Um garoto equipado de azul
Um garoto a quem deram um apito para ajuizar um jogo de futebol que se requer e exige seja sério, fez uma arbitragem aplicando critério que se assemelhou a um trafulha e desvirtuador do resultado verdadeiro e heróico. Se de um lado tivemos um conjunto insular a merecer a heróica vitória conseguida num estádio difícil, que quase sempre é um campo de batalha onde só acaba quando a equipa da casa sai vencedor, nem que para isso vá além do tempo regulamentar com exagero desmedido, do outro, mesmo beneficiando do apito azul, que por vezes se torna dourado, os maritimistas valentes ganharam três pontos que lhe assentam com toda a autoridade e direito. Rui Costa, o ladrão, tudo fez para desvirtuar o resultado construído com esforço e muita qualidade. O tempo extra dado pelo árbitro, à semelhança dos roubos perpetrados até em outras disputas, e os lances anulados ao Marítimo por “aparelho” de medida com alta definição, que anula vantagens aos adversários por 8 e por 9 milímetros com a ajuda do VAR, só foi vencido pela alma e pelo querer da grandioso conjunto da ilha maravilhosa, que veste além mar, as cores lusas. Vitória no Dragão de sublinhar com linha bem vincada, por resultado expressivo e até minguado pelo homem do apito que tudo fez para beneficiar a equipa da casa e pouco ordeira e acatadora dos desfechos que não lhe agradem ou favoreçam, por três golos bem merecidos e que também devem correr mundo, ou chegar além-mar. No final o placard, registou 3-2 para a história da Liga NOS a compensar a equipa do Marítimo sobre o adversário que ali se faz mais difícil com os casos que provoca com objectivos que tentam esmagar a justiça!
- DTK-(08.10.020)
- DN.mdrª.05.10
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