O treinador do F.Clube do Porto, está com sérios problemas para
encontrar alguém que lhe dê segurança e confiança nas suas linhas defensivas. É
certo que não está só aqui neste sector as debilidades da sua equipa. O ataque
também padece de qualidade. Mas o que parecia surgir como uma esperança para
reforçar as suas linhas mais necessitadas, já não vai ser assim tão brevemente
possível. A demissão há muito exigida do Governador do Banco de Portugal,
Carlos Costa, parece difícil de acontecer e mais impossível para Peseiro poder
contratá-lo e contar com ele em forma. O desejado reforço não é nem pode ser o
Governador que nada administra com rigor e deixa passar tudo, até por debaixo
das pernas, isto, se não houver mesa brilhante com gavetas e alçapões. O
que poderia ser uma mais valia na SAD e no onze portista não oferece confiança,
dá cabo de qualquer balneário caro, pois ele trai os processos tácticos que
levam ao sucesso de qualquer equipa, e a levam ao descalabro e à banca rota,
parecendo mesmo que se vende ao adversário que lhe apresente qualquer proposta.
O homem em que se devia confiar na gestão do jogo que está sob a sua orientação
e defesa, é um buraco que leva à derrota qualquer instituição em que alinhe.
Peseiro nunca formaria com ele no "time" uma equipa capaz de
ultrapassar os obstáculos que alinham na Liga desportiva e na Champions das
Finanças. O Carlos Costa, não é elemento que assegure estabilidade, nem sequer
nos Bês. O melhor era rescindir com ele na base do (des)entendimento, tirá-lo
do banco, e arranjar-lhe um lugar numa barraca de praia, ou num quiosque
junto, aonde ele pudesse gerir tal negócio, com o Financial Times, o The
Economist, à venda em papel, e servido do canal Bloomberg. Mesmo aí, sob
vigilância por entidade reguladora do seu desempenho, que bem podia ser, o
salva-vidas, que traz sempre consigo uma bóia de salvação!
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