para seguir em frente na Champions, mas para isso precisava de ganhar a partida. Mas acontece é que a equipa azul e branca não pode contar com uma arbitragem nacional e nem beneficiar de poder jogar contra dez jogadores, como é habitual jogar na Liga portuguesa. É que o árbitro que conduziu a partida, não foi o mais desejado por não poder ser escolhido pela SAD portista. Aconteceu, é que desta vez, foi o FCP a jogar diminuído, enfraquecido logo a partir dos 26min por expulsão de Alex, e assim passou a perceber enfim, o que é que provoca nos adversários nacionais, contra os quais tira partido da táctica provocadora de expulsão de um jogador adversário, para debilitá-lo e ganhar-lhe com maior facilidade. Também não pode beneficiar de golo através de grande penalidade, para abrir o caminho para a vitória, já que não marcou algum. O árbitro que apitou este jogo que opôs a equipa do Dragão contra a equipa de Turim, foi nomeado pela UEFA, e não foi desencantado através dos meios mafiosos, e aberto a colaboracionismos, como o consegue "encomendá-los" na nossa Liga a seu bel-prazer através dos seus "embaixadores bilheteiros da Sociedade Bati-Foge" liderados pelo "macaco Madu". Por isso, é que ao fim dos 90min. agora jogados com verdade e seriedade, em que triunfou o futebol limpo, o FCP foi derrotado por dois golos a zero, e vai para Itália, a saber que leva um resultado desfavorável, e para jogar uma 2ª mão desta eliminatória, que não vai encontrar o Tondela, o Feirense, o Nacional, Moreirense, Paços de Ferrª, nem o Arouca, nem o Braga que a partir dos 4min.passou a jogar só com dez elementos, e perdeu no Dragão por 1-0 depois do tempo regulamentar. Está assim explicado a sua recuperação na tabela classificativa no nosso Campeonato, o que lhe permite lutar pelo título, nos moldes em que o tem feito nos últimos anos;

    segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

    As 5ªs feiras e outros dias

    - Corre por aí um boato, de que uma editora lançou um livro com 577 páginas, lavrado por um cérebro que só se lembra do que se passava às 5ª feiras. Imagine o leitor de que o papa-açorda-autor, tinha miolos para poder recordar as conversas que trocara com o seu interlocutor e também conhecedor das matérias que os comprometia a juntarem-se naquele agendado dia, de 2ª a sábado, já que um deles ao domingo, estava dispensado para frequentar uma licenciatura mal acabada e pior explicada. Sabem qual seria o resultado de tantas reuniões entre tais personagens, que ocupavam cargos de responsabilidade e de nojo, um enquanto ignorante intelectual e com aprendizado no Estado Novo e registado em cartão identificativo do estatuto, outro, por movimentar-se na escuridão dos friportes e o que mais se verá saído do caso "nobre" da Operação Marquês, e do circuito do dinheiro envolvido? Não sabe, pois não? Então eu digo-lhe. A editora que agora publicou o calhamaço que põe a descoberto os diálogos travados entre estes dois pobres ex-presidentes, qual deles o mais mentiroso e falso, teria matéria já não para 577 páginas mas para cerca de 332 livros, correspondentes a um por dia num ano civil. Se a capacidade do editado compadre algarvio, lhe permitisse denunciar em jeito de ajuste de contas, as conversas mantidas com o engenheiro das manobras financeiras, que o ligam desde o Brasil a Évora, a editora teria aqui a possibilidade de se tornar a maior video-câmara, capaz de destruir a face oculta e por tudo a nú de ambos os intérpretes que se reuniam na "Casa dos Segredos às 5ªs e outros dias". O negócio com lucro é que já não seria lá grande coisa, porque a mediocridade dos temas tratados são pobres e mesquinhos, que só interessam aos mexeriqueiros e afilhados de(a) ocasião, a clientela do escriba-açorda, que correram atrás da última assinatura no espesso volume, para envelhecer na estante dos livros nunca lidos, apenas espreitados;

                      

    domingo, 19 de fevereiro de 2017

    SCBraga vs SLBenfica

    -(-:`A condição provisória!!!!!!????!!!!)

    - Para aqueles que ainda continuam a falar português medieval, e quando ainda uma jornada do calendário futebolístico, não estava concluída, colocam na liderança do campeonato a equipa do seu desejo, sem paciência para esperar pelo resultado do jogo que decide quem é de facto o líder real, o cabeça da tabela classificativa após a jornada acabada. E tais linguistas medievais, dizem e escrevem que o FCPorto é líder à "condição", e arrasta com esse paleio uma vasta plateia de cor fénix posta em tribunal, e sob chefia de um "macaco" e de um presidente de SAD que tem "residência num Palácio de Justiça", tal é a sua frequência nessa instalação. Ora não explicando qual é a tal "condição" que lhes dá a liderança, esses tais "malacas" do desacordo oral, não estão preparados para definir a dita "condição" como uma situação em compasso de espera, e que se define como pontuação "provisória, tal como o último classificado, só o é temporariamente ou não, mas situação que só no final da Liga é que se pode concluir definitivamente. Então deixa de haver clubes classificados na posição "à condição e provisória". Ora após este jogo em Braga que iria definir quem seria o líder da jornada, verifica-se que é o SLB, que continua na frente da tabela. O SLB desde a 5ª jornada que é o Líder, sem que até este jogo desta jornada, tivesse perdido o lugar. A vitória do SLB em Braga contra o clube local e mais esforçado sempre que defronta tal símbolo, retoma a liderança da Liga portuguesa, e volta a por a pressão nos clubes que adoram ir em sua perseguição, e com a obrigação de terem que olhar para cima para verem se quem a comanda é o mesmo que vem sendo desde a tal 5ª jornada. Constata-se a partir desta realidade, que os clubes que pretendem roubar o lugar ao "voo da águia", vão ter que continuar a dar à asa, à perna, e às manobras manhosas e tangentes ao crime, para chegarem com honra e glória, ao topo da classificação e aí no final poderem cantar, vitória, e consagrarem-se, Campeões da Liga NOS, que não será nunca do agrado de todos "nos".

                                     


    sábado, 18 de fevereiro de 2017

    É sempre a mesma receita

    Desculpem os diários de notícias, e os seus fiéis leitores destes comentários por carta, mas nós temos que repetir, repisar, insistir, para expor a táctica manhosa do FCPorto, para ganhar os jogos que se lhe deparam difíceis sem que estejam no programa tais dificuldades. Estavámos ainda no intervalo do jogo que os azuis e brancos defrontavam, contra os débeis tondelenses, e já se encontravam na frente do marcador nas condições por que sempre anseiam, se batem e trabalham para as conseguir. Já o referi diversas vezes por este meio, quais são essas preferências, e que alguns jornais, felizmente, não as omitem mesmo sabendo que elas provocam protestos, reclamações, comentários jocosos, pejorativos, inqualificáveis, até anedóticos, de alguns adeptos ferrenhos da equipa do Dragão, e ficam cegos com as opiniões objectivas de quem denuncia, se opõe ao método, à táctica que o FCP aplica para chegar à vitória, ou conseguir o êxito de qualquer maneira. E qual é então o método ensaiado e preparado no quadro branco do "mirónunosanto", e no tabuleiro da batota? É ganhar os jogos sempre contra dez jogadores do adversário e marcar de penalti, especialmente, e a partir dessa manobra "fenixiana", chegar à goleada. O Porto adora apanhar-se sempre em vantagem com estas habilidosas e manhosas tácticas, e faz o teatro que nem Moliére se lembraria de por em cena. O FCP é uma farsa, que escandaliza quem gosta de ver alcançar a glória mas com actuações limpas, pelos actores em competição, com arbitragens a colaborar honestamente até ao baixar do pano. Assim não. A batota não vale. O que se passou no Dragão não foi Futebol!

    -(já publicado em parte no DNmadª)

    sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

    O Leão pelado

    Alguma coisa com explicação deve estar na origem do estado em que se encontra o SCPortugal(SCP). Assim de repente vem-nos à memória a arrogância com que iniciou a Liga principal do nosso Futebol, partindo o clube lagarto, com um um discurso de vencedor de tudo, e com a arrogância de ganhador do que mais houvera para ganhar. Gastou rios de dinheiro na formação do plantel, e contratou o técnico pelo valor mais caro que há memória em terras lusitanas. Sucede que até ao momento, a única certeza que está ao seu alcance é a tristeza do insucesso e a polémica eleitoral que se avizinha. O conjunto formado pelo seu presidente e treinador no activo, deram provas até agora, de que não passam ambos de um bluff à alfacinha, a desfilar numa marcha sem arcos nem balões. Desde algum tempo que se foram criando teorias e louros, sobre quem é o melhor treinador de futebol em Portugal e português por onde quer que andasse. E numa quase unanimidade incompreensível, concluíam tais opinadores, que esse especialista era Jorge Jesus. Mourinho já não espevita tanto a imprensa, e quem resta mais por aí a escrever guiões legíveis, para jogador interpretar? A nós vem-nos logo ao hipotálamo, os nomes dos melhores treinadores que passaram por Alvalade e que dali foram dispensados pelos actuais cérebros que chefiam aquela fanfarra de leão ao peito. São eles Marco Silva, e o brilhante ilhéu Leonardo Jardim. Estes dois mister´s espalham hoje qualidade e saber por onde quer que equipem e cor que enverguem, sem manifestações de animais feridos por piadas anedóticas nas redes sociais, e sem respostas às bocas leoninas que soltam aos seus atletas, que se vêem obrigados depois a responder no mesmo estilo e dimensão adequada. Fixemos-nos no trabalho meritório que realiza Leonardo Jardim, que após emigrar, tomou as rédeas de um clube francês, e ponto a ponto , vitória em vitória, puxou-o até ao topo da classificação do campeonato gaulês, e já com vantagem, colocou o seu emblema, sem galo nem leão, mas clube que representa um principado e usa Coroa real. Concluímos deste modo, que o melhor treinador português na actualidade, e que o SCP não soube tirar proveito nem aprendizagem, é de entre todos o melhor e mais discreto técnico de Futebol, que é reconhecido, respeitado e admirado, por adeptos limpinhos, limpinhos, limpinhos, que o não esperam à pedrada mesmo se ele não alcança os objectivos a que se propõs alcançar. É português da ilha da Madeira, e dá nas vistas pelos estádios desse mundo fora, mesmo sem precisar de deixar crescer ou levantar o cabelo, nem recorrendo ao twitter ou a desculpas tardias por má educação. É ele e mais ninguém com direito a ostentar a Coroa monegasca e lusa se a houver, na cabeça lúcida, e mais ninguém. O técnico Jorge Jesus não tem Principado nem princípios em mais lado nenhum, se não por tronos entre o Minho e o Algarve!


    Numa palavra toda a tristeza

    Numa palavra, toda a tristeza
                                                                                  (versão-1ª)
    Numa só palavra corre um rio de tristeza;
    palavra tão curta e tão ferida de dor.
    Num Adeus, à partida, aquando da certeza,
    da chegada da despedida para sempre,
    após tantos anos feitos de Amor;
    Num rio de palavras sentidas,
    uma se destaca por tão curta.
    Em dias frios de despedidas,
    a dor do Adeus, que não se furta,
    e está sempre presente;
    No rio vazio da vida,
    assim na corrente se sente,
    se o Amor, mais amar não nos consente!
                                                                                     
    -versão 2ª-
    -Numa só palavra, corre
    um rio de tristeza,
    que de tão curta morre,
    e tão ferida de dor.
    É o Adeus da certeza
    na partida em seu redor,
    do Amor, de tantos anos,

    numa vida porém tão curta!

    O JN dos santos e pecadores

    Ando bastante apreensivo. O JN decidiu banir-me do"Espaço do Leitor", e não só a mim de acordo com as queixas que me chegam, e não sei como resolver este problema, ou como se diz na gíria corriqueira, como dar a volta ao texto. De tempos a tempos, o Jornal de Notícias ensaia engrandecer as vendas, aumentar o número de leitores, mas sobretudo o de não cair no ranking dos diários de maior expansão, a fim de garantir salários e custos vários apesar dos subsídios que lhe entram na tesouraria oriundos dos contribuintes, quer o leiam quer nem pelos olhos ele lhe passe, E para isso, pensa em colocá-lo nas bancas acompanhado de qualquer coisa ou brinde. Se agora é uma carteira de cromos, logo vem umas de sementes para vaso ou estufa, e agora temos uma dúzia de Santos, milagreiros para uns, coisa curiosa para outros. Quer isto demonstrar que a apreensão que eu trago comigo, não é a mesma que tem o JN e quem o dirige, e o submete a um tipo de marketing. Método que desde há muito não se tem revelado positivo. O jornal diário, está no mercado com uma tiragem a menos de metade que um da concorrência, quando já esteve no auge a nível nacional. Então de onde vem a minha apreensão? eu faço o que sempre fiz, que é escrever umas "cartas de leitor" numa de intervenção, e no respeito pelo que penso sobre o mundo que nos enreda e consome, enviá-las à Direcção que se compromete ou não a publicá-las se estiver de acordo com o assunto nelas exposto e da sua relevância ou pertinência. Mas pelos resultados colhidos, parece-me que não sou ouvido (o que é natural), e muito menos achado. Tudo indica que as minhas "cartas" que levam por dentro palavras sérias, e às vezes queixumes, denúncias, opiniões que julgo pertinazes e credíveis, não são bem recebidas, últimamente. A qualidade da minha escrita não tem melhorado, mas também não tem piorado. O estilo mantém-se, e o carácter do autor afirma-se sempre em cada uma delas. Não sei o que é que mudou. Desconfio mas não digo, só para manter a intriga, que é coisa que fica bem numa trama policial, cheio de crime e mistério, como só Raymond Chandler, Conan-Doyle,Ian Fleming, Mickey Spillane, ou Ellery Queen e outros tão capazes o foram e são. O meu estilo é mais, o do "recado à porteira", que faz chegar a carta à redacção. Pior que qualquer A.Varatojo. Intervir sim, mas sem pretensiosismo. No entanto, e a fim de resolver o meu dilema e afastamento do "espaço do leitor", pensei em pedir a benção e os favores de alguns dos santos que o JN agora junta à venda do jornal, para que esses intercedam a meu favor, e eu volte a cair nas graças dos decisores e responsáveis pela minha eliminação de intervenção no jornal, como já me habituara, e que outros leitores seguiam com agrado, segundo as suas confissões. E os meus santos favoritos são, o s.Francisco de Assis, o s. Judas Tadeu, e o s. Jorge - este principalmente porque mata dragões como quem mata melgas e baratas. Já acendi umas quantas velas, recorri a pai de santo, e agora resta por-me em guarda e esperar que ordens superiores do JN, desbloqueiem a minha interdição de intervenção, como antigamente acontecia. Se assim se der tal intercepção, eu considerá-la-ei milagre de santo, que tem altar edificado, em s. Cristóvão.



    Os abusos da "moral imoral"



    Lígia, Liliana, Elisa, Elsa, Madalena, Rosário, Armando, Elias, bem podiam ser estes os nomes  dos que sofrem pelos danos causados pelos Tribunais de Menores e pela Segurança Social, pelos abusos cometidos nas decisões que tomam, quando se decidem a roubar filhos, aos pais únicos, verdadeiros e insubstituíveis. Está na moda, estas instituições surripiar crianças sem olhar a outras alternativas, que não lancem mais miséria à desgraça que vai crescendo em cada agregado, em cada barraca, numa espécie de casa, ou numa tenda debaixo da ponte, que é aonde vivem muitos portugueses perseguidos, e em tais condições. O Estado resolve com pouco esforço e nenhum querer, as situações de pobreza e de desencanto em que se cria uma família. À precariedade provocada pelo Estado, junta-se-lhe uma socióloga, um psicólogo, um Juiz, e estes em conjunto decidem sem mais, numa obediência cega a um relatório infeliz, retirar filhos aos progenitores, sem se interrogarem sobre a realidade dos factos, que os atiraram para a má vida numa sarjeta de lodo e vazia de conforto. Nenhum dos verdadeiros responsáveis pelas baixas condições em que vivem muitos agregados de sangue e de afecto, se dispõe a resolver os problemas que estão na base das situações degradantes em que vivem tais agregados. Está na moda este tipo de intervenção dos Órgãos oficiais carrascos, que em vez de procederem com alma e amor, quando sentenciam do alto do seu poder abusivo, não notificam o verdadeiro culpado e o convocam para dar o trabalho e o pão a quem dele precisa, para dar aos filhos - o Estado. É ao Estado que cabe encontrar a mais digna solução para manter uma família unida até ao tutano, e não enveredar pela atitude mais simples e menos humana. As Instituições que se imiscuem com vil  e distante frieza na vida de um pai ou de uma mãe, que são os que podem dar garantias de perpetuar o amor que a natureza determina, devem ser responsabilizadas e julgadas pelos males causados, quando levianamente roubam os filhos da convivência familiar e da paixão que cresce no seu seio, sem que primeiro arranjem formas de aliviar as dores e o sofrimento que possa existir em tal pai ou mãe da criança alvo, sem o apoio que lhe é devido. Forneçam às famílias e aos pais, emprego, salário decente, educação satisfatória, tempo de lazer para olharem o céu e as estrelas entre risos e brilho nos olhos, que o carinho e o amor se há-de encarregar de dar a felicidade e os géneros, às famílias que vivem no desespero. Parem de matar famílias, retirando-lhes os filhos que transportam a seiva e o sangue que a mãe natureza determinou segundo o mistério e a vontade de Deus. Eu próprio, que perdi cedo a mãe, e fui criado com o pai severo porque pobre, mas sempre presente e compreendido, que levou no pelo o castigo que o pai entendeu aplicar na hora da zanga e da asneira, ou de pedir contas, não perdoaria aos ladrões de crianças institucionais, se me tivessem retirado ao convívio dos irmãos e do pai saudoso, só porque ele não tinha condições para nos criar com mais candura e outro conforto. Uma palavra, um beijo, uma mão, um abraço, as cavalitas, dado pelos pais verdadeiros, vale mais que todos os peluches e o tecto de qualquer abrigo em que metem as crianças roubadas ( e de onde fogem),pelos agentes frustrados do Estado, para as dar aos anónimos indecifráveis e estéreis, e sem saberem nada do mal que provocam  e da morte que apressam. Parem com a brincadeira violenta e assassina de famílias que só reclamam por ajuda entre lágrimas de dor pelos golpes sofridos no meio da Sociedade que se rege e move na moral hipócrita!

    Trump...alhadas à europeia

    Agora todos deram em analistas especializados em política norteamericana. Desde o bombeiro ao cangalheiro, passando pelos jornalistas e pelo repórter de rua, que colhe impressões à brasileira e ao ucraniano à saída do supermercado, ao professor da melhor academia em assuntos internacionais, religiosos, islâmicos, muçulmanos, que oram nas horas corânicas, até aos fundamentalistas radicais, iemenitas, sunitas, xiitas, curdistas, que se ligam entre si por telemóvel explosivo que fazem todos os itas  e estranjas que estejam por perto, irem pelos ares, numa esplanada ou num autocarro. Não há, desde que Trump foi eleito presidente da maior Economia e mais poderosa Nação do mundo, crente ou disfarçado em entendido, em matéria fina e grosseira criada pelos governantes políticos de países ricos de charuto na boca, e outros pobres de calças na mão e de saco aonde esconde a marmita, a caminho das Misericórdias a buscar o pão, que não se pronuncie sobre as posições tomadas pelo recente chefe da Casa Branca e pelas ameaças que ele junta aos discursos twitados. Com tanta gente a fazer coro e a repetir o que se diz e se escreve, e com tal "sabedoria" emitir a hipotética verdade, ou a suspeita mentira que degenera quase em boato, nós, também sentimos que estamos apanhados por toda e tanta trumpalhada, que promete infernizar-nos a vida, como se até aos dias de hoje ninguém o tivese feito. Diz-se que irá ser levantado um muro numa fronteira do Mexicrime, para eliminar o banditismo, como se fosse a primeira vez que um presidente, fosse o primeiro, a ir lá colocar a assentar a primeira pedra, quando já lá existem milhares erguidas e estendidas. Que serão expulsos indivíduos dos EE.UU aonde nasceram e só falam inglês do faroeste, como se não tivéssemos já recebido recambiados de lá lusoamericanos que nunca tinham pisado outro solo, para os Açores, e que nem uma palavra em português soletravam. Diz-se que se vai combater o terrorismo-praga, que cresce e recrudesce pelas arábias primaveris e seus parentes que cheiram a pólvora e a petróleo, fornecido e explorado, pelos homens do charuto yank e de outros ricos industriais que se passeiam pelos resort´s milionários, e paraísos fiscais, grandes iates, e organismos bolsistas e especulativos, sem dó nem piedade. E sendo quase assim que as coisas estão acontecendo, eis que aparece um louro exótico, que sob o efeito das luzes mediáticas luxuosas e de belas companhias, que me põe a salivar, parece por vezes ser alaranjado, atiram-lhe com a autoria das mais diabólicas e mortíferas aventuras de mau gosto, e de indecifráveis efeitos, sem que o homem de costas largas, ainda tenha disparado ou enforcado nenhum Khadafi, Hussein, Assad ou outro xeique assim. E todos repetem por tudo quanto é esquina tosca e inquinada de imitação amacacada a desgraça anunciada. Ninguém do povo que sai da ida às compras e do McDonalds, sabe seja o que for sobre o homem forte dos E.U. mas todos dão opinião, que quase todos os analistas, correspondentes, jornalistas, noticiaristas dos media, se fartam de ler e reler das propaladas e veiculadas nas têvês tóxicas, pela imprensa estrangeira e mais próxima e mais presente, e acentuada importância. É minha ingénua impressão de que ainda vamos ter de agradecer uma vez mais, e outra, ao truculento presidente do Novo Mundo, por nos ajudar a varrer e a tirar o lixo que nos têm os líderes europeus despejado à nossa porta. Veremos. Mas veremos e sentiremos com mais ou menos dor, com mais ou menos pão. Em liberdade pois então!


    Trump...eições

    Ao que nos mostram as imagens divulgadas pelas têvês a partir dos E.U. centenas de pessoas estão revoltadas com a eleição do ricaço Donald, e dono de um dourado mealheiro, maior que uma qualquer torre de marfim. Tais grupos de pessoas vão para a rua (re)clamarem contra a Democracia. O vencedor das Eleições ocorridas na maior "democracia do mundo"(!), ao que parece, padece de legalidade, e não deve ser consentido governar, uma vez  que Posse já tomou, e não há volta a dar. Os americanos descontentes vão ter que aguentar. E aguentam, aguentam. Ai isso é que aguentam, tal como nós. Não é assim Ulrich? Donald Trump, o presidente escolhido pelo método democrático e admitido pela Constituição americana impõe que seja ele e não ela, a tomar em mãos os destinos da política norteamericana e a do mundo que se lhe submete ou dela depende, e os perdedores saltam para a rua, a fazer o espectáculo a que muitos até estão habituados pois é essa a sua função no dia-a-dia e por palcos iluminados, que ao mundo das artes pertencem e por tal são bem pagos. Uns cantam e tocam, outros exibem cartazes e mensagens, outros com menos imaginação fazem fogueiras e partem a loiça. O costume de quem é "democrata", mas não aceita os resultados saídos das urnas aonde os votos deram entrada e de onde saiu o vencedor legal, eleito pelos demais. Afinal o que é que querem estes controversos opositores, senão a destituição do louro-laranja, marido da bela e silenciosa ex-modelo, que o acompanha timidamente com um sorriso quase recolhido, arrastando o séquito multimilionário, e tão polémico, sem que ainda hajam provas em marcha, da sua política "jurada" maléfica? Talvez uma medida como a que foi tomada no Brasil, em que destituíram a Dilma para lá colocarem ou aceitarem de bico calado, e "democráticamente" o Temer, rei do país corrupto e do crime sem castigo? Será assim ou uma aberração parecida? Lembrem-se. Estamos na América!

    De volta aos braços da mãe e outros Contos



    - A minha Mãe morreu jovem, ainda na casa dos trinta anos. Eu não a conheci. O meu pobre Pai, ficou comigo e com mais três filhos pequeninos, em situação bem precária. Sapateiro de profissão, depois de ter levado uma vida em criança entre a fome e os piolhos, ter mendigado de porta em porta com um pau e um saco na extremidade, moço de servir em morgados ricos aonde lhe garantiam enquanto escravo, a côdea e a malga de sopa, tomou o caminho de moleiro montando com tenra idade, uma mula, que o levava à distribuição da farinha entre o moinho e o cliente, dormindo sobre o dorso da besta, naquele vai e volta. Foi crescendo e já adulto e obrigado à independência, pois descendia também da orfandade, sem ter conhecido o seu pai, meu avô, trabalhou para mudar o destino. E mudou. Fez-se homem, casou, e teve quatro filhos. A minha mãe morreu de doença ou como se diz agora, por erro médico. Outros tempos, muita ignorância. O meu Pai era analfabeto, como toda a sua família. A família da qual eu descendo. Era eu o mais novo dos rapazes, em que o mais velho só tinha sete anos, e era surdo-mudo.O meu Pai mandou-me para a escola, sítio que ele nunca conheceu. Ali aprendi a desenhar palavras e encavalitar números. Naquela miséria os números mesmo quando somados davam sempre resultados negativos. Foi entre aquela contas que sobrevivemos. Durante todo aquele "fado" nunca tivemos ajuda de nenhuma Instituição, nem quem nos desse um osso para roer. Umas tias também pobres iam ajudando no que podiam. Talvez alguma delas nos tivesse dado algum banho num dia mais sujo. Talvez nos tenham lavado umas cuecas mais gastas e até rotas, por onde saíam os gases. Talvez. Mas de uma coisa temos a certeza; nunca nenhuma Instituição da Segª Soc. nem um Juíz decretou roubar-lhe os filhos, que o meu Pai trazia sempre debaixo de olho, nos intervalos em que deixava as solas com cola e pregadas, a secar. Podem dizer agora, que naquele tempo, eram tempos diferentes. A Sociedade não estava "organizada" como hoje. Hoje? que "organização", que rouba os filhos aos pais em vez de os ajudar? O Amor entre pais e filhos tornou-se diferente? esta história ainda demorava muito tempo a ser contada. Mas vou abreviar. O meu Pai morreu de acidente, mais novo do que eu sou hoje, já pequeno comerciante, sem conhecer os meus filhos. Quase lhe vejo os seus olhos a brilhar lá onde quer que esteja a vigiar-nos. Imagino a sua alegria imensa, ao ver de lá, que os seus "netos" são hoje todos licenciados sem cunhas nem facilidades, pela U.P. em engª, arquitectª, e designer comuni窺 pelo ESBAP, e outras valências .Todos com excelente aproveitamento. Ninguém substitui um Pai e uma Mãe, mesmo quando estes também carregam o fardo das dificuldades em subsistir, e dar-lhes guarida. No entanto o Amor, resolve, como mais nada o consegue fazer nem substituir. Quase lhes contei o "Inferno de Dante". Agora peçam ao Hieronymus Bosch que faça um desenho. Completava bem, digam lá?

    E a culpa é?


    E a culpa é?

    16 FEV 2017 / 02:00 H.
      Eu não sei se a culpa é do SLBenfica, se é do Palhinha, ou só do Jorge Jesus. O que sei, é que fica para a história dos confrontos heróicos no campo de batalha da Luz, é que o clube encarnado de Lisboa e de águia ao peito, levou de vencida uns amarelados rapazes alemães, e com uma posse de bola ligeira, fez baixar a bolinha dos de Dortmund que a queriam só para eles, e pregou-lhes uma partida nesta terça feira, que não era de Entrudo, mas apenas de preparação, para o dia que há de chegar e a festa se irá fazer, com banda e tudo. Creio adivinhar que a equipa que veste quase à S C Beira-Mar, apanhou um banho de surpresa, quando viu na baliza encarnada, um jovem tatuado sabe-se lá desde onde e até ao pescoço, defender tudo o que lhe atiravam como agulhas venenosas, capazes de lhe atravessar o coiro, e violar a sua zona de conforto, ou seja a sua baliza, lugar aonde ele também dança o samba e nega-se a dar capoeira. Ederson - assim se chama o guarda redes do SLB, deu um show, numa noite memorável, para germânicos mais tarde recordarem, num estádio colorido e embandeirado, que os fará dormir mal, só em pensar como é que é possível com tantas oportunidades de virar o resultado a seu favor, viu e revirá já em casa, com é que um só homem vestido de branco como um anjo, os segurou e os amarrou aos postes da derrota. Na frente do ataque, um grego, com uma barbicha caprina, bastou para fazer o resto. Marcar o golo heróico que o seu colega e outro brasileiro e veterano nestes desfiles em “sambódromo”, Luisão, muito o mereceram. Grande espectáculo, cheio de luz e emoção. A culpa afinal é do Benfica!