quarta-feira, 25 de maio de 2022
"A ERA do MILHO"
- E pronto! chegamos à corrida pelo "milho" e é vê-los numa corrida desenfreada a pegar um avião com destino a Kiev para entrar na bicha pela conquista daquele elemento essencial à "alimentação" de alguns governantes predispostos a ajudar o país produtor em grande e em conflito com outro grande produtor mas que de momento apenas fornece pólvora, coisa que não mata a fome a ninguém mas enriquece muito gabirú. A convite, como convém, lá aceitam eles viajar para ver in loco a desgraça que se estende por toda a parte daquela região e fazerem de conta que tal gesto entra na contabilidade da, Solidariedade, para com o país ocupado e violentado, e assim evitar ficar de fora para que quando chegada a hora também tenhamos direito a participar na reconstrução tijolo a tijolo e para que não nos falte o outro cereal com que se faz o pão e a ração. Os governantes que se prezam não deixam os "créditos" por cofres alheios, e aí vão eles a voar até ao local da "divisão do toucinho" dos crimes bárbaros que caem do ar e se espalham por terra. A face de tais governantes fica salvaguardada e ninguém pode reclamar que Portugal esteve ausente do maior conflito da geração actual, que só faz guerras em plataformas virtuais. Descobrimos que afinal o país tem Orçamento quanto baste para dar e vender material de todo o tipo em auxílio dos aflitos absorvedores de bens, que estão longe dos que sobrevivem junto à nossa porta e dormem junto ao contentor do lixo e muita sucata, com salário indigente e até mesmo sem tostão furado e dentro de casa a cair aos bocados. Mas o país precisa de milho como de pão para a boca, e outros Poderosos precisam de garantir que não lhes falte o "milho dourado" para que as suas vidas não percam brilho, e por isso viajam, em primeira, até Kiev uns atrás de outros. Estratégias. Portugal, país generoso e histórico a tratar bem os "camones" descobre pipas de massa para ofertar ao povo em fuga da terra que os viu nascer, e até armamento embora velho como o são as G3, uma metralhadora do meu tempo "colonial que de nada me valeu" por terras africanas e nem à chegada sequer foi merecedora de um, obrigado, nem perguntado se tinha casa e família onde regressar dinheiro para viajar para a terra de onde partiu com fome. Tudo "em forma de assim", e pelos Serviços prestados e em embaraços envolvido". É este o Portugal esplendoroso que alguns registam na sua memória e no seu conceito de país da Igualdade e da Justiça. "Glória a tal país que se espera não continue a esfarelar-se ao sol, e deixe de ser apenas um sítio..."!*
-*(DNotícias-25/05)
-(Em qua., 25 de mai. de 2022 às 05:15, Mário Jesus escreveu:
MÁRIO DA SILVA JESUS
CODIVEL/ODIVELAS
Codivel, 25 de Maio de 2022
Senhor
Joaquim A. Moura,
Muito Bom Dia,
Diante do que acabo de ler, no Diário de Notícias da Madeira, edição de hoje dia 25 de Maio de 2022, com o título bem sugestivo, A ERA DO "MILHO", de fácil compreensão, e actual, para quem entender a vida da politacada, apresso-me a dar os parabéns, pela sua visão crítica do bajular sistemático dado por essa corja, à Ucrânia, completamente devastado pela guerra, como todos sabemos.
Aceite os meus respeitosos e fraternos cumprimentos do,
Mário da Silva Jesus
:-Isabel Albuquerque
qua., 25 de mai. 17:58 (há 14 horas)
Boa tarde Joaquim Moura
.
Faço minhas as palavras que hoje recebeu deste leitor.
Mais uma vez, parabéns.
Desejo para si e toda a família muita saúde e bem-estar
Isabel Albuquerque
-Fernando Oliveira
06:54 (há 2 horas)
para mim
Amigo Esta crónica está boa como a milho. Um abraço.
- JN em 15/06/022("E assim descobrimos q afinal temos milhões p/ dar")
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