Dinis Dias, DD, é um jovem futebolista natural de Monção que joga a
médio no clube minhoto, o Vitória de Guimarães, cidade-berço da nação. Luís
Suárez, é um dos melhores futebolistas uruguaios, um bom atacante que joga em Inglaterra
no Liverpool. É bem pago, é "Bota de Ouro", e integrava a sua
Selecção de Futebol no Mundial do Brasil 2014. Dinis Dias enquanto corria nas
margens de um rio para manter a forma física e ao mesmo tempo que ouvia música,
apercebeu-se de que dois jovens estavam em apuros e prestes a afogarem-se, saíu
da ecopista de Salvaterra, cerrou os dentes, e atirou-se à água para
"salvarhomens", o que fez com êxito. Luís Suárez deixou de correr
atrás da bola porque foi expulso do Mundial em que participava e sem salvar
coisa nenhuma regressou ao Uruguai e à sua casa, e foi recebido com pompa por
uma multidão que estava à sua espera e que mereceu até a atenção do Presidente
do seu país, o que não aconteceu com a Selecção das Quinas, que quando partiu
de cá para o Brasil, carregava um sonho e chegou amaldiçoada e sem honra, e só
aplaudida pelos familiares que os aguardavam. Luís Suárez, artilheiro perigoso
agora alvo de sanção dura e séria, pelo contrário, provou que até à dentada
defendeu a sua "Equipa", ao jeito daqueles adeptos do norte, que
dizem -"até os comemos". A multidão reconheceu o esforço e fez mesmo
assim questão de o saudar à chegada. DD, jogador português ainda sem fama e
pouco proveito, também regressou a casa, mas com o seu feito corajoso e até
heróico, num gesto usando a alma e os braços, não tinha ninguém a aguardá-lo
para o felicitar, e jornalistas, comentadores e televisões também não. Todos
por cá continuaram a falar do joelho do Ronaldo, do “gelo” que vai pelo país,
do uruguaio famoso suspenso e da sua mordidela no ombro de um jogador italiano
ferrado e desclassificado, que continua vivo, de boa saúde e já em casa a
divertir-se como se nada fosse, gozando a vida. Luís Suárez voltará a ser
aplaudido e homenageado - quem sabe! Dinis Dias voltará à marcha junto ao rio e
com os auscultadores nos ouvidos retomará a música no compasso interrompido.
segunda-feira, 30 de junho de 2014
quinta-feira, 26 de junho de 2014
"Falha ética"
A decisão dos juízes de uma "relação" de Lisboa, de repente
delibera, que um recluso quase arrependido(!) vale por dois homens íntegros e
honestos. E mais ainda se esse personagem estiver em boa forma física capaz de
abraçar uma carreira de consultor e até de retomar depois da poeira judicial
assentar, o seu lugar na sociedade dos governantes de avental e colar, no
comando a régua e esquadro de autarquia saudosa, de mandar umas baforadas para
o ar saidas de um charuto atrevido e demagogo, a formar uma nuvem que não nos
deixe enxergar direito o que de torto há nesta recambolesca matéria com
sentença anexa. O presidente de uma Fundação com nome pombalino, bateu as asas
e foi posto em liberdade limitada, mas tem assegurado o pão com fiambre,
manteiga e caviar regado com "Alvarinho" no mínimo. Uma reforma para
já de 2800 euros não são trocos, a que se juntarão os rendimentos obtidos na
promissora tarefa de consultadoria, sempre há-de dar para juntar mais um
queijinho da serra. Aprendamos todos com quem sabe destas coisas ligadas às
falcatruas sem taxímetro ligado, e não temam por cadeia pois está visto que
quem sai de lá, trás uma "experiência enriquecedora e que merece ser
contada em livro, até por motivos pedagógicos". Aprendamos mais. Pelo
vistos, há gente capaz de enriquecer esteja aonde estiver. Não é o meu caso.
Sempre que estou ou saio de casa dizem os governantes da nação, que estou em
dívida e por isso mais pobre. Para dar a volta a tal situação, lembrei-me
também de tirar um curso extra-escolar de Educação Física, que me dê os
atributos musculados que me faltam, de forma a estar melhor preparado para
fugir às polícias quando for perseguido por fuga ao Fisco, à Segurança Social
ou outra qualquer "falha ética", que agora me escapa. A lição maior a
tirar, é que vale a pena estar detido numa penitenciária lusa, atenciosa, já
que todo o tempo que lá passamos dá numa consciencialização crítica, cheia de
assunto misterioso e moral romanesca, a publicar em breve por editora perspicaz.
Prova de que compensa publicar o crime, e que não se deve dar por perdido esse
tempo de reclusão, de pena leve ou de clausura privilegiada(!). Sendo que o
saldo é positivo e nos torna num homem novo, sem arrependimento nem mancha,
digamos - mais branqueado dos pés à cabeça!
terça-feira, 24 de junho de 2014
A propaganda e o fracasso
Excepto a sardinha assada pelo S.João, não há nada que saiba tão bem aos
adeptos do arraial e do espectáculo, como arranjar desculpas ou inventar casos
serôdios para justificar a mediocridade e o fracasso numa missão, e assim
aliviar as responsabilidades aceites e cometidas. E por que é que se repete tal
necessidade sempre connosco? Será por causa de uma qualquer lesão antiga das
guerras com Castela e que ainda não foi detectada? Será da incompetência dos
fisioterapeutas que a não cuidaram como devia ser com azeite a ferver e o
bacalhau recomendado na gastronomia aconselhada e que o tinham entre-mãos e na
ementa para uso em terras cariocas? A equipa médica demitiu-se porque o
ministro não os atendeu como eles exigem e quem pagou as consequências foi a
Selecção Nacional? Será dos comentadores que invadiram as Tv´s, e à volta das
mesas que enchem o ecrã 24 sobre 24 horas, e intoxicaram com as suas opiniões
(erradas quase sempre), e só criaram confusão na cabeça do treinador das
tácticas e baralhou os movimentos e as pernas dos jogadores? Nada disto meus
senhores! Somos simplesmente o mais fraco colectivo do Mundial 2014 e na
condução federativa das coisas da Bola, mas muito gabarolas e vaidosos nos
penteados e nos bólides à porta dos hotéis. O que é que há de estranho nisto
tudo?
segunda-feira, 23 de junho de 2014
A fantasia colectiva
A serenidade voltou e com ela todos regressam a casa. A bandeira foi
recolhida, a pala do boné virou-se para o sítio certo, as quinas e os castelos
vão continuar guardados para enfrentar próximas batalhas. As conquistas de novo
virão em forma de promessas, mas só nos amanhãs da fantasia renascida que será
recriada pelos media até ao tutano, sendo certo que ganharemos sempre
tudo antes de tudo começar. Somos assim. Um misto de nacionalistas e de
ingénuos, com comentários a roçar a idiotia, de que a imprensa escrita e a da
imagem usa e abusa com fins de negócio e dentro da ética do “mercado
mercantilista”. Mas agora que a normalidade enfrenta a realidade, talvez
voltemos às coisas que tornam os dias sérios, tal como eram antes de nos
armarmos em campeões de tudo e de nada, e possamos com mais calma ir até à
caixa do correio, e com olhos de ver, tirar de lá as contas para pagar que
entretanto chegaram, e são da luz e da água, e são do fisco e do banco e da
seguradora, e são do senhorio que reclama do atraso, e são da ameaça do
desemprego, do filho reivindicador de maior atenção, da protecção que acabou e
que subsidiava o infantário e escola, da recolha alimentar contra a fome, da
factura da oficina-auto, das prestações do plasma que foi adquirido só por
causa da bola que escorregava na humidade do ar e na relva da amazónia, e...
ah! o processo de divórcio caro e infindável. Com isto neste pé a bola da
angústia não nos larga, e na garganta manter-se-à a secura dos dias da véspera
em que tudo se quis esquecido. Se resolvermos na melhor direcção este jogo que
nos faz calos nas mãos e bolhas no coração, esta carga de trabalhos que nos
espera, talvez sejamos verdadeiramente os "melhores do mundo"- Esteja
o calor ou o frio que estiver!
domingo, 22 de junho de 2014
Quem tem Messi tem o Mundo
Quem tem Messi tem o Mundo
-Quem assistiu pela TV no sofá doméstico ou num cenário mais colectivo e ambiente acalorado, pode afirmar que no jogo que pôs frente a frente a Argentina e o Irão, levantou-se com um sentimento de que alguma injustiça sempre acaba por acontecer. O Irão e Carlos Queiroz não mereciam sair para o balneário apetecível debaixo da derrota. O Irão não merecia perder e até desperdiçou boas oportunidades de vencer a partida, o que constituiria a grande surpresa deste Mundial. Mas o que se conclui claramente depois de tudo que se viu, é que a diferença está em quem tem o melhor jogador do Mundo e quem não tem. O Irão não possui nas suas fileiras qualquer nome sonante, digno de constar nos compêndios do desporto rei, enquanto a Argentina tem um atleta superior, que é do outro mundo e que se chama Messi;- Lionel Messi. O que faz a tal enorme diferença. O resto, "árbitro p´raqui e penalti pr´acolá" é conversa de "chacha" para diminuir o impacto da figura maior do Futebol Mundial.Quem tem Messi tem a solução para a "caspa" mais difícil, quem não tem só tem paleio, shampô e gel sem produzir qualquer resultado!
sexta-feira, 20 de junho de 2014
O C.D da TV
Dava tudo para saber pronunciar-me sobre uma qualquer matéria, por
exemplo o acto de escrever, com a qualidade, convicção, dinâmica, profundidade
e sei lá mais o quê, como o faz através da fala, Carlos Daniel(CD), jornalista
do primeiro ao último gene, no que diz respeito a Futebol. Ele, como nenhum
outro, consegue saber e palrar tudo sobre qualquer equipa e sobre qualquer
jogador que anda, corra ou pene aí pelo mundo, desde a "armenistão até ao
práquistão passando por maltistão". Ele é um babilónio na área. Se o
saudoso professor "Bitaites" ainda estivesse entre nós, apelidá-lo-ia
de "o beethoven-comentador-analista- dos-toques-supra e dos passes-maxi-da-bola-redonda-e-de-todos-os-esféricos-mágicos”.
Nenhum pormenor lhe escapa acerca de qualquer atleta nascido ou por nascer e
clube que venha à baila com movimento neste planeta ou fora dele. Nenhuma
enciclopédia comporta aquele saber. E se lhe der espaço, ele quando é chamado
ao quadro, e então aí sim, é o êxtase. Ele nem precisa de ponteira ou raio
laser para indicar a manobra táctico-técnica, o balanço da jogada, o bascular
do posicionamento, a alternativa ou outra resultativa em maior aproveitamento.
Junto ao quadro electrónico os círculos indicam-lhe o caminho, param o
movimento, arrancam na direcção desejada e ao pormenor. Nem dez freitas lobo,
nem doze ruis tovar, quinze alves dos santos, e vinte mários zambujais lhe
chegam aos calcanhares. Nem que fossem capazes de uma simples trivela, um passe
de letra, uma subtileza rara enfim só própria dos “pingas e garrinchas”, como as apreciadas e narradas por ele. O C. D
é mesmo o supra-sumo do comentário, da análise mais sofisticada do Futebol, que
esmaga por completo todo e qualquer treinador profissional e viajado pelos
"team´s" de maior dimensão, que se lhe atravesse nos estúdios de
canal especializado em tão elevada cultura que o ecrã expõe. A táctica adoptada
por estes e para que não fiquem com aquele ar basbaque (aconselho agora eu),
deve ser à defesa assim que ele se aproximar para intervir. Ele é um
transportador de jogo teórico, de play-station, um maestro, um artífice, um
patrão a meio e no resto do campo televisivo. Ele sabe e domina como ninguém a
Ciência do Futebol e o que vai nos seus bastidores. Não se metam com ele, que
tal atitude é pior que se meterem com o Pepe ou o Bruno Alves. "Com o
CD, quem ganha nunca é você"!
sexta-feira, 13 de junho de 2014
O "Mundial 2014 da mentira"
A capa do diário Público, jornal que o temos como sério, tomou como
legenda para a foto de capa sobre o Mundial do Brasil, país anfitrião e
organizador de muita bagunça a par de tanta criatividade, a expressão em rima "brasil
começa a sofrer e acaba a vencer". Tal legenda suscitou-me de imediato
estas duas rimas que se parecem ou vão dar ao mesmo - " com mais um
árbitro ladrão, Brasil será campeão", e esta -" com um
árbitro assim, brasil vai até ao fim". E se não bastasse a expressão
que faz capa, logo ao virar da página, a "poesia" do Público continua;- É
carnaval? É arraial? Não, é o Mundial". A esta nós contrapomos com
;-"Não, é um roubo de catedral". A Croácia, que se
estreou a levar com o apito aldrabão que desvirtuou a verdade do jogo e o que
nele se passou, leva-nos a pensar que o Brasil do mensalão, de Lula, e agora
da sua sucessora presidente Dilma Roussef, roçou a esfera da influência e
da forjagem do resultado com o mesmo jeito com que desenvolveu e construíu os
doze cenários aonde se vão disputar os jogos que o calendário determinou, mas
que serão doze arenas de s.paulo, sempre que o jogo seja disputado
contra o país organizador da Copa e primeiro beneficiário da desonestidade no
resultado alcançado na estreia, que meteu samba mas acabou com palhaçada.
Sabemos que o Brasil, se relaciona muito bem com o Japão e os turistas
japoneses não são de deitar fora antes do tempo. Para quem tivesse dúvidas este
comportamento do árbitro japonês, Nyuchi Nishimura, com nome que
assentava bem em gato ou até em panda, vai ficar para a história pela sua
prestação e decisões ajuizadas com olhos que não enxergam direito, que há quem
diga até que puseram os nossos olhos em
bico, após terem sido esforçados a ver o que se passou no Estádio Arena, onde a
relva tremeu ao 0-1 para a Croácia e um 0-2 mal anulado e não por causa dos
AC/DC ao som do seu Thunderstruck. Tema e realização que soou a mentira e assombração na cerimónia da inauguração. Rima e é verdade!
quarta-feira, 11 de junho de 2014
O fraco 10 de junho
Ainda hoje está por se saber se a indisposição sofrida pelo homem que na
cerimónia de distribuição de títulos e medalhas, condecorações de e às ordens
de feitos mais ou menos desconhecidos, se deve ao facto de não constar o meu
nome na lista das nomeações. O homem incumbido de tal competência, penso eu,
quando se apercebeu de tal falha, deu-lhe um treco e teve que ser de pronto
amparado e socorrido pelos guarda-costas, estratégicamente ali em missão. Cousa
afinal a que está habituado desde longa data, muitos dez-de-junho, de Camões e
de outras relevantes personalidades em várias e bastas áreas. Áreas, que não
eram própriamente aquelas aonde se amontoaram pessoas anónimas, empunhando
cartazes denunciadores de protesto contra a política nacional que faz pobres e
marginalizados históricos, e ao mesmo tempo figuras e figurantes reconhecidos e
recompensados, sabe-se lá por quê, que se riqueza for, ela não chega a casa do
desgraçado. Mas a cerimónia decorreu quase perfeita, não fosse estes percalços:
- a falta de uma condecoração de mérito que devia ser-me destinada, o desmaio
imprevisto da Excelência quando detectou o erro no discurso oficial, e a manif
perseguidora provocada por gente irritante e gritante, que não quer ir ao chão
sem dar luta ou mandar recado do descontentamento que carrega na vida. E que
nem sequer com tal Excelência dobrada sobre si mesma e suportada pelas forças
fardadas, fizeram uma pausa ou abriram uma trégua aos protestos por medidas e
leis que os esmagam. Assim, a minha interrogação, que dúvida é, prende-se com o
motivo ou a causa que levou quase ao tapete o dono-das-medalhas, incumbido de
as distribuir com elevação na cidade mais alta de Portugal, e no seu dia de
maior significado. Reflecti, equacionei, voltei a somar e a dividir, e após
este exercício matemático, este trabalho todo, regressei ao óbvio já apontado -
que foi pelo facto de me terem subtraído e afastado das nomeações por obras
valorosas, é que deu aquela fraqueza repentina ao responsável máximo que
presidia ao acto nacional e tornou o dia numa imagem simbólica que correrá
mundo sobre o estado da nação. Mas quem sou eu afinal, para merecer subir ao
palco aonde se senta a elegância com a bandeira na lapela por um lado, e a
autenticidade e o valor por outro, reconheça-se? Apenas aquele que trabalha e
mantém o País de pé, que sofre e sangra, que é roubado, descrimininado, e
desrespeitado continuamente - O Povo. Simplesmente!
quinta-feira, 5 de junho de 2014
"meireles" só há um!
Querem fazer-nos crer de que somos todos "meireles".
Mas não somos, não! Nem todos nos prestamos ao papel de palhaço. Porém
espalham-se por aí imagens ridículas que espelham em pose de degradação o
estado do país, presidido por um eleito "meireles" conhecido
por comer com a boca toda, e de vender avisado acções à velocidade do coiote "bip-bip",
e agora também por se dedicar mais a participar em "selfie´s" do
que aos problemas de governação. O circo montado e que se tornou já anedota nos
media e nas redes sociais, bem pode exibir os sorrisos e os dentes todos com
que nos comem por lorpas e escondidos debaixo de barbas com poucas variações,
de confusas e parolas tatuagens, que nós os pobres, doentes, desdentados, sem
emprego, sem eira nem beira, sem apoios sociais, saberemos o click aconselhado oportuno, tirar-lhes o retrato bem focado que os defina
como artistas rascas que não merecem o nosso aplauso. Até lá, eles que se vão
divertindo!
segunda-feira, 2 de junho de 2014
Nem só de regueifa vive Valongo
É imperioso que se fale sobre acontecimentos, outros, que marcam a vida
de muitos portugueses agora que o relógio de Portas parou de contar misérias. É
tempo de enaltecer factos bem mais dignos de serem contados, de gente e
população que apresenta resultados com especial grandeza. Deixemos de falar em
eleições para lugares suspeitos cá e na europa, dos trambolhões dentro do PS,
do desânimo que percorre o PSD/CDS, do corroído governo da nação, da queda de
popularidade do PR, das "bombas" de luxo dos jogadores da selecção
nacional que vai passear ao Brasil, do Jorge Jesus e da sua relação com a arte
de Paula Rego e a Eça de Queiroz, e debrucemos-nos antes na "festa que
festa foi" que entrou para a história do Desporto numa terra vista como de
passagem para a Cidade Invicta, e que actualmente serve de dormitório à dita, e
que até hoje era quase só conhecida pela qualidade da sua regueifa famosa, ou
por ser caminho para Santa Rita. Falemos então aqui e agora de - Valongo. Mas
mais simplesmente da sua equipa e de todo o colectivo, onde rola sobre rodas o hóquei
em patins, e que viu chegada a hora que o relógio da humildade, registou, que
lhes deu entrada na Galeria dos Campeões, merecidamente, e não num qualquer
museu de bonecos de cera exibidos até à
exaustão. Tal "feito histórico" só se consegue com grande unidade,
cooperação, identidade, trabalho a valer,organização séria, e muito muito apoio
dos seus adeptos, que não faltaram a apoiar tal eleição ao título cobiçado, e
encheram o seu pavilhão. Ali entusiasmados até ao rubro, levaram à vitória a
sua Equipa, que bateu sem apelo nem agravo o mais candidato e mais bem
posicionado clube da modalidade e detentor de outros alicerces, por um
resultado evidente de 5-3 - o vizinho F.C.Porto. Vivam tais heróis e o hóquei
do ADN- Associação Desportiva de Valongo, onde não se paga ou não se ganha para
Porches nem Bugattis, e onde se vai a pé treinar e jogar, se for preciso.
Rapazes que rolam assim até à grandeza sem vaidade, merecem os maiores louvores
e serem mais notícia que qualquer shampô para a caspa que vai na cabeça de um
jogador. Parabéns!
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