Para não encurtar ainda mais a memória, e apagar a história, recordemos.
A 04 de abril de 1968, assassinaram na América das oportunidades e da pólvora,
um Homem, que lutava e sonhava ao mesmo tempo, por um mundo melhor, ou que
lutava para que o sonho feito de preocupações se tornasse, uma realidade feliz
- era "o messias negro". 45 anos depois, outro negro ocupa a Casa
Branca, e tem o Poder do Mundo nas mãos. Porém, ainda falta cumprir muitos dos
Direitos Civis, pelos quais Martin L. King, morreu. A sua luta, feita no
sacrifício da vida, pela libertação do seu povo, ajudou a que Obama, ascendesse
ao poder da nação tão rica quanto contestada, e se acomode hoje, na cadeira da
Sala Oval, onde a hipotética virtude dá por vezes lugar ao pecado consumado, e
onde o sonho continua a girar, enquanto o Mundo, às voltas, desespera no
pesadelo, por entre tanta desordem e violência, com mat(r)izes diversas. Homens
, como Martin Luther King, precisam-se. São urgentes. Recordêmo-lo também
nestes dias cinzentos, e até perigosos, mas que se queriam ainda e sempre de
Páscoa.
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