Quem
assistiu à Cerimónia para a Nomeação do Melhor Jogador na Europa, o mesmo é
dizer do Mundo, não pode deixar de se fixar nas trombas do publicitado atleta
dos merengues, oriundo da ilha da Madeira formado na equipa do Jorge, o futuro
crucificado em Alvalade. Agarrado àquela mona via-se claramente dependurado nos
beiços cerrados, um azedume e o conhecido mau-perder do suportado e elevado
pelos media até aos píncaros e pelos fazedores de imagens e de produtos que
pululam à sua volta para lhe extorquir umas massas valentes, enquanto ao seu
lado via-se o semblante do Melhor Jogador de Todos os Tempos com um sorriso de
rapaz humilde e pai completo, do tamanho do talento que demonstra como
futebolista maior. O Ego no cr7, enquanto Benitez lhe não impõe ou o faz
regressar a cr9, fabricado pelos parasitas que à custa dele fazem manchetes,
enchem os bolsos e gozam à brava, quase o o brigou a repetir o mesmo grito que
se ouviu aquando da entrega polémica da última bola numa cerimónia dourada, que
aqui se tenta reproduzir:-"UHUUHUHU! mas o moço de Madrid
conteve-se e até experimentou aplaudir como quem faz de conta. Desta vez o que
se ouviu foi um silêncio de morte, que quase assustava a luxuosa
assistência que reconheceu e louvou o rapaz argentino de Rosário, que como
sempre aceita o Prémio como se fosse um chocolate monegasco com 90,7% de cacau
dos votos, de tão habituado que está a ser premiado. O La Pulga é para o cr7 o
La Tormenta. Coisa que o madrileno ainda não interiorizou. Mas ao que ele
treina ainda vai lá chegar, já que quem teima, vence!
sexta-feira, 28 de agosto de 2015
terça-feira, 25 de agosto de 2015
Raio de Solidariedade
Os portugueses são uma espécie sobre a Terra das que necessitam de um
maior estudo. Todos os dias refugiados, foragidos, infiltrados, criminosos sob
disfarce de coitadinhos, gente que se diz envolvidos em perigos mil, dão à
costa em Itália, na Grécia, na antiga Jugoslávia, e que em breve com a
conivência dos governantes lusos hão de chegar ao All garve, com destinos
diversos mas sempre para países superiores com que eles sonharam desde
pequeninos como os jogadores de futebol, como sejam a Alemanha, a Inglaterra,
Áustria, Holanda, e afins, e nunca para Portugal como referiu diante das
câmaras de TV uma dessas migrantes bem informada e a saber o que quer, com véu a tapar a cabeça e uns olhos
esperançados. Enquanto tudo isto se passa e se repete até à náusea na
Comunicação, parece que nenhuma Instituição de Acolhimento ou outra Autoridade
adulta se quis interessar a sério, por vários portugueses que vivem em
condições das mais desumanas que se pode imaginar. Pelo que nos é dado a ver
nos vários canais televisivos, dos vários grupos de refugiados vindos desde a
Líbia, Iraque, Afeganistão, Síria, etc, nenhum apresenta sinais no rosto nem no
corpo, de fome ou ferimento preocupante, nem na vestimenta mostra sinais de
desgaste ou podridão, bem pelo contrário, todos com boa cara, bem nutridos,
aspecto relaxado e ambicioso, e não o aspecto como nos mostrou de uma
portuguesa da Moita que vive na maior e mais profunda miséria, no meio de lixo
repugnante e entre paredes bombardeadas pelo fogo que em tempos lhe lambeu os
cacos que a decoravam e o colchão onde teimava dormir que nem numa guerra se
consegue esburacar. A mulher em causa, desgastada por tanto infortúnio e
abandono naquela pocilga lá respondeu ao que lhe foi perguntado pelo repórter
que a desenterrou lá onde a encontrou, e que de seguida ouviu outros com culpas
no cartório, como autarcas, técnicos, e vizinhos especialistas no deixa-andar,
e como de costume se concluíu que tal caso e tal situação já há muito que está
"sinalizado" pela (in)Segurança Social. Os portugueses, essa
espécie que merece estudo sobre o seu comportamento nas questões de
caridadezinha e solidariedade ao estranja, não se condói nem se mobiliza
para travar e eliminar casos como este da Moita e outros da mesma
"monta" noutros lugarejos do país. São vários os escribas,
sociólogos, psicólogos, politólogos, que desenvolvem as mais profundas teorias
sobre as causas dos migrantes que fogem de uma situação grave que a nós nos
parece menos precária do que aquela em que sobrevivem bastantes irmãos
lusitanos, e com os quais pouco se condoem ou tecem comentário no espaço que
lhes é facultado nos media. Sabemos há muito desta característica deste
povo e do que ele pensa sobre tudo o que tem por cá origem ou tem etiqueta
nacional. Torcem o nariz, mas nada mais fazem para purificar o ar que o nosso
compatriota respira e vive sem o obrigar a procurar nos caixotes do lixo,
restos de roupa e de comida, para meter e conservar no frio da barraca. Somos
assim e por isso estamos como estamos. Ah povo do caraças!
sexta-feira, 21 de agosto de 2015
Férias
(poema)
Os portugueses estão de férias. Propagam os meios de Comunicação e Agências dos meios. Não sei quantos são nem de onde chegam. Aqui à sombra de tudo que é muro e sopé deste lugar, não se lê nem se consultam estatísticas governamentais nem jornais cheios de lérias oficiais sobre turismo mentiroso quanto tornozelo vistoso que às vezes aparece de mochila às costas e com máquina digital curiosa a tiracolo. Mas vejo pelos cafés/restaurantes, vazios, e ouço pelas ruas das montras dos enganos, que aquela gente que as espreita e que em frente delas se detém, quase refém, a perscrutar tabelas, preços e ementas ou "menu em franciú de maçon em visita", e a imaginar uma qualquer velha receita da avó que ficou só, a fazer contas antes de entrar com os olhos bem espetados no aperto do desacerto que a vida contém, que as férias dos portugueses não são folgadas nem piscinam felizes. São antes, preocupações disfarçadas que não dão para leitão nem perdizes, sob uns óculos e chapéus chineses, calções e chinelos por vezes a condizer com a t-shirt estampada e comprada nos saldos ou na feira sazonal da contrafacção, a mesma que usamos no arraial de todo o ano e em dia de romaria, e que a gastamos e exibimos sentados no banco do jardim da horta, com um falso crocodilo pregado, agora uma águia ou um leão, outras um dragão, que neste país chamado Portugal, é assim cada vez mais o traje nacional. O meu pai com 86 anos e eu com 60, ele com chapéu de palha e eu com sandálias de pescador, conversamos todos os dias à soleira da porta, como nem Deus com Jesus, sobre esta coisa do que é ser – férias, praias, ilhas, cruzeiros - com que alguns passam o ano a sonhar gozá-las, e por elas até morrer no vir e voltar. O meu pai mira-me desde os seus olhos enrugados e diz que isso é mister de ricos. Eu respondo-lhe com os olhos arregalados e frustrados, ser coisa de luxo!
Os portugueses estão de férias. Propagam os meios de Comunicação e Agências dos meios. Não sei quantos são nem de onde chegam. Aqui à sombra de tudo que é muro e sopé deste lugar, não se lê nem se consultam estatísticas governamentais nem jornais cheios de lérias oficiais sobre turismo mentiroso quanto tornozelo vistoso que às vezes aparece de mochila às costas e com máquina digital curiosa a tiracolo. Mas vejo pelos cafés/restaurantes, vazios, e ouço pelas ruas das montras dos enganos, que aquela gente que as espreita e que em frente delas se detém, quase refém, a perscrutar tabelas, preços e ementas ou "menu em franciú de maçon em visita", e a imaginar uma qualquer velha receita da avó que ficou só, a fazer contas antes de entrar com os olhos bem espetados no aperto do desacerto que a vida contém, que as férias dos portugueses não são folgadas nem piscinam felizes. São antes, preocupações disfarçadas que não dão para leitão nem perdizes, sob uns óculos e chapéus chineses, calções e chinelos por vezes a condizer com a t-shirt estampada e comprada nos saldos ou na feira sazonal da contrafacção, a mesma que usamos no arraial de todo o ano e em dia de romaria, e que a gastamos e exibimos sentados no banco do jardim da horta, com um falso crocodilo pregado, agora uma águia ou um leão, outras um dragão, que neste país chamado Portugal, é assim cada vez mais o traje nacional. O meu pai com 86 anos e eu com 60, ele com chapéu de palha e eu com sandálias de pescador, conversamos todos os dias à soleira da porta, como nem Deus com Jesus, sobre esta coisa do que é ser – férias, praias, ilhas, cruzeiros - com que alguns passam o ano a sonhar gozá-las, e por elas até morrer no vir e voltar. O meu pai mira-me desde os seus olhos enrugados e diz que isso é mister de ricos. Eu respondo-lhe com os olhos arregalados e frustrados, ser coisa de luxo!
quinta-feira, 20 de agosto de 2015
Hora para uma Canção de Amor
Está na hora. Pelo sim pelo não
aí vai o mote para um poema,
um esboço para uma canção,
para que tu lhe dês voz
sem te perderes no tema
que te fará soltar a emoção.
Pelo sim pelo não, está na hora
de falar da vida, de nós,
e se valeu a pena
termos feito coro a sós
sem o castigo da culpa e da demora
com que o amor nos uniu num refrão
e nos trouxe lágrima fora
de mãos dadas desde o coração...
- E com os olhos luzindo um no outro
viver os dias e os filhos, como eles são!
-(17/08/2015)
"Poesirómano"
Queimei toda a poesia que fiz.
Se em algum dia fiz poesia
cortei essa fantasia pela raiz,
que me iludiu a vida e a alegria
e me trouxe até aqui infeliz;
Fui inquisidor e dono da fogueira
na causa própria que incendiei
e em que pequei na braseira
por faltar à verdade que a palavra diz
quando reclama do amor, da morte e sua lei;
Recusei na noite incómoda, as palavras
que me roubavam o ar, a vida, a paz e o sono
e destruí os papéis onde escrevi e teimei
falar de nós - mais de ti do que dos sonhos;
Rasguei os versos que pediam adorno
mas que não encontrei
se não silêncios medonhos
que chamavam pelo errante dono
com que tão mal me dei e tratei.
E nesses silêncios e nessas lavras
regadas por sangue morno
com tudo em cinza acabei,
debaixo de uma lua com o brilho de falsa flor
vermelha por fora, mas por dentro sem cor.(-15/08/2015)
terça-feira, 18 de agosto de 2015
A Hipocrisia e a Trampa
O magnata e candidato norte-americano às presidenciais pelo Partido
Republicano no país do Donald, tem vindo a ser fustigado com críticas à sua
forma de chamar os bois pelos nomes. Desde xenófabo, racista, provocador
machista, "etecetrista", tudo serve para o atacar por ele
dizer aquilo que muitos pensam mas omitem por falta de coragem. Vivemos no
Globo uma crise incomum, e os EE.UU não passam ao lado dela e ali com uma
expressão que em qualquer momento pode atingir proporções descontroladas. Não
falemos da sua Dívida de triliões de dólares, que é coisa que pouco os
incomoda. Se eles não tiverem dinheiro logo o fazem e põem o mundo que dele depende,
a rolar. Falemos então dos seus discursos contra os "ilegais" que
para lá se dirigem e ali assentam arraial, numa clandestinidade a que ele,
Trump, quer limpar ou dar-lhe solução que proteja os seus concidadãos. E
pergunta aos americanos se eles têm e querem um país ou não, mais pacífico e
menos criminoso. Na Europa ninguém tem essa coragem de nos ouvir, se temos ou
não condições para deixar-nos invadir pelos exércitos de refugiados que todos
os dias se fazem ao mar que nos liga a todos e é cemitério para muitos. Aqui
neste continente, Portugal incluído, temos uma data de demagogos, de
Instituições, Associações, Organismos Sociais de Bem-Fazer, mobilização rápida
de psicólogos, de medicólogos, cozinhólogos, construtólogos de tendas de
acolhimento com colchão e manta, animadores da degradação do quotidiano,
cantina variada e vitaminada, agentes para a integração destes boat people
burlados, enquanto que para os seus(nós) nacionais não há uma eficácia e
prontidão semelhante. Aqui um nacional com a pele da cor dos reis que ergueram
esta nação, quando precisam de auxílio, ajuda séria e pronta, tratamento com
emprego e saúde, têm de recorrer aos jornais a expor os seus males, a miséria
em que vivem, o abandono que sofrem, o tempo de espera por um casebre que os
albergue com o mínimo de condições, e que se disponham após tanta humilhação, a
serem objecto de publicidade dos poderes da caridadezinha que deles se servem
para se justificarem nos lugares que ocupam dentro de tais Organizações, no
acto da foto conjunta ao receberem o rebuçado. A hipocrisia destes Agentes, que
só aparecem depois de enorme alarme na sociedade e nas multi-redes de
comunicação, vem toda ao de cima misturada com a tr(u)ampa que os
denuncia como hipócritas. A nós nacionais para que nos dêm qualquer côdea sobre
os descontos feitos e impostos pagos, exigem-nos uma bateria de exigências que
nos fazem desistir logo ao primeiro round e tanto inquérito, e todos os ólogos
que nos colocam nas listas de referenciados, assinalados desestruturados, carenciados,
etecetrados, assobiam para o ar e dizem desconhecer a situação que traz
na desgraça homens e mulheres portugueses, velhos que se arrastam e novos que
se seringam, raparigas que se deitam à vida que as há de consumir, e a
que tudo repetidamente chamam, de casos pontuais. A abertura da Europa a
políticas falsas de solidariedade avulsa, não é solução mas de agravamento
social para nacionais-filhos- naturais, e não é modo de viabilizar o bem estar
a (i)migrantes que procuram aqui o pão, o ouro ou o petróleo, que não há para
ninguém a não ser fazer recrudescer um sentimento idêntico ao revelado por
Donald Trump, que não sendo chinês sabe que o remédio para tais males está em
fornecer a cana ao faminto para ele pescar o alimento no rio da sua terra, obrigando-os
a construir e a cozinhar na paz da sua pátria. Ferramentas para realidades que
tornam os povos mais felizes.
terça-feira, 11 de agosto de 2015
O Fala-Barato
O special one and happy bocas, disse após levar no canastro do inimigo Wenger e do amigo Paulo Sousa
do soccer que o José sadino menoriza, que o verdadeiro, único e melhor futebol
do mundo ainda ia começar. E acertou e começou logo com um team à medida, quase
à escolha, para que ele pudesse vencer e puxar dos galões. Mas como nem tudo
corre às mil maravilhas ou como ele deseja, coisa comum a toda a gente, quando
julgava que o primeiro jogo em casa eram favas contadas, saíu-lhe o tiro pela
culatra e não ganhou contra a equipa que estava destinada a ser pregada na cruz
como cristo. O Swansea, que pouco mais é um clube de bairro e não passa de um
"cisne" meio coxo, pregou-lhe a partida de ir empatar a Chelsea,
deixando o special Mourinho pior que estragado. A lesão que tal desfecho lhe
provocou, irritou-o de tal modo que ele procurou de imediato culpados para se
desculpar do desastre. E quem estava mais a jeito se não a médica Eva Carneiro
especialista com provas dadas na recuperação de contundidos e de azelhas,
convencidos e deselegantes por actos e palavras? Mourinho que segundo a
imprensa se viu a jogar com dez e com ele em baixo de forma, empatou na
abertura da Premier League, e essa fragilidade derrotou-o com um ataque de
nervos, de tal modo que acusou a equipa médica de ter actuado de forma pouco
integrada na táctica ou seja de forma "ingénua e impulsiva". Não
satisfeito com esta verborreia desferiu mais um remate dizendo que "o
médico só deve entrar em campo se tiver a certeza de que o jogador tem um
problema sério". Ora como se vê à distância estamos perante um génio que
avalia o estado de saúde de um lesionado e a gravidade do seu caso sem o
consultar mesmo que só às apalpadelas e um bocado de pomada p´rós calos. A Eva
Carneiro, na sua feliz formação e educação, não lhe respondeu como se exigia,
pois devia ter-lhe retorquido de que "um treinador de futebol só deve
entrar em campo se tiver a certeza de que pode ganhar o jogo". Não o tendo
feito seguiu a forma mais simpática de dar uma bofetada à inglesa, ao escrever
no facebook a agradecer com elevação ao "público em geral pelo apoio que
lhe foi manifestado". Assim em
contra ataque light e bem british,
também se ganham jogos sem recorrer a falta ou outra regra fora de jogo.
terça-feira, 4 de agosto de 2015
Assim vai Port(o)ugal...inho
O país vai no bom caminho. E segue de tal modo assente em tanto
"inho", que é uma pena que se venha a perder em tanta
vacuidade, arrogância e vaidade. Vejamos então. Ali para os domínios da Foz, no
Porto, celebrou-se um casamentinho entre uma virgem, mãe de três filhinhos
e um homem poderoso e pai de mais um outro rapazinho. Como tal boda
mobilizou polícias que não as há para outros fins, gente e pessoas de muito
gabarito e de suspeito luxo saído do dinheirinho pouco limpinho,
foi necessário barrar, vedar, impedir, colocar barreiras e obstáculos, a todos
os moradores da área que virou palco do evento espectacular e da promoção dos
negócios de arromba, roubando-lhes a normalidade da vida e lhes atrasou o passo
de saída e de volta a casa. Entre os convidados, adultos florentinos, relvas
espertinhos, e crianças como o jorginho e o cristianinho,
por lá apareceu a plebe consumida e outra curiosa a tentar perceber tanta
destruição de bens públicos e jardins desfeitos para montagem das tendas com
algum perfuminho no ar espalhado pela Elma cr7 que se tenta afirmar em
qualquer cantinho que no canto não dá, já que essa modalidade pertence à
irmã e o pastel ao irmão e paizinho famoso, que lhe atribuíu uma
barriga de aluguer, calada e esquecida lá pelas américas dos neons. Eu e a
minha natércia é que somos pioneiros nestes inhos, pois foi também num
dia de agosto mais antigo que fizemos o
nosso agostinho, mais natural, sem recurso a diminutivo mas com igual
ternura. Da noiva bem constituída e com arrojados airbags, só podemos dizer bem
e que o vestido lhe assentava como uma luva, acentuava o imaginário e enciumava
a paisagem, num projecto pessoal que obedecia à sua criatividade, e cuja
assinatura ornamentará belas montras que se abrirão ao investidor e empresário
que comanda a bola e o sonho de miúdos e graúdos, oportunistas e parasitas, ao
mesmo tempo que esmagava desejos e fantasias entre os convivas, e que dela fará
uma estilista de renome. Assim haja o pastelzinho.
Até eu que não estive lá também me pus a imaginar. Coisa de homens - banais
sobretudo!
Subscrever:
Comentários (Atom)