Mouraria

terça-feira, 29 de maio de 2018

Coisas de craque

- Era bom que Cristiano seven, se mantivesse no Real Madrid, por mais tempo, o que é mais que provável. Com ele ali a procurar novos números, e a servir de tampão, impediria que outro jogador, mais ágil e fresco, ocupasse o lugar deixado vago. A sua manutenção no colectivo dos blancos, dava garantias, de que os merengues iriam continuar em busca sofrida pelo Título da La Liga, que lhes foge, e o mais apetecido para o clube e os adeptos desesperados, que na última década o vêem acrescentado no vasto currículo do arquirrival, Barcelona. Como é do conhecimento universal, CR7 só contabiliza desde que chegou a Espanha, dois triunfos na prova maior e da exigente regularidade, com casa cheia, a torcer pelos seus milionários ídolos. O Real vive uma sequia, que nenhuma prova europeia pode substituir e contrabalançar. O ego madridista anda pelos estádios da amargura, e os seus adeptos, só podem vibrar com uma Taça orelhuda, para disfarçar os males de alma em que se agitam. Ronaldo também ele anda agitado com o seu contrato, e faz birra para ganhar o mesmo que o melhor de sempre, o fabuloso, Lionel Messi. Para já pede mais uns trocos, coisa de dez milhões, o que mesmo assim e caso o presidente Florentino ceda, ficará longe do salário do argentino colossal. Mas Cristiano é o CR7, seja lá o que isso quer dizer, e teimoso como nenhum ou só como os craques frustrados são, vai bater-se pela migalha que encurta e pelo palco alargado, agora que quer ser actor de películas, que de novelas já ele vem sendo, com mais ou menos caspa. É de homem galáctico "mal pago", e sem o carinho que produz baba!*
*(pubcdºinDestak.30/05)
Área de anexos
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segunda-feira, 28 de maio de 2018

Preparação Rússia 2018

                                                                     - Portugal.2 vsTun.2


- Num jogo a feijões, e contra uma Selecção que se apresentava em campo, em jejum há várias horas, por questões que o Ramadão explica, a Selecção nacional, campeã da Europa, e a arrotar ainda a lagosta, não conseguiu mais que um resultado que roçou o ridículo. A fraqueza provável dos tunisinos, não se fez sentir, mas já a má digestão dos portugueses foi notória, o que não permitiu imporem-se aos esfomeados africanos do norte, que em árabe escreveram um belo jogo, e arrancaram um  empate-vitamina na Pedreira de Braga, com um sabor a santola à moda do Minho. Apesar das alterações feitas pelo "mister" luso, a toada do jogo manteve-se e o resultado também. Conclui-se daqui, que jogar com o estômago farto, contra estômagos vazios, traz efeitos que em nada favorecem nem animam. Daí o resultado final ser um empate. Os tunisinos ganharam o direito a ter um jantar à grande e à francesa!*

*-(pubcdºinDNmadª30/05)
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sexta-feira, 25 de maio de 2018

Baton rouge

                                                              Resultado de imagem para imagens labios                                                                   
                                                                                                                     
- Elas primeiro abriram as pernas para chegarem ao estrelato, e agora que se julgam bem seguras abrem a boca, e soltam a denúncia. O homem, que domina a passadeira desejada, e foi capaz de a estender para elas pisarem entre flashs, está a braços com o desfilar das actrizes queixosas e mal agradecidas. Não tão de repente assim. Passaram-se anos, até que resolveram botar a boca no trombone, com os seus lábios treinados no baton rouge. O movimento cresceu e ganhou relevo e impacto internacional. O escândalo hollyoodesco rebentou por cima e por baixo de saias e folhos, que se arrastam pregadas à fama conseguida em diversas posições. Querem justiça agora, muito depois de quererem palco brilhante. Vamos lá entendê-las e àquilo que as rodeia. Luzes,dinheiro, carne e matéria que se escapa de dentro da seda do fio dental. O pobre não entra neste filme. Me too!
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Deuses!


- Quando era rapaz de escola, com sacola de serapilheira às costas, e aonde enfiava a lousa das contas, estava obrigado a frequentar a catequese. Nesta matéria, o padre da freguesia, era o todo-poderoso, e quem regulava comportamentos, com práticas suspeitas. Ninguém ousava pôr a sua autoridade em causa, assim como a do professor primário. Um e outro, extravasavam as suas competências, e impunham castigos à mínima análise que nos fosse desfavorável. Nenhum pai, tinha no reduto deles, interferência, ou só tinha quando era chamado a tomar conhecimento das tropelias do filho, e para cair nas suas graças, acentuava-lhe as penas, por vezes. O padre usava para castigar, da arma que tinha mais à mão - a unha. Num "acto de piedade", metia-nos atrás da orelha a córnea que lhe sobrava da ponta do dedo polegar, e agitava-nos a cabeça de um lado ao outro, até sangrar, e mandava-nos retomar o lugar da aprendizagem. O professor do básico, aquecia-nos as mãos com a palmatória até a gente não saber o que lhes fazer, se metê-las aos bolsos, se arrefecê-las na parede ou no tampo da secretária, que suportava a lágrima. E pedíamos de seguida para ir lá fora, ao urinol. Naquele tempo também o médico e o regedor lá do sítio, eram autoridades temidas. Todos, cunhas importantes para os chegados com chouriços. O tempo deu a volta, a história muda, mas sempre connosco por dentro, com queixas. Hoje ninguém se assusta com aqueles personagens, e enfrenta-os até, estejam eles no altar ou nas áreas da saúde. O povo, soltou-se, e inverteu os papéis. Neste novo tempo novo, se o padre sai fora do ritual aceitável e da consentida missão que lhe está destinada, ou se nega a prestar serviço, já os pais e avós, vão pedir-lhe satisfações e por vezes, pregam-lhe uns sustos, que nem stª Bárbara, nem s.Lucas, os protege. Como o mundo mudou e os deuses de outrora, caíram, e são hoje apenas santos com pés de barro, com direito ao respeito, se o merecem naturalmente. Ainda assim, privilegiados. Haja Deus...mas só um!

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quarta-feira, 23 de maio de 2018

Coelho e a Justiça

                                                                    Coelho a patas com a Justiça!


- O frontal deputado e assumido entusiasta político madeirense, José Manuel Coelho, homem leal e corajoso parlamentar, foi condenado a ano e meio de prisão em sua casa, para que não teime no tempo e no espaço, em afrontar o poder estabelecido na sua ilha, por divulgar, entre outras acusações, fotografias ilícitas, de uma juíza, Joana Dias. A Liberdade, ainda não está a passar pela Madeira, mas há homens que nascem ali que desafiam aqueles que querem impor as suas leis e eliminar as suas publicações, mais satíricas ou mais expressivas. A pergunta que se faz, lido parte do que se sentenciou, é, se as fotografias da Joana são verdadeiras ou são forjadas? Se só são graves por dizerem respeito a uma magistrada, que não gosta de ser retratada e disseminada aonde foi? Se fossem tais fotos de Cris Ronaldo a entrar e a rasgar o véu, já bem roto, da Meghan Markle, e a fazer-lhe um golo, do género, quebra-costas ou de bicicleta, o crime seria maior e mais grave, ou seria apenas um fait-divers da imprensa cor de rosa, e a sua importância era zero, e não constituiria difamação com direito a prisão, ou pena, de dez voltas ao relvado no domicílio dela? O tribunal que se pronuncie, pois há razões, que só a perseguição conhece!*

-*(pubcdºnoDTK e DN.madª-25-05)
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Tabacanal

- Está provado ou se julga saber, que o carvão dos cigarros faz a vida negra aos consumidores. Activos e passivos que engolem bolas de fumo sugadas e atiradas ao ar pelos fumadores, têm efeitos nefastos na saúde, e mandam-nos mais cedo, diz a ciência médica, para tratamento aflito ou despacham-nos para a cova, com algum floreado a revestir os caixões. Atrás seguem os chegados e amigos, em número de acordo com a importância da vítima. Mas em Vale de Salgueiro, que os críticos e estranhos àqueles "cigarreiros" querem chamar-lhe Vale do Cegueiro, a população não vê com maus olhos, que a tradição de dar umas passas num cigarro, seja tradição assim tão maléfica quanto querem fazer crer, a velhos e a novos, até de tenra idade. Avós e pais da criançada, não quer acabar com os festejos do Dia de Reis, e animam a que se faça fumo e se acenda "o seu cigarro no do outro", sem que isso traduza, ser escola de vício e menos uma espécie de Casal Ventoso. Justificam com argumentos lógicos, exemplificando com outras manifestações da vontade popular, mais prejudiciais. A Festa obedece a ritual. Tem povo, baile, gaiteiros, alegria e orgulho. Não querem sequer ouvir falar de acabar com tal Dia, aonde as crianças fumam cigarros autorizados pelos pais e pelo passado, que chegou sem se saber aonde nasceu, e se fez tradição, polémica hoje. Os velhos, que já foram novos e passaram por tal ritual, estão aí limpos, cheios de saúde e sem hábito de fumar. São testemunhas vivas, que ficaram vacinados contra o vício temido pela ciência, que agora diz uma coisa e depois dirá outra, como já aconteceu em tempos com os benefícios e malefícios do azeite e do vinho. A verdade é uma coisa que às vezes demora a chegar, mas aparece. Ali, naquele povoado, o hábito não faz o monge. Os que não foram apanhados pelo ritual do cigarro e pela mancha no pulmão, provam que qualquer pessoa só pratica e dá continuidade a este ou aquele "crime", se não tiver vontade para o contrariar. Há velhos que fumam desde crianças e andam aí, e outros que se conheciam, já finaram, sem que alguma vez metessem um cigarro à boca, nem outra palha a arder. Polémica esta dedução, não é? É só fumaça, entre amigos e compinchas, num dia do resto das suas vidas, ao som da "Murinheira"!

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segunda-feira, 21 de maio de 2018

Venezuela, séc.XXI

- Pelas leituras que se fazem e pelos protestos que ecoam, as Eleições na Venezuela de Nicolás Maduro, parecem analisadas pelo sentimento, do mais do mesmo. Nunca naquela parte do mundo, e nas veredas deste, os actos eleitorais são honestos e correspondem à vontade do Povo. A vitória do candidato no Poder, que concorre em pé de igualdade com os demais, é eleito sempre com ilegalidades, e manobras ocorridas ou cometidas, antes, durante e depois do acto, que lhe dá a renovação do mandato. A oposição política e suspeita, como qualquer uma que não se assume suspeita, só reconhece a verdade da votação e o seu sentido, quando sair dela com a maioria, e chegar ela à governação. Nunca reconhecem a derrota, e reclamam do sentido do voto, que não lhes entregou o "tacho" da manipulação do poder. São recorrentes tais protestos, após a contagem dos votos. Não se entende como é que um povo tão "esmagado e sem saída", não dá sem margem para fraudes, uma clara vantagem à "salvadora oposição", que tem propostas, que são autênticos mares de rosas, caídas do céu, e se transformam em pão, tão apetecido, no chão pisado por Chavez e Maduro, e retira a estes herdeiros revolucionários, qualquer hipótese de continuar no Poder. Cremos que tais protestantes, são os mesmos que apoiam Israel e a sua conduta criminosa, que de braço dado com os EUA, e os Ocidentais- mestres-da-oratória, só aceitam os resultados dos conflitos, quando forem do seu agrado. Até lá, vão deixar morrer quem deve e não deve, numa solidariedade assassina, demagógica, própria de trapaceiros, com objectivos apenas políticos e imperialistas. Nós já há muito que reconhecemos estes democratas europeus, que se vergam e inspiram em terras do Tio Sam, por troca de interesses e dólares macabros, para bem de todos nós;

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domingo, 20 de maio de 2018

Final da Taça

- Sob o signo da crise que se vive na alvaláxia, "embrunada" em casos criminosos e hediondos, nunca dantes vividos, jogou-se no Estádio do Jamor a final da Taça de Portugal, que fora ameaçada pela ausência do Presidente da República-PR- mas por fim permitida pela decisão do presidente do clube verde e branco, em não assistir ao jogo, que faz avolumar a História do Futebol. Considerando a qualidade praticada na partida, pelos atletas, sobretudo, leoninos, o PR, não perderia nada se levasse a sua intenção de falhar, até ao fim. Jogo tão fraco e dispensável quanto os acontecimentos que o ensombraram. Mas a "festa do futebol", tinha de ser feita, e para isso não faltavam condimentos. Enquanto o SCPortugal se arrastava no estádio, o Desportivo das Aves, exibia os seus recursos, animados de vontade de vencer - o que se verificou. A Taça de Portugal acabou por ser entregue à equipa que veste de vermelho e branco e também exibe uma águia no seu emblema, a fazer lembrar outras histórias, também elas em causa e a adensar a sombra que paira no nosso desporto-rei. A prova rainha, que é a disputa da Final da Taça, e a que resta para este ou aquele clube salvar uma Época, ou abrilhantar ainda mais o Museu dos Troféus do clube que a ganha, foi entregue aos nortenhos, e deixou os leões, a continuar a lamber as feridas com que entrou em campo, e que traz na cabeça desde Alcochete.*

-(pubcdºDTK.págª16.22/05)
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sábado, 19 de maio de 2018

A convocatória dos avôs


A convocatória dos avôs
Dos 23 jogadores convocados para constituírem a Selecção que representará Portugal no Mundial de futebol, a realizar na Rússia, quase uma dezena deles estão na véspera de serem avôs. Até ficamos com a ideia de que tal conjunto de efectivos elencados, foram escolhidos num qualquer asilo ou numa provável universidade sénior, em situação de poderem fazer turismo durante uns dias e dispostos a entrarem numa tradicional dança russa, ao som da balalaika, por terras do “czar” Putin. É verdade que fazer um seleccionado entre muitos candidatos habilitados, não é missão fácil, e fosse qual fosse o conjunto luso nomeado, a polémica teria sempre lugar. Pode-se considerar que a tarefa do responsável pela escolha, exige coragem, determinação, depois de muita reflexão certamente, até que torne pública a sua decisão, e preparado ainda para defender o porquê, estes, e não outros. Qualquer justificação será aceitável. A nós, porém, parece-nos, que na bagagem não deve faltar o creme para as dores reumáticas, e nem esquecer as bengalas que ajudem a suportar a dezena de jogadores que envergarão o equipamento das quinas, sabendo contudo, que com a experiência acumulada, alguns disfarçarão a idade que lhes pesa, mas que lhes não permitirá acompanhar o ritmo que a dança os obriga, e isso será visível, mais cedo do que o previsto e desejado.*

-*(hoje no "Público")

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quinta-feira, 17 de maio de 2018

O jogo na cidade Berço


O jogo na cidade berço

16 MAI 2018 / 19:28 H.




    Foi em 2017 a 19 de agosto, que o SCPortugal se deslocou à cidade vimaranense, e ali defrontou o VSClube. Jogo marcado para as 18.15h, e aonde os leões venceram facilmente por 5 - 0. Resultado que, para quem assistiu ao encontro, até podia ser mais amplo, tais foram as facilidades encontradas ou oferecidas pelos de Guimarães. Estive presente, embora não seja adepto de nenhum dos clubes em confronto, e apenas para verificar o potencial de ambas as equipas. É meu hábito não deixar passar uma temporada sem assistir a um jogo, pelo menos, dos 3 maiores clubes da Liga portuguesa. De facto impressionou-me a agilidade com que o Sporting chegou ao resultado que atingiu. Sporting que vinha de uma partida anterior menos conseguida. Os próprios adeptos leoninos se admiraram com o feito alcançado. Por ter achado um resultado fora do comum, guardei para memória futura, o ingresso e aonde registei o score. Hoje, tendo em conta os acontecimentos criminosos “alcochetados” ao emblema do clube lagarto, fui sacá-lo ao baú das lembranças, e aqui faço prova disso, exibindo o bilhete, que permitiu ver ao vivo tal jogo, cuja seriedade é posta em causa. E bem!
    Joaquim A. Moura









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    segunda-feira, 14 de maio de 2018

    Enfim, o fim da Liga!

    - O Campeonato Nacional de Futebol chegou ao fim, com muita polémica ainda a meio, e cansaço dos cabelos às biqueiras das botas. O Campeão está em festa por tudo quanto é avenida, praça de gente e varanda de município, a agitar cachecóis e bandeiras, aonde se lhe pregam frases viscerais à moda do Porto, e insultuosas, que alguns bons rapazes, classificam de, irónicas. Mas agora que se sabe quem ganhou e quem perdeu, quem vai à Europa dos milhões e quem desce de escalão e só pára na Liga dos trocos, e quem tudo quis mas tudo escaqueirou e ficou-se pela velha e tradicional classificação do 3º lugar, mas primeiro em contestação, mesmo com leão à porta, convém agora recordar, que o Campeão da Liga principal e mais conflituosa, chegou ao final sem uma outra desejada vitória, quer por parte dos responsáveis e comunicadores, quer pelo lado dos seus adeptos. É que o clube que esteve na base da recuperação e relançamento do FCPorto, que protagonizou uma escandaleira das antigas,o Estoril, devido à sua permeabilidade no jogo célebre, interrompido no intervalo da esperteza, quando ganhava ao clube do Dragão, aceitou dobrar-se aos desígnios dos azuis e brancos, e isso custou-lhe a descida de Divisão, por falta dos 3 prontos que não ganhou no relvado da manigância. A acrescentar a isto, os adeptos dos dragões, viram ainda o "seu" SCPortugal, por quem torciam tacitamente, perder no Funchal, contra o categórico Marítimo, e serem agora obrigados a gramar o arquirrival SLBenfica garantir o 2º lugar e chegar à Liga dos Campeões e dos milhões. É caso para dizer que um Título nunca vem só. Traz por vezes algum amargor;
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    Já não sou só!

    - hoje, ao abrir o DN nacional, chamou-me a atenção o artigo de Anselmo Crespo, para ver e ler o que ele dizia sobre Jaime Marta Soares, o "não bombeiro" todo poderoso, e incendiário-mor de tudo quanto é quartel e comandos, matas e ministérios. Fiquei agora a saber, e pela pena do jornalista do DN, de que não estou só. Ele segue-me e quase me repete, numa outra escala e outro refinamento. Abram o http:
    https://www.dn.pt/opiniao/opiniao-dn/anselmo-crespo/interior/o-ministro-marta-soares-9337204.html

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    Operação Manuel Fizzente”

    13 MAI 2018 / 02:00 H.
      Se ainda restava algum português com dúvidas sobre a verdadeira dimensão de Portugal, mesmo que tenha por hábito ver o boletim meteorológico na TVEspanha e o espaço que o país ocupa naquele mapa peninsular, de sol, chuva e trovoada, o caso do angolano Manuel Vicente, e a tomada de decisão do Tribunal da Relação, que envolve aquele ex-governante e os suspeitos apontados na Operação Fizz que decorre ou mudou de rumo, na sua investigação na Justiça portuguesa, vem pôr a descoberto o tamanho real que temos, pela posição que tomamos, quando sobre os nossos governantes, cai o granizo e sopram os ventos da dependência e da pressão, obrigando-os a claudicarem, e a dobrarem-se, ajoelharem-se até, aos pés do mais forte. E podem desenhar, elaborar, as mais díspares versões, despachos, justificações, declarações, para torcerem a frio e a quente, a pena e martelo, na forja ou com maçarico, de toga e beca, tanga e borsalino ou panamá, a realidade dos factos, que não transmitem aos portugueses d´aquém e d´além mundo, senão a imagem de um país subserviente, demissionário, de cócoras e à mercê de interesses estranhos e humilhantes. Só um português distraído e que está abaixo do Bojador é que se espanta com o envio do Processo do Vicente, para Angola, satisfazendo a “ordem de cumprimento” que de lá veio, para ali ser arquivado após amnistia conveniente, e fazer parte do museu etnológico da Justiça daquele país de compadres abastados, que nem colonos exploradores. O único espanto que podem ter os lusitanos, é o que resulta apenas da demora da decisão. Tanto tempo a armar em forte no Palacete da Soberania fanfarrona, para sucumbir mais à frente na ameaçadora selva africana, capaz de nos fazer mudar de cor, quando vistos ao espelho!

       
        
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      sexta-feira, 11 de maio de 2018

      Fogo,diz ele!




      Fogo diz ele

      11 MAI 2018 / 02:00 H.







        - De todas as demissões que se conhecem, entre todos os intervenientes que se encontram à frente dos vários Organismos no árduo e complexo combate aos incêndios, nesse vil e criminoso mar de chamas que inundaram as matas e florestas pelo país fora, uma pergunta está há muito por fazer e a precisar obter resposta. O país todo se interroga, e quer saber quem é e o que faz, Jaime Marta Soares, entre outros, personagem omnipresente, que já quis ser doutor. Sujeito polémico, agarrado aos lugares que ocupa, quer a presidente de assuntos clubistas que participam na Liga da Bola, quer a presidente da Liga dos Bombeiros, e certamente a outras ligações e “apoiares” na sua autarquia. O homem, com ares de sabichão e de autoridade, aonde quer que emita opinião, não se faz rogado, e de cada vez que se pronuncia, expele fogo. Comporta-se como um verdadeiro incendiário, e inamovível. Transmite a ideia calorosa, de que no lugar que ocupa, acima dele só ele. Para além das ocupações que exerce, o país mais nada sabe do que ele é capaz, e até se lhe deve algum fogacho de respeito, pela actividade desenvolvida, para além da sua acrescida condição, de fósforo e gasolina. Talvez seja nesta posição, com capacete na lapela ou de leão ao peito, que ele revele a sua existência, que assusta quem o elege e o mantém, que lhe permite a arrogância com que sempre se atira às labaredas de qualquer projecto que apareça para solucionar o drama que leva à morte e semeia a desgraça, e deita abaixo gente credível. O homem, de barbas rebeldes, enverga a incompetência e ninguém o põe em causa. Ele próprio, entende, que a culpa de tudo que rebenta nas matas e nos relvados, é sempre do comandante de uma Autoridade de Protecção Nacional Civil, ou do outro presidente de um simples clube que resolve tudo com chutos nos casos quentes e de balneário. Dele, é que não. No entanto já há muito que se encontra em fora de jogo, e a pedir substituição no lugar aonde se aquartela e mama sem recorrer a mangueira ou carro de combate. Por que é tão temido, se nunca ninguém o viu sequer soprar, para apagar uma fogueira?
        *-(DN.madª-11.05 + Destak)




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        sábado, 5 de maio de 2018

        Novel...o


        Agora que andava esperançado em vencer o Prémio Nobel da escrita e do comentário, é que a Academia dos Sábios destas coisas, decidiu não o atribuir. Não que já não tivesse dúvidas de que tal viria a acontecer, pois tenho sido marginalizado e mandado para reciclagem nos diversos ecopontos e contentores espalhados por quanto é canto e praça sem canção, nas redacções dos diários em papel, que afinam pelo mesmo tom. Sinto que se vivem tempos de boicote e marginalização de quem não alinha as suas opiniões, críticas e remoques, com os jornais que ganharam assento nas bancas, e aonde já os redactores internos publicaram as suas análises, os seus comentários, ajustados à exigência do admissível editorial e correctinho politicamente. Um pensador autónomo, é um abusador, quase agressor, que teima em usar os seus neurónios, pensar por si, e escrever o que lhe vai na alma com que vê o mundo. Esbarra esta ousadia com os critérios definidos, só porque voa contra a corrente que percorre o leito traçado e bem limitado nos jornais. Ou repete o que cansativamente foi escrito pelos “cabeças” da casa, o que foi espalhado para ser lido em toda a parte e consumido por homens e mulheres em momentos de lazer e à mesa de café, e entra para o “clube, ou saindo fora deste estatutado esquema - prateleira, e lixeira com ele. Não fará parte do coro nem aponta ao mesmo penico conveniente. Quando muito pode tentar o reajustamento do seu texto, infligindo-lhe tesoura e lápis azul, cosendo o fato à medida, e esperar que pegue no próximo envio, em jeito de táctica que satisfaça o ego. A Liberdade, esquisita que se respira, também se pratica fora de tempos de servidão inesperados. Quem for desalinhado, já sabe. Ou baixa a “bolinha e a pena”, ou serve-se de iguais cartas de trunfo com palas, para que as suas palavras sejam luz, que ilumine mais além, com o alcance da polémica que elas possam provocar. Mas só porque são, livres e sentidas, mais raras e justas, sobretudo. Por isto e por outras coisas mais, é que o “rebelde Nobel nesta especialidade, suspenso”, não será entregue a este pobre escriba, porque se emaranha no novel…o da censura camuflada por entre uma democracia pouco aberta, bem disfarçada e suspeita! O que posso não dizer mais?



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