segunda-feira, 22 de julho de 2019
Ilib(id)ado
- Já o meu pai dizia que as mulheres nasceram com um mina de fazer dinheiro. Era apenas uma questão de se abrirem aos apelos a que estão sujeitas e se a tal se dispõem ou se deixam seduzir. O que ele não sabia no seu tempo, e à medida que os tempos avançaram e se mudaram, a mulher criou uma segunda mina, tão desejada quanto a primeira e buraco, primeiro negro, e depois dourado também. Mayorga que o diga, e Cristiano confirme, por quanto é que aqueles buracos negros podem custar. Katherin não lhe quis os olhos, mas assaltou-lhe a conta milionária que o "famoso atleta" possui em vários lugares do mundo e com diversas aplicações rentáveis. Nada se perde, e como quase tudo se transforma, agora em vez de um multimilionário, que gosta de provar frutos exóticos, temos uma milionária que à custa das duas minas que explora, acumulou na sua poupança, uma choruda maquia, que bem gerida dá para qualquer creme amaciador e regenerador das paredes envolvidas durante a escavação a que se sujeitou ou foi sujeita, até retirar uma queixa que corria na justiça sonante. O meu pai ficaria surpreendido se eu lhe contasse com quantas partes do corpo se diverte uma mulher, e como vale a pena explorar as duas minas com que elas nasceram. É de artista, que assim sai ilibado por falta de provas ou nódoas biológicas, escapando à justiça!
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