- A Verdade, a
alguns jornais, arde-lhes como carvão incandescente, quando entra aos gritos
pela suas redacções. Como lava escaldante. Incendiária. Os "leitores e
escritores de cartas", enviam avisos com tempo, sobre o que pode acontecer
com práticas oficiais, governamentais, administrativas, com o intuito de
assentar justiça e reparar o mal e repor o bem, que alguns episódios funestos
provocam ao povo - as populações. As redacções dos jornais, alguns, preferem
fazer notícia de um cheque gorjeta qualquer, de trapaceiro ou meio vadio, da
quantidade de camisolas vendidas por uma marca e atribuí-la a um clube e a um
intérprete, falsamente, do bronze daquela de bum-bum kardashiano, da amante de
um pato qualquer, do que publicar uma
carta de alerta para a possibilidade de fraude na atribuição de indemnizações
por haveres perdidos, para reerguer um país queimado, destruído pelos fogos.
Podia e devia darem-se ao trabalho, se quisessem ser jornal sério, e não
folhetim bloqueador, alienante, de ler e publicar o que lhe caiu na bancada por
altura dos incêndios criminosos e dos desvios que os subsídios generosos, iam
ter, do aproveitamento e da corrupção na sua aplicação pelas entidades dessas
localidades flageladas. Sabemos o que as redacções gastam, mas mesmo assim
teimamos em dizer aquilo e só o que pensamos ser a verdade, sem medo de ir
parar aos destroços ou ao caixote das cinzas dos critérios redactoriais.
Confirmamos quase sempre que acabamos por acertar na mouche e
ter mais do que, certeza. A razão. Basta ir ao arquivo e repescar as
"cartas" denunciadoras dos abusos descritos, enviadas, assim
pejorativamente denominadas. Nós avisamos. Os jornais, alguns, ignoraram-nas,
mas eu não baixo a chama nem assobio para o lado, depois de por uma pedra por
cima de tal assunto - grave, e à boa maneira do chico-esperto português! *
-*(pbcd.JN.06.09/trcdo)
-*(pbcd.JN.06.09/trcdo)
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