quinta-feira, 29 de dezembro de 2022
"Canção" (poema)
Canção
(poema)
- Depressa! Caminhemos depressa,
que a morte sempre à espreita
nos surpreende quando menos se espera.
A Vida já de si estreita,
perde o sentido e a fantasia
se não lhe damos a circular atenção,
e a alimentemos de vontade animada
de chegar mais além do nada,
que nasce no miolo da razão.
Alarguemos o olhar e o passo estudado.
E de mão dada a tão reservada visão,
à metódica utopia e à severa realidade,
que há de acordar e doer na madrugada,
façamos do arado o pão e a cidade;
porque esperar à luz da Lua pela alegria,
é adiar o Sol, é matar o tempo, é perder o dia!
"Celito - o Vamos ver"
"Celito - o "Vamos ver"
- Celito foi ver os restos dos incêndios e encontrou o Povo zangado a ferver e a fumegar. Encontrou uma pequena multidão que lhe disse cara-a-cara que ele, Presidente, não valia os tomates de um "Porco de Murça" mais os que chegam à governança deste Território da pouca vergonha. "Celito"ouviu e não tendo abrigo por perto, tentou acalmar ou apagar as vozes incómodas e que não o poupavam até aos impropérios que a sua acção tem desencadeado. Isto trocado por miúdos equivale a que lhe chamaram "empecilho que nada faz" e que tenta com paleio "levar o Povo" com esperteza de académico e citadino, aqueles rurais íntegros que ousaram corajosamente, quase chamar-lhe que ele é uma merda em bom latim. Viva tal Povo que não se encolhe e saca do substantivo mais apropriado quando é preciso chamar os "bois pelo nome". Viva!
- (IMEDIATO-30.12.022)
- (JN-15.01.023."Felizmente ainda há gt. que se revolta e n/se cala")
terça-feira, 13 de dezembro de 2022
Natal embrulhado
- O Natal merece muito mais do que aquilo que se vê. Dessa correria que entope o trânsito, do esforço de carregar para casa sacos cheios, uns de roupa que se pensa será útil, outros de sapatos para juntar e estrear numa noite que requeira brilho. Outros encomendam bolos e mais doçuras que levem açúcar doentio para adocicar as zangas que surgirão pelos gastos feitos e sem necessidade. Outros ainda especialistas em vinhos, querem surpreender os convivas e escolhem como enólogos amadores mas bons bebedores, por entre estantes dos mercados que os provocam e incitam aos desvarios dos gastos exagerados. O Natal prova-nos de que a crise de que se fala e de que nos queixamos é uma "tolice" de alguns choramingas que na hora das compras, sacam dos bolsos o dinheiro que, disseram, lhe faltou sempre durante o ano. O Natal diz-nos que o cinismo é uma floresta brilhante de muita hipocrisia, é notícia gorda pendurada numa pequena e doméstica Árvore de Luzes, exposta no canto da casa mesmo a precisar de obras e retoques, que fará capa de revista ou jornal diário como sempre acontece. É claro que virá agarrada ao drama de muitos gentios, à pobreza, e nos quer entristecer com sem abrigos e grutas frias onde se abrigam todas as lamechas, que também circulam pelos ricos mercados provocatórios que a todos assediam e vão aos bolsos onde sobra ainda um último tostão. A "tal crise" afinal não é tão grande como nos querem vender. No Natal, o dinheiro surge de onde menos se espera e ainda antes de ser encontrado no sapatinho e da sua comemoração em família ou só por entre lágrimas no dia seguinte. Haja Natal sempre que o Homem quiser e se disponha a festejar mesmo se teso como um carapau que o bacalhau está caro, embora saibamos que a tantos rotos quase sem rosto, uma sopa quente desse jeito naquela hora santa. Aleluia, que não faltam peluches a fazer de figurantes. Aleluia!
- (publcd In "IMEDIATO . 15.12)
- (DNotíc Funchal - 16.12)
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-(Li o seu “ Natal embrulhado “, como sempre mordaz, certeiro é excelentemente bem escrito por um dos meus autores preferidos.)
Um abraço -DrªMena
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-(Boa noite Joaquim Moura
É com gosto , que leio os seus textos...
Sabe fazem-me refletir , mesmo que por vezes, não concorde na totalidade.
Há na verdade,nestas datas, muitos
exageros.
Para si e todos os seus desejo
umas Boas Festas,com muita
saúde e paz.)- Isabel Albuqq.)
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Bom dia Sr. Moura,
Não teria escrito melhor sobre a hipocrisia desta época festiva.
Fique bem!(Telma Ferrª)
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-(Carla Fonseca - 25.12)
Ainda à volta dos tachos e panelas para que nada falte aqueles que mais amo, venho num relâmpago desejar-lhe um Santo e Feliz Natal Sr.Joaquim para si e os seus!! Gosto muito de si! Grata pelas fantásticas partilhas! Cuide-se por favor!!Um abraço muito muito apertadinho !!!
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(in JN.25/12)
(in CM.25/12)
sexta-feira, 14 de outubro de 2022
Pedido de "perdão" nenhum!
- O pedido de "Perdão" pelo seu envolvimento no caso agora bem badalado em que o badalo ainda não deixou de abanar, não foi pedido nenhum, e muito menos de "perdão". Foi a sua treinada forma de ratice de tratar os portugueses, velhos e novos, crentes e desconfiados, com sobranceria e algum desdém. Não sabemos com quem Marcelo dorme ou quem lhe faz a cama aveludada, mas ele, acreditamos pois temos fé, é quem sabe manhosamente fazer-nos a cama de espinhos, quando melhor lhe convém e serve para o cobrir aconchegando-o entre lençóis de linho e de protecção, seja ele bispo ou simples clérigo com cargo e dele próximo, e nós apenas povão que engole qualquer disfarce travestido de "pedido de perdão" mas em que se denota o "sim mas se", embrulhado numa convicção ausente ao mesmo tempo que procura culpados pela acusação e suspeita da sua participação no imbróglio da mística católica ou do beatério. Conclusão - Marcelo precisa de refazer o "pedido de desculpa às vítimas de abusos sexuais e suas famílias e aos portugueses atrasados que não se deixam embalar como se fossem meninos de Belém com anjinhos parlamentares bem pagos e responsáveis pela governação do país, a dar-lhe suporte por interesses vários mas também nossos conhecidos!
-(IMEDIATO-(14-10)
-(DNotícias-(16-10)
quarta-feira, 12 de outubro de 2022
Encobrimento e "má Fé de pecador
- Marcelo Rebelo de Sousa, actual e malquisto Presidente de alguns portugueses, merece e deve ser investigado pelo MP pelo seu conluio e encobrimento dos pedófilos que oram pelos altares da pouca vergonha sob a cruz do Senhor e de braço dado com os homens negros que envergam batina onde escondem um qualquer "membro" pecador, senão fugitivo. Marcelo pensa que os portugueses são pacóvios e não veem nele um farsante palrador e "turista" indesejado. Marcelo tem todas as características que o aproximam da partilha da pedofilia eclésica e com ela parece conviver em paz. Disfarça entre feiras de livros e participações com actuações populares para dar uma de democrata e enganar os fregueses que ainda vão à "missa" dele, arrastando a cruz que ele ajudou a construir e a carregar. Gosta da juventude que o cerca e das selfis em que se auto retrata por entre tal multidão inocente ou ingénua, em pose de velho decrépito. Diz as bacoradas que diz perante os canais televisivos que lhe dão também vergonhosa cobertura. Ele pensa que a Fé mais Alta o salvará. Põe-se de joelhos após pré aviso às estações e estúdios ou redacções para ampliar e enganar quanto pode, para ficar na história dos pecadores famosos sobre quem pende a imposturice própria dos demagogos licenciados. Tenta, após os falhanços cometidos, explicar-se e esclarecer os duvidosos da sua conduta enquanto defensor dos padrecos pedófilos e destruidores de vidas. Marcelo merece e deve estar debaixo de olho. Do olho de cima, a par de um outro bem aberto que não o perdoa nem que vá pelo seu pé a Fátima as vezes que entender serem necessárias enquanto viajante como tanto gosta e a lavar os pés aos peregrinos que o acompanhem, cheios de dor e sofrimentos vários e proveniências íntimas e muito pessoais que a alma contém!
-(in:"IMEDIATO"-13-10-022)
- Quintino Silva
12:27 (há 2 horas)
para mim
Parabéns joaquim
sexta-feira, 30 de setembro de 2022
"INVERNO"
INVERNO
E o inverno chegou. ainda tímido, um tanto sossegado dependendo da região. Recomendou-nos logo à chegada que o aconchego estava guardado no armário, onde repousa o agasalho fora de moda já. Mas não há dinheiro para o renovar e fazer ver aos vizinhos que aqui por casa não falta estilo e ambição. E regressamos ao velho casacão ou samarra que promete fazer mais uma temporada, esgace chuva ou sopre vento a valer. Não há dinheiro para luxos e até para pão está comprometido. Vivemos num país pequeno e pobre de meios mas não de conversa e de promessa constante e antiga. O problema é quando olhamos para o lado e vemos os frágeis filhos e netos, nora ou genro sem trabalho e desanimados a olhar um globo e a tentar convencerem-se em partir para terras distantes. Ficarem por cá é tempo perdido e já experimentado que não dá alimento que anime a despensa e conforte o estômago. A mulher tem o rosto encovado e os olhos enegrecidos de cansaço. Há quem lhe chame, olheiras. Eu chamo desespero a tal estampa. Eu vou cavando a terra seca apesar de agora caírem uns pingos tão desejados, mas que não entram terra adentro até à raiz que origina fruto. Este país é uma seca desde os avós que morreram calejados de tanto cavar sem sucesso. É o que temos, dizem-nos para que não esmorecemos e teimar em fazer cova atrás de cova até à cova final. É o que a nós também nos espera. Eu é que já não tenho idade para partir senão já enfileirava junto dos refugiados que beneficiam dos apoios e das Seguranças Sociais com psicólogos e tudo o mais. É a vida, dizem-me outros!
-(DNot.30-09-2022)
- Olá bom amigo!!
Excelente!!!! Como sempre!
Um grande abraço
Mena
- JN:07.10.2022("A falta que o dinheiro faz")
:-Boa tarde Joaquim Moura
Como já nos habituou,não é possível ficar indiferente ao que escreve ... leva-nos a pensar com realismo como é este nosso pobre país. Obrigada.
Desejo para si e todos os seus muita saúde e bem-estar.
Cumprimentos.
Isabel Albuquerque.
-----------------------------»
- Forte forte abraço com saudades! Que bonitos e despertos artigos me enviou, adorei, adorei, muito muito obrigada...Como vai? O que me conta? A sua saúde? Os seus? A sua horta? Abraço agasalhado desta ausente mas amiga do Minho que muito o estima. Perdoe-me...Penso que talvez pelo telefone fosse mais fácil falamos, face à impossibilidade minha de agora vir aqui como dantes. Obrigada pelo seu imenso carinho e cuidado comigo. Desejo-lhe o melhor do mundo! Cuide-se por favor.
Com muito carinho e estima,
A amiga Minhota Carla Fonseca
-(20-11-022)
quinta-feira, 29 de setembro de 2022
4º Aniversário - "Maior que a alma contém"
4º Aniversário-"Maior que a vida contém"
Estamos em dois de outubro,
"Tempo de um deus-mito" planetário,
e hoje, dia da Senhora do Rosário.
Ainda, de guerras e mais canseiras,
justo num "duplo estranho" calendário;
Ano da Graça em que o Artur faz 4 anos!
- Que nem Cronos tenha enganos
nem outras contas bem caseiras,
mas uma Festa de luz até ao rubro
que dê a alegria merecida
que ele constrói por dentro da vida;
E também muita Felicidade
na companhia da "ideal Família"
que lhe quer Amor de Verdade
e outro tanto de saúde. É este Real desejo,
..nesta erguida e quão humana Homilia!
deste avô companheiro, fiel mais que amigo,
neste Sentido-Coração-poema, em que te abrigo;
..................................................................:
( - um Grande e Terno Beijo,
- deste avô no teu caminho presente
- e sempre, sempre "materno"!)
Abraço bom
*avô quim*
-*(aniversariante tb.17,5 vezes mais)
quinta-feira, 8 de setembro de 2022
- 2 meses são um caminho feito!
- Parabéns à Beatriz,
que deu mais um passo de Rainha.
Ela ainda será Imperatriz,
que é Coroa que já detinha!
-*(GOD save my Queen BEATRIZ)
+++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++
-(NOTA: neste mesmo dia,pela manhã do ano corrente, pelas 10,06min nasce esta "quadra" plebeia, em que a minha neta Beatriz faz 2 meses de vida. Pela tarde morre a monarca mais antiga com 96 anos, que assumiu o reinado durante 70 anos em Inglaterra. Esta "singela quadra" quase assume uma premonição do que pela tarde viria a acontecer - a morte da "rainha" Elizabeth II do Reino Unido)
quinta-feira, 1 de setembro de 2022
"Os traidores existem"!
Os traidores existem
Opinião de Joaquim A Moura
:31 DE AGOSTO 2022:-
-
Morreu Mikhail Gorbachov, o último presidente da União Soviética. E morreu assim o manchado traidor que devolveu e provocou o recrudescimento da hegemonia dos E.U.A.
E com a destruição do equilíbrio entre as duas superpotências, sendo a outra, a antiga URSS, instalou-se no Mundo a violência e o crime diverso e horrendo, que todos os dias e a qualquer hora fazem páginas e páginas de notícias sobre o caos que grassa junto a cada porta de cada um de nós em todos os países que lutam por pão e pelos filhos, já que paz não lhes chega nem pelas frinchas dos casebres onde se albergam ou por onde sobrevivem.
Gorbachov morreu mas é um dos tais personagens que não devia sequer ter nascido e daí não merecer qualquer apontamento, excepto dos seus beneficiados ocidentais e pró E.U e demais liberais fascistas que aplaudiram a explosão do Pacto de Varsóvia e ganharam com a imposição da Perestroika e da Glasnost, que o “testa manchada” e o espírito malvado claudicou num dia enevoado, com que decidiu marcar a sua existência.
A Gorbachov se deve hoje as desgraças que vingam e meteram famílias e os povos a ferro e fogo que em chinelos ou descalços têm de caminhar sobre brasas e metralha assassina. De tal “líder”, tecerão” elogios, só os que que regressaram à “liberdade de torturarem e atarem” os povos sem meios e sem reais defesas. e ascenderam ao Poder para imporem o liberal fascismo, como este que hoje está instalado na UE e sob a batuta dos E.U.A. Países que se dizem ser, mas de cabeça baixa e pouca conversa, quase caladinhos a fim de evitarem levar no focinho, por acréscimo do grande “boss e protector Uncle bem armado e bolso rico para comprar mais traidores que se refugiam em bando em todas as esquinas e os demais em palacetes ou Parlamentos obedientes e mentirosos”!
Leia mais artigos na página de opinião do - IMEDIATO.01/09/022
-DNotícias:03-09
terça-feira, 16 de agosto de 2022
"...e eu não sei..."
-«Não sei de pássaros, / não conheço a história do fogo. / Mas creio que minha solidão deveria ter asas.» (Alejandra Pizarnik)
-...E EU NÃO SEI AINDA MAIS!
- e eu não sei de tanta coisa com que me deito
e acordo sobressaltado e a suar cheio de medo.
Não sei se é apenas falta de jeito
para achar o calor do teu peito,
ou se o coração endureceu como penedo;
Esta vida pesa e incomoda como dor
que envolve em cinza os dias, e os apaga,
e lhes rouba o aconchego do amor
que na minha alma a solidão esmaga!
-(Joaquim A. Moura)
-(Fernando Oliveira
11:31 -(20.09)
Grande poeta sim senhor. Abraço.)
terça-feira, 26 de julho de 2022
POEMA A BEATRIZ
- O TEU NOME BEATRIZ,
JÁ ESTÁ ESCRITO NAS ESTRELAS.
E EM CADA UMA DELAS
HÁ UM BRILHO ESPECIAL QUE RELUZ
NUMA DISPUTA FELIZ QUE SEDUZ
PARA SEREM AS MAIS BELAS;
- UM RAIO COM CORAÇÃO VINDO DO CÉU
COMO SE UM ANJO FOSSE, ASSIM O DIZ!
segunda-feira, 11 de julho de 2022
"Uma Estrela Nasceu"
"Uma Estrela nasceu"
- "Em julho debulhar";
- o provérbio assim o diz;
Mas foi o encanto do teu nascer
e o teu nome, Beatriz,
que nos faz engrandecer.
E na colheita deste Presente
que vamos desde agora desembrulhar,
saibamos sempre ver-te, em bela flor
a sentir raro perfume
que nos enche o coração
e nos dará um sonhar-feliz,
com nobre "estória" plena de cor
como uma Estrela de Luz, de Celeste Lume,
a brilhar num jardim de Lis!
-xxxxxxxxx-
("Li algures que Beatriz significa: “aquela que é e faz feliz”!! Vai ser uma estrela!!")
sábado, 25 de junho de 2022
"É a Guerra estúpido!
- Farsa não é, comédia muito menos. Poderia ser um circo já que palhaços não faltam com narizes multicolores e a cheirar oportunidades que por entre destroços em montanha, se formam a cada ofensiva, que de um lado e do outro estouram como balões de pólvora e cheios de morte. Pelo palco saltitante o cheiro a podre sobe no ar e desce desfazendo-se em cima de já outros destroços que escondem velhos cadáveres. Uns procurados sem crime outros por crime cometido. Uns inocentes, outros culpados por intervenientes em conflito assassino sem tempo para um último salto mortal à rectaguarda ou na frente de batalha. As bombas a sério, sem nenhuma piada, encontram o solo e o homem fardado e o civil andante a rigor e cheio de vontade de fazer rir e chorar qualquer plateia com um saco preto pela mão. Uns cantam, outros choram até ao funeral da derrota e da vitória com discurso heróico e medalha por ostentar. Os que vão sobrar terão a sua, condizente com o seu louvor. Umas de prata e ouro, outras de cortiça com direito a fita multicolor e beijo ensanguentado e lágrimas a escorrer por entre soluços de raiva. O discurso oficial está pronto e fotocopiado para enaltecer o cadáver que por fim se encontrou entre o cascalho desfeito e que dará muito a ganhar aos que retiram vantagem de voltar a erguer o que antes estava de pé e servia de casa, habitação melhor, palacete e até uma estátua decapitada no largo que agora está desimpedido a registar mais história à História passada e heróica de quem se fez soldado desconhecido uns, e anónimos outros. Todos implicados sem saberem bem porquê. A História é feita de casos e de heróis imbecis atropelados em guerras lavradas por nós de gravata e fato a rigor que se escondem por baixo de camuflados a preceito. Porém as balas que esvoaçam que nem pombas de paz e de que são de conflito duro e tenso não escolhem o palhaço que entra em tal circo. É a Guerra estúpida, é a guerra estúpido. Criminoso como todas as que se travaram em campos de batalha que deram lugar a cereal e a novas fortunas que encheram os cofres dos já milionários, também chamados de, oligarcas sem escrúpulos e de Presidentes activos com disfarce de guerreiros com boa vida!
-*(DNot.29-06)
-*(JN.2jul)
-* :(IMEDIATO):-Em qui., 30 de jun. de 2022 às 12:56, António de Sousa Botelho escreveu:
Caro Amigo
Gostei muito como sempre do texto que me enviaste “ `È a Guerra Estúpida !”.
Como é possível acontecer o que está a acontecer!
Grande Abraço
António de Sousa Botelho
quinta-feira, 26 de maio de 2022
dar troco
Resposta a um jornalista e ao seu jornal"NEGÓCIOS"*
- Tem piada os cronistas de alguns pasquins, mesmo sendo da área de "negócios" discorreram acerca da guerra lá do leste entre um bem sabido derrotado e um isolado e valente vencedor, que se ganhar a dita Guerra será a III que ganha, pois já que luta contra a UE e os EEUU mais o Canadá e até a Noruega, a exnazi Alemanha, os festivaleiros de DowningStreet com Boris à cabeça, e a mais "valente e imortal nação(!), Portugal"! No entanto os ocidentais ajoelhados e dependentes do Uncle Sam, que se matam dentro de casa uns aos outros, teimam e reteimam em humilhar e hostilizar grande NAÇÃO, essa sim, valente, e preconizar desde há meses a sua Derrota e saída com o rabo entre-pernas, do território que hoje ocupa, sem segundo os especialistas terem avançado um mm sequer desde que deram o primeiro tiro/rocket no terreno de um clown Z(elenski) que por mim acabaria no estado em que acabou Sadat H ou até Nicolau Ceausescu e sua velha esposa. A Rússia meu Caro luso Filipe, acabará por ganhar e sair vencedor mesmo sem ter armamento ou esgotado que está e só com fisgas, como o afirmaram certos países aperaltados e o seu hegemónico e imperialista EU, a quem se submetem e .....caladinhos, senão tb levam no focinho! Tenha juízo senão acaba por parecer uma daquelas "comentadoras de assuntos militares e de Estratégias(!), gordas e feias tal como uma Helena Gouveia, que de ovos e cenouras passadas pela pássara é que saberá alguma coisa. E ao que julgo dá aulas no Superior. Coitados dos alunos!
-(*vitória sem humilhação")
quarta-feira, 25 de maio de 2022
"A ERA do MILHO"
- E pronto! chegamos à corrida pelo "milho" e é vê-los numa corrida desenfreada a pegar um avião com destino a Kiev para entrar na bicha pela conquista daquele elemento essencial à "alimentação" de alguns governantes predispostos a ajudar o país produtor em grande e em conflito com outro grande produtor mas que de momento apenas fornece pólvora, coisa que não mata a fome a ninguém mas enriquece muito gabirú. A convite, como convém, lá aceitam eles viajar para ver in loco a desgraça que se estende por toda a parte daquela região e fazerem de conta que tal gesto entra na contabilidade da, Solidariedade, para com o país ocupado e violentado, e assim evitar ficar de fora para que quando chegada a hora também tenhamos direito a participar na reconstrução tijolo a tijolo e para que não nos falte o outro cereal com que se faz o pão e a ração. Os governantes que se prezam não deixam os "créditos" por cofres alheios, e aí vão eles a voar até ao local da "divisão do toucinho" dos crimes bárbaros que caem do ar e se espalham por terra. A face de tais governantes fica salvaguardada e ninguém pode reclamar que Portugal esteve ausente do maior conflito da geração actual, que só faz guerras em plataformas virtuais. Descobrimos que afinal o país tem Orçamento quanto baste para dar e vender material de todo o tipo em auxílio dos aflitos absorvedores de bens, que estão longe dos que sobrevivem junto à nossa porta e dormem junto ao contentor do lixo e muita sucata, com salário indigente e até mesmo sem tostão furado e dentro de casa a cair aos bocados. Mas o país precisa de milho como de pão para a boca, e outros Poderosos precisam de garantir que não lhes falte o "milho dourado" para que as suas vidas não percam brilho, e por isso viajam, em primeira, até Kiev uns atrás de outros. Estratégias. Portugal, país generoso e histórico a tratar bem os "camones" descobre pipas de massa para ofertar ao povo em fuga da terra que os viu nascer, e até armamento embora velho como o são as G3, uma metralhadora do meu tempo "colonial que de nada me valeu" por terras africanas e nem à chegada sequer foi merecedora de um, obrigado, nem perguntado se tinha casa e família onde regressar dinheiro para viajar para a terra de onde partiu com fome. Tudo "em forma de assim", e pelos Serviços prestados e em embaraços envolvido". É este o Portugal esplendoroso que alguns registam na sua memória e no seu conceito de país da Igualdade e da Justiça. "Glória a tal país que se espera não continue a esfarelar-se ao sol, e deixe de ser apenas um sítio..."!*
-*(DNotícias-25/05)
-(Em qua., 25 de mai. de 2022 às 05:15, Mário Jesus escreveu:
MÁRIO DA SILVA JESUS
CODIVEL/ODIVELAS
Codivel, 25 de Maio de 2022
Senhor
Joaquim A. Moura,
Muito Bom Dia,
Diante do que acabo de ler, no Diário de Notícias da Madeira, edição de hoje dia 25 de Maio de 2022, com o título bem sugestivo, A ERA DO "MILHO", de fácil compreensão, e actual, para quem entender a vida da politacada, apresso-me a dar os parabéns, pela sua visão crítica do bajular sistemático dado por essa corja, à Ucrânia, completamente devastado pela guerra, como todos sabemos.
Aceite os meus respeitosos e fraternos cumprimentos do,
Mário da Silva Jesus
:-Isabel Albuquerque
qua., 25 de mai. 17:58 (há 14 horas)
Boa tarde Joaquim Moura
.
Faço minhas as palavras que hoje recebeu deste leitor.
Mais uma vez, parabéns.
Desejo para si e toda a família muita saúde e bem-estar
Isabel Albuquerque
-Fernando Oliveira
06:54 (há 2 horas)
para mim
Amigo Esta crónica está boa como a milho. Um abraço.
- JN em 15/06/022("E assim descobrimos q afinal temos milhões p/ dar")
quinta-feira, 12 de maio de 2022
"Era a Guerra meu Deus, era a Guerra...!
- Os EUA, o Continente mais rico do Mundo, mas cheio de vizinhos que vivem na miséria, excepto dois ou três países, nunca mais ganham a Guerra meia patriótica que travam por detrás da cortina com a velha e desgastada Rússia, apesar de se servirem de tropa esforçada e valorosa, que se batem e morrem por causa heróica e explicável, e que se apoia e se envolve no povo inocente, especialmente como carne para canhão, e por isso pagam com a vida o serviço macabro que estão a prestar cegamente ao Tio americano e outros interesses europeus, bem confundidos nos canais de tv ao serviço do dólar falso mas de armamento verdadeiro e letal, com pivot´s que sabem ler e contradizerem-se, o que lhes é posto em cima da secretária e em frente das lentes de câmeras de captação de imagem. O "guião oficial", que tem por fim formar e confundir a opinião pública que pouco lê e até não consegue ler uma legenda até ao fim enquanto ela passa no ecrã, e muito menos traduzir o que se esconde por trás de tal "propaganda" bem repetida até que passe por verdadeira. A ex-URSS teimosamente e também cheia de vacuidade, também não pode aguentar-se como se nada se viesse a passar após a chegada da acalmia a que muitos chamarão, Paz, mas sem pão nem casebre de pé. Enquanto uns disparam mísseis e rockets a várias velocidades, os EUA vão enviando ou fornecendo meios de matança, como milhares de milhares de milhões de dólares e cunhetes de munições e armas mais pesadas do que todo o volfrâmio que Portugal explorou em tempos para outra Guerra feia, também ela feita de rios de sangue de dor e muito luto. Ou seja, milhares de coisas e artefactos que alguém terá de pagar hoje, amanhã e depois de depois e de muitos netos vergados a tais encargos. A terra há de chegar para cobrir os que tombam e tombarão ao som ou sem som de corneta brilhante e sob uma bandeira desfraldada com "nobreza e classe" pelos "vencedores" e outros que sempre se juntam à "festa" lá no final e garantidos do sucesso que colherão por entre os destroços que jazem mas que valem ouro. Desta e de outras Guerras e "guerreiros briosos que ultrapassam a loucura", de nenhuma saiu um Vencedor que se possa gabar de Feito Glorioso e do cheiro a podre que ficará a pairar por tempo indeterminado!
-*(DNotícias-14.05)
-*(JN- 17-05)
.................
-(e-mail)
Isabel Albuquerque
09:34 (há 40 minutos)
para mim
Bom dia Joaquim Moura
É apenas para lhe enviar votos de muita saúde e bem-estar.
Dizer-lhe que gostei muito de ler, no espaço do Leitor, o seu texto.
Além de muito bem escrito,toda a verdade que transmite. Obrigada.
Cumprimentos e parabéns pelas suas sábias opiniões.
terça-feira, 26 de abril de 2022
"Os AZOV e os disfarces"
- Quem não permite a Libertação dos refugiados, mulheres e crianças, que se encontram retidos na velha e destruída siderurgia ucraniana, cercada a sete chaves e uns tantos mísseis russos, são os efectivos militares de aço armados, fuzileiros de elite ao que se sabe, ali escondidos, com braço explosivo e dedo no gatilho, que os usa como escudo para se protegerem enquantos os tiverem debaixo de olho e bem junto deles de modo a impedir que os russos ataquem em qualquer momento aquelas instalações à prova de fogo para os fazer sair da toca. Os russos por várias vezes já abriram "corredores de fuga e de salvação para tais retidos", mas o denominado Batalhão Azov não os deixa sair daquela abominável situação, por ordem do "chefe actor e comediante-manipulador", a quem eles servem usando-os como escudo e moeda de troca, e assim pretendem garantir a sua saída em conjunto ou misturados com tais reféns, coisa que os malandros russos não vão em tal "táctica" mesmo que disfarçados de franciscanos que ao pescoço penduram não um "Terço" mas uma quantidade maior de armas mais ou menos ortodoxas. O que espanta ainda é que o PR deste pobre país, sem eira nem beira e pouca terra para abrir valas, apoia um Exército neo-nazi cercado, "zelenskiano, sem comida nem água para distribuir mas muita má fé e sabe-se lá que mais ali dentro ao fim deste tempo todo rodeados de mulheres com ou sem filhotes, o que faz dele, o PR, luso vermelho e verde, a que juntou amarelo e azul, um membro apoiante de tal Força escravizadora e a brincar às escondidas com tais crianças desesperadas e a pedirem apenas um pouco de sol e de pão, deixando-os vir ao "recreio" para sentirem a Liberdade e o sabor da água fresca, com o carinho da família que chora junto a eles e agarrados ao peito que sangra naquele cativeiro há alguns meses. Há aqui qualquer coisa grave que não bate certo e que parece que ninguém ousa abordar, escalpelizar se for esse o caso a frio e sem nacionalismos e posicionamentos políticos mais convenientes e mais submissos! "Coragem portugueses que só nos falta maior visão para chegar lá, ao "teatro de operações e outras americanices pró-Nato", com intuitos malvados por detrás da cortina, que fumo e fogo já há que sobra e vitíma inocentes"!
-*(IMEDIATO.28-04)
quinta-feira, 7 de abril de 2022
"Sanções e dalilas"
- Os Estados Unidos que são o big boss do Mundo e quem determina sanções ao mundo feito dalila, e quem determina a sua marcha, são o país depositário de todos os males que grassam dentro do seu território, quase todo ele comprado por tuta e meia, e fora dele. Se tais países dependentes das suas Políticas Internacionais não se libertarem da sua onipresença serão sempre arrastados para a pobreza franciscana, pistoleira e muita texana. Ao proibirem os dirigentes de serem autónomos e poderem governar os seus povos dos seus países, jamais terão Liberdade e terão sempre sobre as suas cabeças a vergasta vingativa yanque. O seu Poder é tão forte e extenso, que um dia até para comprar um grama de sebo, os povos dependentes da UE e de outras geografias, vão ter que lhes andar sempre a lamber as botas vaqueiras com esporas. Tais povos têm este dilema junto de si, e se não tomarem medidas como eles tomam na Política Internacional e por via dos acontecimentos que nos batem à porta e nos mídia repetidamente obedientes, ver-se-ão ainda dentro do nosso calendário de vida, proibidos dos seus bens e dos seus lazeres. Beneficiando da governação autorizada, fraca, limitada e sob o seu domínio, os braços armados de ferro e fogo, e seus vassalos bem instalados, imporão ao Mundo a sua vontade e os seus anseios ultrajantes. Ele, os EUA já são e serão cada vez mais quem indicará os caminhos que cada país deve empreender, quer queiram mover-se a gás ou a carvão carregando às costas o seu sofisticado armamento para que a placa seja "sua Lei" a traçar ou indicar tal caminho. Armamento que está sempre disponível e à venda de quem dele precisar para ir mais longe e com mais mortes a monte, para infelicidade de quem tenha que fazer funerais com dor, sofrimento e muita terra por cima até encher vala atrás de vala e até ao inferno. A Europa tem necessidade de se autonomizar e encontrar formas de se libertarem da sua influência. Enquanto interessar aos EUA tais governantes e países que eles consentem e apoiam, o Mundo não terá paz nem sossego. Um dia talvez que aquele "guarda chuva" que eles constituem, se feche como agora se fecham os abastecimentos de que outros países forneciam e que fizeram vir à tona a necessidade da autonomia que liberta da dependência e da ameaça da bala assassina, os pobres vergados de todo o planeta às escuras e sem uma palavra forte que os faça avançar com mais segurança e estômago mais confortado. Mas por enquanto é o que temos por entre os escombros e o ferro-velho, para nossa desgraça!*
-*(DNoticias em 08.04)
-*(Imediato - 09.04)
-*(CM - 15.04)
-*(JN- 13.09«-"É essencial que a Europa se liberte da influência americana»)
sábado, 19 de março de 2022
A guerra dos preços
- Para bem do país e dos seus habitantes, as únicas explosões que se dão por cá são as que rebentam no mercado de preços dos produtos essenciais e nas bombas de abastecimento de combustíveis. Já não falta muito para regressarmos ao tempo das fogueiras a lenha e ao carvão existente, pois o gás também nos evapora o salário, causa rombo com estrondo, e até derruba prédios e andares por descuido, má aplicação, ou mau uso num ou outro lar. O tempo não ajuda, o frio entra pelas frinchas de portas e janelas enquanto assobia pelo ar, e a gente que não é de veludo, tem que se aquecer e ter o estômago aconchegado. As casas são de gelo quase transparente embora a neve não se apresente para jantar ela senta-se à mesa sem manta pelas costas.Temos o país que temos e não é de esperar outro melhor com diferente governação das que temos tido desde os nossos avós que já partiram tesos. Entretanto, vão nos alimentando a esperança velha para aguentar "firmes e constantes" que não há mal que se não vença, com mais atitude, como se diz no futebol. Portanto a solução está na "atitude". O resultado há de aparecer nos ecrãs de tv logo por debaixo de imagens de paz e felicidade, repetidas ou a correr várias vezes, venham elas de onde vierem. O que é preciso é teimar, teimar, até esfumar se entre tanta explosão de preços nos mercados, grandes ou pequenos. Em qualquer deles temos é de puxar da carteira como se puxa um gatilho e pagar por tanto mal que nos fazem sem contrapartidas. Haja Deus e muita fé nos anjos que nos confortam e governam desde Belém, que os de Kiev estão longe mas servem de desculpa e enriquecem muitos com tais guerras especulativas. O povo é quem paga, embora lhe apeteça explodir por tanto sofrimento que lhe mete em casa ainda de pé e por enquanto, com um cheirinho de Energia que alimenta a lâmpada como vela tímida de baixo consumo e que ilumina alguma coisa. A carteira da salvação, essa mantém-se cada vez mais mais apagada e a orientar-se na quase escuridão.
-(JN- 28/03: abrv)
-("IMEDIATO"-19.03)
quarta-feira, 9 de março de 2022
A "grande guerra da mentira forjada"
... eu não percebo nada disto nem de outra coisa qualquer que meta chumbo à lei da bala, apesar de ter sido Ranger reconhecido. Todos os dias nos meios de Comunicação Social, ouvem-se notícias sobre o que vai pelos céus euroasiáticos e por lá perto, de que os ucranianos matam milhares de soldados russos, abatem centenas de aeronaves sofisticadas, dominam as redes sociais, capturam centenas de armas e seus operadores fardados e que falam a mesma língua, e por vezes até são compadres, mas no entanto são os russos que avançam a cada dia e cercam cidades, tomaram-nas por dentro e por fora,e os canais Ocidentais obedientes a imperiais interesses superiores com cheiro a gás e a petróleo e que ajudam à nossa incompreensão do desastre à mistura com o crime de dor e de sangue a que se segue a dor e o luto, mas são incapazes de parar os malandros que põem em fuga os que resistem até atingirem outros "paraísos" que lhes dêem paz, pão, habitação, aconchego e carinho junto a um qualquer fogão, e os salve daquele perigo em que uns tantos irresponsáveis, incompetentes que nunca foram bons actores em palco nenhum e que agora procuram culpas por entre escombros e cadáveres. Logo disso e a seguir fazem propaganda nos tais mídia que os acolhe nas câmaras e aparelhos de imagem também eles sofisticados e de longo alcance com redacções revisteiras que querem vender papel tingido e a escorrer a miséria do sofrimento arrepiante. Os protestos de nada valem e pelas cidades postas em calma e bem de vida vão fazendo o que sempre fizeram; bailes e festas e conversas fúteis sobre quem é que tem mais razão e quem vai vencer o conflito, não sem beber o seu cafezinho, o seu pastel de Belém, e o almoço requintado na hora certa e na mesa recheada. Por esses cantos e paisagens não há freelancers com objectivas que captem tais acontecimentos para no dia seguinte a gente ganhar essa "diferente guerra" de veludo e de bom pasto após leitura do belo trabalho captado e falseado por vezes, que as Redacções requerem e lhes dão espaço e foto manobrada. São assim as guerras de informação e de mentira à mistura, para parecerem verdadeiras na defesa dos Grandes Líderes das contendas assassinas e de outros Continentes, que hão-de aparecer por cima das valas mas bem abrigados, para se apoderarem dos despojos ricos e em bom estado, e a venderem a pomada que guardam a sete chaves junto do "armamento de última geração". Porque não chove neste país é que ainda não se encontrou o culpado da situação, ou então será o mesmo dos males que caem pelos tais céus "caucasianos" que os cossacos deixaram para trás. Certo certo, é que são os russos os maus da fita, neste filme que terá sempre um mau - THE END
-(IMEDIATO:-11.03)
-(DNotícias;- 12.03)
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2022
"O conflito da Crise"
- Em Portugal passam-se coisas do arco da velha. Umas bem badaladas outras deitadas ao esquecimento em forma de prémio ao infractor. Mas é o país que temos e não dá para troca, nem em saldo têm saida. Então não é que quase todos os canais televisivos, que agora parece moda ou praga, enviam repórteres ou jornalistas para capitais europeias de luxo em cada esquina, para fazerem e enviarem trabalho de recolha de notícias sobre o que se passa entre os EUA e a Rússia com a Ucrânia entalada e a servir de pretexto para "guerras antigas ou por sarar", quando podiam fazê-lo desde o Terreiro do Paço e não desde a Bastilha ou a Praça da (dis)Concórdia, pois para dizerem o que dizem ou os mandam dizer, também por cá as notícias estão publicadas no Parisien, Le Monde e outros, que registam o que Macron quer e por cá se vendem, e evitavam deslocar-se para tão longe de tudo e de todos, pois o "teatro de graves operações" bélicas são iguais e os protagonistas são os mesmos sem tirar nem pôr? Só tinham a ganhar com a poupança e todos nós continuávamos "informados" com a contra informação produzida e permitida enviar como se a seriedade estivesse presente. É claro que as "repórteres especiais" perdiam o gozo e o sabor do lugar pacífico e luxuoso e perdiam também a possibilidade de comprar o último grito da moda em vison e não de uma qualquer "burka" do "quartier latin" que por lá se passeia sem querer saber de crises bélicas. Mas a questão, e que os jornais e canais de tv querem para memória futura ter uma razão para dizerem que fizeram, puseram os pés, eles também, que cobriram a tal guerra ou conflito que pode gerar um tiroteio em maior escala que obrigará os países que se esfolam para vencerem com ou sem razão e convencerem o Mundo disso. Tais repórteres e outros média, que se limitam a reproduzir o que lhes mandam os "chefões" de tais meios, que por sua vez obedecem como bons alunos dos que mais podem e mandam de facto, cumprem assim a missão que lhes é encomendada e alinham nas "verdades das mentiras" com que fazem programa e diversão ou confusão, e regressam às suas redacções, depois do nada se ter passado, mais bem vestidos e perspectivas galantes para contar aos seus colegas que ficaram nas redacções de onde nunca saíram, mas que agora as escutam com um brilhozinho nos olhos. Com isso tudo ali em cima das secretárias, vão nos dias seguintes encher páginas e folhetins que os quiosques porão à venda até ficarem amarelos do sol que queima como que saídos das armas que prometiam exterminar povos e nações mais despreocupadas e longínquas. Isto é Portugal, um país que só fala ou emite opinião após terem licença dos "poderosos dólares e outros donos de qualquer gás que ande no ar" quando eu só quero paz, pão e amor. Lacaio é que me recuso a ser!
*-(25-02.-melhorado no JN-e 27.02 no DNotícias)
quinta-feira, 20 de janeiro de 2022
"Pandemia e pouca pândega"
- Se esta crise pandémica não for travada a tempo de deixar entre os vivos alguns idosos, gente de meia idade e até mais jovens, o país não vai ter quem trabalhe o ferro e amanhe a terra, dentro de algumas luas que andam pela escuridão sem brilho. Com tal crise a subsistir e até a teimar que veio para ficar, obrigará a gente a por pés ao caminho e procurar sustento noutras paragens que nos admitam ou de nós precisem. É certo que a crise não está só por cá e ela estende os seus tentáculos e pode apanhar-nos mais além por terras de Espanha e outras. Uma vez que "este parte, aquele parte e todos todos se vão", o país e a Galiza ficam sem homens, que possam cortar e colher o pão de que tanto necessitamos. Cada vez somos menos e pouco criativos para arrefecer este caldo em que estamos mergulhados. As medidas tomadas têm a força e o resultado.que todos ouvimos e lemos no dia-a-dia e são pouco animadoras, e obriga-nos a mil cuidados e não deixa vislumbrar boa saúde. Se tal crise continuar, resta-nos apelar aos imigrantes que andam por aí disfarçados de trabalhadores subsidiados e permitir que venham mais e mais, já que o Orçamento mesmo que chumbado no Parlamento-arco-íris e a barrotar de soluções, há de chegar para distribuir por todos e para mais alguns ainda deitar a mão já rica de tão estendida em épocas de governação-rega-bofe. Os discursos que se elevam no Parlamento têm em conta os "pobrezinhos que chegam por mar e por terra, rcebidos com "amor-e-carinho" esquecendo os velhos miseráveis que vivem por cá a esmolar há séculos, e mais a dívida contraída com os ex-militares que fizeram a Guerra no Ultramar e a quem chamam "combatentes". Estes deserdados sem eira nem beira, desde o seu regresso daquelas paragens africanas, vão continuar a não saber berrar pelo que lhes é devido como o souberam e fizeram os ex retornados hoje bem instalados e caladinhos, conseguido o pretendido e que lhes foi dado segundo as reivindicações feitas desde o Terreiro do Paço. Hoje continuam depauperados e sob a côdea dura os que não berram em manifes justas mas debilitadas porque o desânimo tomou-lhes o lugar e os governantes não lhes "passam cartão", nem para levantarem uma qualquer refeição numa cantina junto a um qualquer posto de vacinação para a fome. Para os "actuais chegados d´outras paragens", a esses é-lhes dado tudo e até bom emprego sem salários em atraso. Por isso também estes não fazem nem precisam de fazer"ondas" no Terreiro do Paço, embora o possam fazer numa outra língua que será bem interpretada pelos governantes de meia-tijela que dizem que cuidam de nós. Preocupados até mais não, mas a culpa é da "pandemia" que sorrateiramente anda de pobre em pobre por barracos e aposentos melhorados com as reformas que os subsidiam e sustentam até caírem para o lado já sem dentes e o caldo frio!*
-(20/01/022 - IMEDIATO)
-(CMª-21/01/022)
-(DNot.29-01-022)
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