José Mourinho, treinador do
“maior clube” do mundo, devia andar feliz, mas não. Feliz, porque tem terminado
os jogos contra o rival catalão e soberbo, com o maior número de jogadores
tolerados, excepto na “supercopa” de espanha, mas que bem podia ter acabado o
derby com nove se o árbitro não tivesse contemplações com o sarrafeiro sul
americano, Pepe. Mourinho, no entanto, “sigue siempre” triste, pois nem com a
ajuda do “aipode” ele consegue encontrar o sistema táctico que o leve à vitória
contra o Barça do delicado Guardiola. Revelando todo o seu mau feitio,
arrogância “chico- espertista”, não acaba o jogo tambem, sem desferir golpes
baixos ou no sobrolho do adversário, numa imitação reles de um outro sul
americano de seu nome, Scolari. Mourinho, o josé, ainda não percebeu que para
ganhar a Guardiola precisa apenas de um jogador baixinho de tamanho, que mexe
com mestria os pés como se tivesse tantos como centopeia – o super Messi, o
leonel. Com este génio na sua equipa, teria a tão sonhada “dream team”, e os
títulos que arrecadasse não seriam “pequenhitos”, como agora desdenhou deste,
do qual saíu derrotado. O seu mau perder, que se repete, revela que é
malcriado, o que permite antever que quando largar o mundo do futebol, e longe
dos relvados mas então perto das lezírias ao sul e do gado bravo, pode muito
bem ingressar na administração de uma empresa, tipo Megafinance, e partilhar
com “Cohen Pereira, cavaleiro do império britânico, e da Silvia Ramos” todo o
conhecimento acumulado por terras de reis e rainhas, mas onde não aprendeu a
ser nobre de comportamento.
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Os melros
“Os melros”
O melro –“ turdus merula”-, foi
excluído da lista das espécies cinegéticas a caçar. Não há nesta determinação
qualquer novidade, pois os “melros” que são sempre notícia e escândalo, já não
são há muito, considerados como caça a abater, pelos juízes e executores de
leis, que quando os apanham no tribunal, logo os soltam, e lhes permitem que
voltem ao “galho ou ninho” onde se governam, onde cantam de galo e exibem as
unhas cuidadas, não fossem eles, hoje como ontem, passarada de “bem” e urbana,
de jardim com piscina, jacuzi, em chalé de luxo. Os “melros” têm pelugem negra,
de cerimónia e a preceito, bico amarelo, ás vezes alaranjado, outras vezes rosa,
etc, dependendo da época eleita e em vigor. Preferentemente, poisam em poleiros
de governação, de administração da coisa pública ou privada, e de instinto
gregário quando é preciso ou se a isso estão obrigados. De reportório vocal
fácil e variado, iludibria quem o escuta, e sai sempre por cima das embrulhadas
em que se mete e das acusações de crime de colarinho branco e engomado que lhe
apontam, sem um único beliscão de pena aplicada ou de sentença adversa
proferida em sede judicial por conflito de corrupção, gestão danosa, desvio de
fundos de um “ninho para outro”, falências fraudulentas ou insolvências
tácticas. Este tipo de “melro” é da espécie que canta bem mas não alegra
ninguém, e por isso é bem caçado se e por quem lhe mande calar o bico, ou por
quem lhe diga de uma vez por todas: “ anda lá meu melrinho que desta vez não
escapas”.
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