sábado, 5 de outubro de 2019

A morte da "ética"


- A morte do homem permite-nos hoje perceber que até os "revolucionários" que ontem lhe chamaram fascista e herdeiro também das benesses do antigo Regime com o qual pactuou e se abasteceu, afirmam-se, agora que arrumaram a vididnha no actual sistema, "democratas". Começamos a perceber que afinal são "os novos filhos" que chegaram ao poder com discurso adaptado, são iguais. Esta casta sabe ser correctinha na hora da partilha das benesses actuais, e por isso apresenta-se a discursar num tom, limpinho, limpinho, quase a desejar a elevação do homem a santo. É por ter tido e ter homens assim tão brilhantes, que o país está como está. Com povo acomodado à sua miséria, que a pensão de velhice, esclarece. Enaltecem um morto que por dia auferia mais do que um reformado num mês. Ah grandes "revolucionários do sec XXI. Até o Louçã. Aí "camarada, sempre em guarda!

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