José Mourinho, treinador do
“maior clube” do mundo, devia andar feliz, mas não. Feliz, porque tem terminado
os jogos contra o rival catalão e soberbo, com o maior número de jogadores
tolerados, excepto na “supercopa” de espanha, mas que bem podia ter acabado o
derby com nove se o árbitro não tivesse contemplações com o sarrafeiro sul
americano, Pepe. Mourinho, no entanto, “sigue siempre” triste, pois nem com a
ajuda do “aipode” ele consegue encontrar o sistema táctico que o leve à vitória
contra o Barça do delicado Guardiola. Revelando todo o seu mau feitio,
arrogância “chico- espertista”, não acaba o jogo tambem, sem desferir golpes
baixos ou no sobrolho do adversário, numa imitação reles de um outro sul
americano de seu nome, Scolari. Mourinho, o josé, ainda não percebeu que para
ganhar a Guardiola precisa apenas de um jogador baixinho de tamanho, que mexe
com mestria os pés como se tivesse tantos como centopeia – o super Messi, o
leonel. Com este génio na sua equipa, teria a tão sonhada “dream team”, e os
títulos que arrecadasse não seriam “pequenhitos”, como agora desdenhou deste,
do qual saíu derrotado. O seu mau perder, que se repete, revela que é
malcriado, o que permite antever que quando largar o mundo do futebol, e longe
dos relvados mas então perto das lezírias ao sul e do gado bravo, pode muito
bem ingressar na administração de uma empresa, tipo Megafinance, e partilhar
com “Cohen Pereira, cavaleiro do império britânico, e da Silvia Ramos” todo o
conhecimento acumulado por terras de reis e rainhas, mas onde não aprendeu a
ser nobre de comportamento.
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