segunda-feira, 30 de junho de 2014

Comportamentos

Dinis Dias, DD, é um jovem futebolista natural de Monção que joga a médio no clube minhoto, o Vitória de Guimarães, cidade-berço da nação. Luís Suárez, é um dos melhores futebolistas uruguaios, um bom atacante que joga em Inglaterra no Liverpool. É bem pago, é "Bota de Ouro", e integrava a sua Selecção de Futebol no Mundial do Brasil 2014. Dinis Dias enquanto corria nas margens de um rio para manter a forma física e ao mesmo tempo que ouvia música, apercebeu-se de que dois jovens estavam em apuros e prestes a afogarem-se, saíu da ecopista de Salvaterra, cerrou os dentes, e atirou-se à água para "salvarhomens", o que fez com êxito. Luís Suárez deixou de correr atrás da bola porque foi expulso do Mundial em que participava e sem salvar coisa nenhuma regressou ao Uruguai e à sua casa, e foi recebido com pompa por uma multidão que estava à sua espera e que mereceu até a atenção do Presidente do seu país, o que não aconteceu com a Selecção das Quinas, que quando partiu de cá para o Brasil, carregava um sonho e chegou amaldiçoada e sem honra, e só aplaudida pelos familiares que os aguardavam. Luís Suárez, artilheiro perigoso agora alvo de sanção dura e séria, pelo contrário, provou que até à dentada defendeu a sua "Equipa", ao jeito daqueles adeptos do norte, que dizem -"até os comemos". A multidão reconheceu o esforço e fez mesmo assim questão de o saudar à chegada. DD, jogador português ainda sem fama e pouco proveito, também regressou a casa, mas com o seu feito corajoso e até heróico, num gesto usando a alma e os braços, não tinha ninguém a aguardá-lo para o felicitar, e jornalistas, comentadores e televisões também não. Todos por cá continuaram a falar do joelho do Ronaldo, do “gelo” que vai pelo país, do uruguaio famoso suspenso e da sua mordidela no ombro de um jogador italiano ferrado e desclassificado, que continua vivo, de boa saúde e já em casa a divertir-se como se nada fosse, gozando a vida. Luís Suárez voltará a ser aplaudido e homenageado - quem sabe! Dinis Dias voltará à marcha junto ao rio e com os auscultadores nos ouvidos retomará a música no compasso interrompido.


quinta-feira, 26 de junho de 2014

"Falha ética"

A decisão dos juízes de uma "relação" de Lisboa, de repente delibera, que um recluso quase arrependido(!) vale por dois homens íntegros e honestos. E mais ainda se esse personagem estiver em boa forma física capaz de abraçar uma carreira de consultor e até de retomar depois da poeira judicial assentar, o seu lugar na sociedade dos governantes de avental e colar, no comando a régua e esquadro de autarquia saudosa, de mandar umas baforadas para o ar saidas de um charuto atrevido e demagogo, a formar uma nuvem que não nos deixe enxergar direito o que de torto há nesta recambolesca matéria com sentença anexa. O presidente de uma Fundação com nome pombalino, bateu as asas e foi posto em liberdade limitada, mas tem assegurado o pão com fiambre, manteiga e caviar regado com "Alvarinho" no mínimo. Uma reforma para já de 2800 euros não são trocos, a que se juntarão os rendimentos obtidos na promissora tarefa de consultadoria, sempre há-de dar para juntar mais um queijinho da serra. Aprendamos todos com quem sabe destas coisas ligadas às falcatruas sem taxímetro ligado, e não temam por cadeia pois está visto que quem sai de lá, trás uma "experiência enriquecedora e que merece ser contada em livro, até por motivos pedagógicos". Aprendamos mais. Pelo vistos, há gente capaz de enriquecer esteja aonde estiver. Não é o meu caso. Sempre que estou ou saio de casa dizem os governantes da nação, que estou em dívida e por isso mais pobre. Para dar a volta a tal situação, lembrei-me também de tirar um curso extra-escolar de Educação Física, que me dê os atributos musculados que me faltam, de forma a estar melhor preparado para fugir às polícias quando for perseguido por fuga ao Fisco, à Segurança Social ou outra qualquer "falha ética", que agora me escapa. A lição maior a tirar, é que vale a pena estar detido numa penitenciária lusa, atenciosa, já que todo o tempo que lá passamos dá numa consciencialização crítica, cheia de assunto misterioso e moral romanesca, a publicar em breve por editora perspicaz. Prova de que compensa publicar o crime, e que não se deve dar por perdido esse tempo de reclusão, de pena leve ou de clausura privilegiada(!). Sendo que o saldo é positivo e nos torna num homem novo, sem arrependimento nem mancha, digamos - mais branqueado dos pés à cabeça!


terça-feira, 24 de junho de 2014

A propaganda e o fracasso

Excepto a sardinha assada pelo S.João, não há nada que saiba tão bem aos adeptos do arraial e do espectáculo, como arranjar desculpas ou inventar casos serôdios para justificar a mediocridade e o fracasso numa missão, e assim aliviar as responsabilidades aceites e cometidas. E por que é que se repete tal necessidade sempre connosco? Será por causa de uma qualquer lesão antiga das guerras com Castela e que ainda não foi detectada? Será da incompetência dos fisioterapeutas que a não cuidaram como devia ser com azeite a ferver e o bacalhau recomendado na gastronomia aconselhada e que o tinham entre-mãos e na ementa para uso em terras cariocas? A equipa médica demitiu-se porque o ministro não os atendeu como eles exigem e quem pagou as consequências foi a Selecção Nacional? Será dos comentadores que invadiram as Tv´s, e à volta das mesas que enchem o ecrã 24 sobre 24 horas, e intoxicaram com as suas opiniões (erradas quase sempre), e só criaram confusão na cabeça do treinador das tácticas e baralhou os movimentos e as pernas dos jogadores? Nada disto meus senhores! Somos simplesmente o mais fraco colectivo do Mundial 2014 e na condução federativa das coisas da Bola, mas muito gabarolas e vaidosos nos penteados e nos bólides à porta dos hotéis. O que é que há de estranho nisto tudo?


segunda-feira, 23 de junho de 2014

A fantasia colectiva

A serenidade voltou e com ela todos regressam a casa. A bandeira foi recolhida, a pala do boné virou-se para o sítio certo, as quinas e os castelos vão continuar guardados para enfrentar próximas batalhas. As conquistas de novo virão em forma de promessas, mas só nos amanhãs da fantasia renascida que será recriada pelos media até ao tutano, sendo certo que ganharemos sempre tudo antes de tudo começar. Somos assim. Um misto de nacionalistas e de ingénuos, com comentários a roçar a idiotia, de que a imprensa escrita e a da imagem usa e abusa com fins de negócio e dentro da ética do “mercado mercantilista”. Mas agora que a normalidade enfrenta a realidade, talvez voltemos às coisas que tornam os dias sérios, tal como eram antes de nos armarmos em campeões de tudo e de nada, e possamos com mais calma ir até à caixa do correio, e com olhos de ver, tirar de lá as contas para pagar que entretanto chegaram, e são da luz e da água, e são do fisco e do banco e da seguradora, e são do senhorio que reclama do atraso, e são da ameaça do desemprego, do filho reivindicador de maior atenção, da protecção que acabou e que subsidiava o infantário e escola, da recolha alimentar contra a fome, da factura da oficina-auto, das prestações do plasma que foi adquirido só por causa da bola que escorregava na humidade do ar e na relva da amazónia, e... ah! o processo de divórcio caro e infindável. Com isto neste pé a bola da angústia não nos larga, e na garganta manter-se-à a secura dos dias da véspera em que tudo se quis esquecido. Se resolvermos na melhor direcção este jogo que nos faz calos nas mãos e bolhas no coração, esta carga de trabalhos que nos espera, talvez sejamos verdadeiramente os "melhores do mundo"- Esteja o calor ou o frio que estiver!



domingo, 22 de junho de 2014

Quem tem Messi tem o Mundo

Quem tem Messi tem o Mundo

 -Quem assistiu pela TV no sofá doméstico ou num cenário mais colectivo e ambiente acalorado, pode afirmar que no jogo que pôs frente a frente a Argentina e o Irão, levantou-se com um sentimento de que alguma injustiça sempre acaba por acontecer. O Irão e Carlos Queiroz não mereciam sair para o balneário apetecível debaixo da derrota. O Irão não merecia perder e até desperdiçou boas oportunidades de vencer a partida, o que constituiria a grande surpresa deste Mundial. Mas o que se conclui claramente depois de tudo que se viu, é que a diferença está em quem tem o melhor jogador do Mundo e quem não tem. O Irão não possui nas suas fileiras qualquer nome sonante, digno de constar nos compêndios do desporto rei, enquanto a Argentina tem um atleta superior, que é do outro mundo e que se chama Messi;- Lionel Messi. O que faz a tal enorme diferença. O resto, "árbitro p´raqui e penalti pr´acolá" é conversa de "chacha" para diminuir o impacto da figura maior do Futebol Mundial.Quem tem Messi tem a solução para a "caspa" mais difícil, quem não tem só tem paleio, shampô e gel sem produzir qualquer resultado!


sexta-feira, 20 de junho de 2014

O C.D da TV

Dava tudo para saber pronunciar-me sobre uma qualquer matéria, por exemplo o acto de escrever, com a qualidade, convicção, dinâmica, profundidade e sei lá mais o quê, como o faz através da fala, Carlos Daniel(CD), jornalista do primeiro ao último gene, no que diz respeito a Futebol. Ele, como nenhum outro, consegue saber e palrar tudo sobre qualquer equipa e sobre qualquer jogador que anda, corra ou pene aí pelo mundo, desde a "armenistão até ao práquistão passando por maltistão". Ele é um babilónio na área. Se o saudoso professor "Bitaites" ainda estivesse entre nós, apelidá-lo-ia de "o beethoven-comentador-analista- dos-toques-supra e dos passes-maxi-da-bola-redonda-e-de-todos-os-esféricos-mágicos”. Nenhum pormenor lhe escapa acerca de qualquer atleta nascido ou por nascer e clube que venha à baila com movimento neste planeta ou fora dele. Nenhuma enciclopédia comporta aquele saber. E se lhe der espaço, ele quando é chamado ao quadro, e então aí sim, é o êxtase. Ele nem precisa de ponteira ou raio laser para indicar a manobra táctico-técnica, o balanço da jogada, o bascular do posicionamento, a alternativa ou outra resultativa em maior aproveitamento. Junto ao quadro electrónico os círculos indicam-lhe o caminho, param o movimento, arrancam na direcção desejada e ao pormenor. Nem dez freitas lobo, nem doze ruis tovar, quinze alves dos santos, e vinte mários zambujais lhe chegam aos calcanhares. Nem que fossem capazes de uma simples trivela, um passe de letra, uma subtileza rara enfim só própria dos “pingas e garrinchas”, como as apreciadas e narradas por ele. O C. D é mesmo o supra-sumo do comentário, da análise mais sofisticada do Futebol, que esmaga por completo todo e qualquer treinador profissional e viajado pelos "team´s" de maior dimensão, que se lhe atravesse nos estúdios de canal especializado em tão elevada cultura que o ecrã expõe. A táctica adoptada por estes e para que não fiquem com aquele ar basbaque (aconselho agora eu), deve ser à defesa assim que ele se aproximar para intervir. Ele é um transportador de jogo teórico, de play-station, um maestro, um artífice, um patrão a meio e no resto do campo televisivo. Ele sabe e domina como ninguém a Ciência do Futebol e o que vai nos seus bastidores. Não se metam com ele, que tal atitude é pior que se meterem com o Pepe ou o Bruno Alves. "Com o CD, quem ganha nunca é você"!


sexta-feira, 13 de junho de 2014

O "Mundial 2014 da mentira"

A capa do diário Público, jornal que o temos como sério, tomou como legenda para a foto de capa sobre o Mundial do Brasil, país anfitrião e organizador de muita bagunça a par de tanta criatividade, a expressão em rima "brasil começa a sofrer e acaba a vencer". Tal legenda suscitou-me de imediato estas duas rimas que se parecem ou vão dar ao mesmo - " com mais um árbitro ladrão, Brasil será campeão", e esta -" com um árbitro assim, brasil vai até ao fim". E se não bastasse a expressão que faz capa, logo ao virar da página, a "poesia" do Público continua;- É carnaval? É arraial? Não, é o Mundial". A esta nós contrapomos com ;-"Não, é um roubo de catedral". A Croácia, que se estreou a levar com o apito aldrabão que desvirtuou a verdade do jogo e o que nele se passou, leva-nos a pensar que o Brasil do mensalão, de Lula, e agora da sua sucessora presidente Dilma Roussef, roçou a esfera da influência e da forjagem do resultado com o mesmo jeito com que desenvolveu e construíu os doze cenários aonde se vão disputar os jogos que o calendário determinou, mas que serão doze arenas de s.paulo, sempre que o jogo seja disputado contra o país organizador da Copa e primeiro beneficiário da desonestidade no resultado alcançado na estreia, que meteu samba mas acabou com palhaçada. Sabemos que o Brasil, se relaciona muito bem com o Japão e os turistas japoneses não são de deitar fora antes do tempo. Para quem tivesse dúvidas este comportamento do árbitro japonês, Nyuchi Nishimura, com nome que assentava bem em gato ou até em panda, vai ficar para a história pela sua prestação e decisões ajuizadas com olhos que não enxergam direito, que há quem diga até que  puseram os nossos olhos em bico, após terem sido esforçados a ver o que se passou no Estádio Arena, onde a relva tremeu ao 0-1 para a Croácia e um 0-2 mal anulado e não por causa dos AC/DC ao som do seu Thunderstruck. Tema e realização que soou a mentira e assombração na cerimónia da inauguração. Rima e é verdade!



quarta-feira, 11 de junho de 2014

O fraco 10 de junho

Ainda hoje está por se saber se a indisposição sofrida pelo homem que na cerimónia de distribuição de títulos e medalhas, condecorações de e às ordens de feitos mais ou menos desconhecidos, se deve ao facto de não constar o meu nome na lista das nomeações. O homem incumbido de tal competência, penso eu, quando se apercebeu de tal falha, deu-lhe um treco e teve que ser de pronto amparado e socorrido pelos guarda-costas, estratégicamente ali em missão. Cousa afinal a que está habituado desde longa data, muitos dez-de-junho, de Camões e de outras relevantes personalidades em várias e bastas áreas. Áreas, que não eram própriamente aquelas aonde se amontoaram pessoas anónimas, empunhando cartazes denunciadores de protesto contra a política nacional que faz pobres e marginalizados históricos, e ao mesmo tempo figuras e figurantes reconhecidos e recompensados, sabe-se lá por quê, que se riqueza for, ela não chega a casa do desgraçado. Mas a cerimónia decorreu quase perfeita, não fosse estes percalços: - a falta de uma condecoração de mérito que devia ser-me destinada, o desmaio imprevisto da Excelência quando detectou o erro no discurso oficial, e a manif perseguidora provocada por gente irritante e gritante, que não quer ir ao chão sem dar luta ou mandar recado do descontentamento que carrega na vida. E que nem sequer com tal Excelência dobrada sobre si mesma e suportada pelas forças fardadas, fizeram uma pausa ou abriram uma trégua aos protestos por medidas e leis que os esmagam. Assim, a minha interrogação, que dúvida é, prende-se com o motivo ou a causa que levou quase ao tapete o dono-das-medalhas, incumbido de as distribuir com elevação na cidade mais alta de Portugal, e no seu dia de maior significado. Reflecti, equacionei, voltei a somar e a dividir, e após este exercício matemático, este trabalho todo, regressei ao óbvio já apontado - que foi pelo facto de me terem subtraído e afastado das nomeações por obras valorosas, é que deu aquela fraqueza repentina ao responsável máximo que presidia ao acto nacional e tornou o dia numa imagem simbólica que correrá mundo sobre o estado da nação. Mas quem sou eu afinal, para merecer subir ao palco aonde se senta a elegância com a bandeira na lapela por um lado, e a autenticidade e o valor por outro, reconheça-se? Apenas aquele que trabalha e mantém o País de pé, que sofre e sangra, que é roubado, descrimininado, e desrespeitado continuamente - O Povo. Simplesmente!


quinta-feira, 5 de junho de 2014

"meireles" só há um!

Querem fazer-nos crer de que somos todos "meireles". Mas não somos, não! Nem todos nos prestamos ao papel de palhaço. Porém espalham-se por aí imagens ridículas que espelham em pose de degradação o estado do país, presidido por um eleito "meireles" conhecido por comer com a boca toda, e de vender avisado acções à velocidade do coiote "bip-bip", e agora também por se dedicar mais a participar em "selfie´s" do que aos problemas de governação. O circo montado e que se tornou já anedota nos media e nas redes sociais, bem pode exibir os sorrisos e os dentes todos com que nos comem por lorpas e escondidos debaixo de barbas com poucas variações, de confusas e parolas tatuagens, que nós os pobres, doentes, desdentados, sem emprego, sem eira nem beira, sem apoios sociais, saberemos o click aconselhado oportuno,  tirar-lhes o retrato bem focado que os defina como artistas rascas que não merecem o nosso aplauso. Até lá, eles que se vão divertindo!


segunda-feira, 2 de junho de 2014

Nem só de regueifa vive Valongo

É imperioso que se fale sobre acontecimentos, outros, que marcam a vida de muitos portugueses agora que o relógio de Portas parou de contar misérias. É tempo de enaltecer factos bem mais dignos de serem contados, de gente e população que apresenta resultados com especial grandeza. Deixemos de falar em eleições para lugares suspeitos cá e na europa, dos trambolhões dentro do PS, do desânimo que percorre o PSD/CDS, do corroído governo da nação, da queda de popularidade do PR, das "bombas" de luxo dos jogadores da selecção nacional que vai passear ao Brasil, do Jorge Jesus e da sua relação com a arte de Paula Rego e a Eça de Queiroz, e debrucemos-nos antes na "festa que festa foi" que entrou para a história do Desporto numa terra vista como de passagem para a Cidade Invicta, e que actualmente serve de dormitório à dita, e que até hoje era quase só conhecida pela qualidade da sua regueifa famosa, ou por ser caminho para Santa Rita. Falemos então aqui e agora de - Valongo. Mas mais simplesmente da sua equipa e de todo o colectivo, onde rola sobre rodas o hóquei em patins, e que viu chegada a hora que o relógio da humildade, registou, que lhes deu entrada na Galeria dos Campeões, merecidamente, e não num qualquer museu de bonecos de cera exibidos  até à exaustão. Tal "feito histórico" só se consegue com grande unidade, cooperação, identidade, trabalho a valer,organização séria, e muito muito apoio dos seus adeptos, que não faltaram a apoiar tal eleição ao título cobiçado, e encheram o seu pavilhão. Ali entusiasmados até ao rubro, levaram à vitória a sua Equipa, que bateu sem apelo nem agravo o mais candidato e mais bem posicionado clube da modalidade e detentor de outros alicerces, por um resultado evidente de 5-3 - o vizinho F.C.Porto. Vivam tais heróis e o hóquei do ADN- Associação Desportiva de Valongo, onde não se paga ou não se ganha para Porches nem Bugattis, e onde se vai a pé treinar e jogar, se for preciso. Rapazes que rolam assim até à grandeza sem vaidade, merecem os maiores louvores e serem mais notícia que qualquer shampô para a caspa que vai na cabeça de um jogador. Parabéns!