Já se sabia, mas o “regime” ocultava ou depreciava a
notícia. Nós já o denunciamos por escrito, mas os media, rejeitavam a crónica.
E agora Marcelo? E agora Albuquerque? O primeiro empunhava-o como exemplo com
garbo, para as gerações futuras e dele se servia. O segundo exibia-o como conterrâneo
e troféu oriundo da sua ilha. Este, até lhe proporcionou nome e busto em
aeroporto, com nome lá no alto a voar por
cima dos centrais da formosa ilha,
que Sta.Catarina abençoa. Mas ele avisou de que a verdade é como o azeite e
quem não deve não teme. Mas a expressão do rapaz diante do microfone- eu a li
na cara - não manifestava à vontade mas algum engulho. Eu disse-o, porque lhe
vi o caroço inquieto. Ninguém ligou porque estavam só preocupados com Messi e a
quererem, apoiado neste desconforto para o argentino, enaltecer o Centeno do futebol que anda a contas com
a Fazenda de Castela. Agora já notificado pela Justiça de nuestros hermanos,
que a de cá fecha os olhos. Messi é que é o tal humano que falha, mesmo se a
baliza do cumprimento das obrigações fiscais, está escancarada. Mas se a
verdade vem sempre ao de cima, aí a temos em todo o seu esplendor a querer
respostas. Sendo como o azeite, é porém escorregadia. Qualquer craque se
espalha, no meio de tanta fartura e amigos de ocasião. Do craque espera-se mais
e melhor, sem recurso a crack. A droga, é que a Justiça precisa de fazer
dinheiro e metê-lo bem guardado no cofre estatal, para aplicá-lo noutras áreas,
que não as da vida airada, namoros, iates e bebidas psicadélicas, e filhos sob
encomenda. Como tudo acabará, só perguntando a Marcelo e a Albuquerque e ao
Mendes, que são quem dele pretendem tirar proveito. O povo para aqui nunca é
chamado, e se o for, apenas abana a cabeça. Quem sabe destas coisas, são os
comentadores de serviço do regime, a quererem cair nas graças do ídolo, por
tanto feito venerado, e bajulam-no. Até que tudo se esclareça e todos caiam na
razão e pisem o mundo real, a verdade pode ser que saia a ganhar. Para bem de
todos. Até do próprio implicado na jogada, embora em fora de jogo legal. Mas há
sempre Messi para diminuir o efeito da culpa na tramóia. Ele continua como a
medida de todas as qualidades e defeitos. Vivam os 3 efes. Eu dou vivas a 4,
sendo que o 4º termina em…daaa-se!
Sem comentários:
Enviar um comentário