Dois "jihadistas" que se sentam nas últimas cadeiras da
"al-shura" de S.Bento, lá no retiro aonde se afina a esperteza e o
oportunismo e onde se pode ler os jornais e revistas de conteúdo terrorista -
Couto dos Santos e José Lello(com dois LL como legionella), militantes
dos partidos do arco da corrupção, que os julgávamos já abatidos ao
efectivo de tais formações políticas - conjuraram um plano para assaltar os
cofres do Estado ou seja os bolsos dos portugueses. Não satisfeitos com os
rendimentos que auferem provenientes dos muitos anos de parasitismo que
prestaram a bater palmas e a dar vivas "à cristina" enquanto
foram chamados a arrumar papéis num consulado ou enquanto deputados e nas
funções apagadas que lhes coube em tempos, gizaram recuperar uma proposta que
lhes permitia acumular mais uns cobres ao que já levam para casa sem mérito
algum, apelidadas de subvenções vitalícias que Sócrates abolira, sem a menor
vergonha mas com a maior lata. Alertados para as dificuldades, roubos e
sacrifícios que o povo que labuta sofre desde a enxada à padiola, que sangra à
procura de pão e emprego, estes dois jihadistas carregados com um projecto
próprio dos irmãos metralha, amarrado à cintura para fazer explodir o país, não
se coibiram de o apresentar para aprovação sem pejo nem pestanejo e pingo de
pudor como duas pécoras batidas. Prontamente condenados por gente com voz e de
moral elevada, por deputados com o sentido da honra e que se sentam também no
hemiciclo aonde tais personagens estorvam e ocupam lugar, os dois jihadistas lá
retiraram sem convicção tal projecto bombista, que até se pode considerar apenas adiado. Se
estes dois elementos que se servem da democracia para sacar o que podem, por
que razão, se acham que ganham pouco e necessitam de um ou mais complemento de
reforma, não se inscrevem na Remax e se dedicam ao Imobiliário que rende ouro
pelos vistos, que permite fácilmente um encaixe de mais de mil e cem
milhões de euros e alguns berbicachos, ou então não arranjam forma de levar a
leilão um ou mais chapéus de dois bicos saídos da cabeça iluminada de Pauleão
Portaparte que rendem sem criar turbulência, com menor risco e esforço mais
de mil e oitocentos milhões de euros, e assim serviam melhor o país e o povo
que lhes paga o salário?
domingo, 23 de novembro de 2014
terça-feira, 11 de novembro de 2014
A "Legionébola"
A nós portugueses acontece de tudo, mas sobretudo do todo quanto é mau.
Agora que estavamos todos de piquete e avisados até ao tutano para o mal do Ébola,
febre que vem matando desde a Serra Leoa até aos EUA, e já nos esfrega as
fronteiras, o governo da nação, o ministro Macedo mais o incansável porta voz
de tais febres - o especialista Francisco George à frente de tal legião- saíram
em campanha a equipar os hospitais e unidades de saúde, a consciencializar e a
formar técnicos para lidar com o "mal ruim e fatal", a distribuir
fardas especiais e escafandros à prova de bactéria com origem em morcegos que
saltam de macaco em macaco, mas dos que não entram nos parlamentos, eis que
surge um surto de febre cega que não constava das preocupações dos Técnicos
diplomados, mas que já matou mais pessoas no país deste sul do sol turístico,
do que naquelas terras de onde chegavam notícias e aonde tinham vítimas internadas
e sem solução ou soro capaz de os tirar daquele "mal ruim", e que
haviam viajado até aos países originários do mal e que lá o pegaram. Está visto
que nós em vez de sorte apanhamos é um surto daqueles que nem água a ferver nos
descansa, e que julgavamos ser doença medieval, como a tuberculose que ainda há
pouco tempo regressou, nos surpreendeu e afligiu. Coincidiu com o aumento da
miséria, mas só coincidiu por acaso. Não sei se foi a Ana Salazar quem desenhou
os fatos protectores para vestir os técnicos de saúde destacados para o combate
ao Ébola e também desconheço se eles foram exibidos nas TVs por craques da
bola. Mas se foram podemos estar seguros pois a estilista não deixou buraco ou
racha à mostra que permita deixar penetrar a bactéria que não escolhe claque
aonde se alojar e pregar uma partida. Enquanto isto, que não é dado como certo,
todos os dias, teorizavam nos órgãos de comunicação social os nossos altos
responsáveis sobre a tal febre hemorrágica e oriunda lá da selva, e agora que
se deparam com uma infecção ou a doença dos legionários, vulgo legionella,
andam às aranhas sem saber o que fazer. Com a água que salpica por aí, e com
estes Executivos no encalço das gotículas maléficas mas com aspirações, vamos
acabar por ter mais mortos do que aquele causado pelo mal africano, e que
passará a ser conhecido por "a legionébola". Aqui a nossa
originalidade para a qual a Ana Salazar terá que redesenhar novos fatos, e
próprios para um país doente e sujeito a todos os perigos internos e externos,
com governantes que mesmo lavados com lexívia pura, será sempre reconhecido
como uma(s) nódoa(s). De qualquer modo, um dia destes irão surgir nas TVs um e
mais outro ministro a dizer que o país está melhor, e as funerárias estão a
facturar bem, ao mesmo tempo que na Guarda, em Bragança, em minha casa, todos
os dias os pedidos de ajuda para matar a fome aumentam, e se nos derem o pão
desejado ficamos receosos de o poder comer à vontade e acompanhado de água suspeita. Somos mesmo uns
nódoas, governados por gente contaminada!
quinta-feira, 6 de novembro de 2014
"A Merkelatura a mais"
Ignoro em que é que a srª Merkel é licenciada, e nem me dei ao trabalho de ir à net pescar qualquer nota curricular a esse respeito, mas acredito que se a kanzler tem uma Licenciatura ou um qualquer Doutoramento, simples Mestrado, ele foi conseguido por detrás da "cortina e arrancada a ferros" e de bico calado, de maneira que lhe foi impossível ver e ouvir bem de um lado para o outro, quando carregava debaixo dos braços os livros que a tornaram académica e a encaminhou até à Chanceleria da unificada Alemanha onde o "trabalho liberta e dá saúde". De quase toda a minha família de onde descendo não há um só membro que saiba ler uma letra do tamanho de um submarino polémico, e desde o regime de Abril de 74, mentiroso e falido nos dias de hoje, em Portugal continuam a existir famílias inteiras que são analfabetas, embora já tenham frequentado a Escola obrigatória, estágios, cursos de cursos mas insuficientes e doentes, o que as mantêm na noite antiga, derrubada mas teimosa, no desconhecimento, na iliteracia, de tal modo que os impede ainda de preencher sequer um impresso do "bêàbá", excepto os boletins do toto-jogo, e de comprarem raspadinhas e um bilhete de partida para a estranja a braços com mão de obra que se sujeita e escraviza - Por exemplo para a Alemanha, rica e pouco solidária, mas muito arrogante e até racista e xenófoba. É provável que a dita presidente do reinshtag ariano, educada que foi ao lado do senhor Honecker, tenha aprendido a ser pelo menos desinibida, não ligar a modas, e até de usar interiores do tempo da avó, isto a avaliar pelo corte do seu uniformrock ou jackett repetitivo, próprio para montadas mas não de montarias em portugueses de puro sangue e com olhos e cabelo de mil cores. Mas daí até mandar recados do tipo de que nós por cá temos licenciados a mais, e com isso querendo manter-nos na aptidão básica que só nos capacite lavar pratos, limpar latrinas, ou permita apertar parafusos nas oficinas germânicas a baixo custo salarial, ou ter medo que um luso emigrante evoluído, cientista reconhecido e inserido na sociedade alemã chegue um dia a Kaiser, como um negro chegou à presidência dos EUA, vai um grande abuso, uma ingerência grosseira, um diktat ordinário e reprovável que merece resposta firme e sem qualquer pudor. O que ela devia saber, é que aquilo que os portugueses têm a mais, é uma coisa, uma aptidão, que os atrapalha entre pernas e que no mínimo mede 18cm(!), e que de vez em quando precisa de um transvase em Bona ou em Berlim, e por isso lá vai ele de mala aviada e de pau feito com a ferramenta pronta a trabalhar, e até aparar-lhe a relva se ela a tiver por rapar. Aí não precisamos de qualquer abono ou licenciatura, mas sim de empenhamento e firmeza, e que nos paguem como é exigível. O serviço será bem feito e satisfatório mesmo!
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