tentemos novas canções.
Agora que vivemos o depois do adeus,
que vida daremos aos filhos teus e meus?
- Hoje há folclore e celebrações,
discursos até inebriar pagode.
Do Palácio, residência de ilusões,
ilustra-se a esperança, mas ninguém acode;
- A verborreia reina, a demagogia avança,
assim se faz tristeza e saudade;
"Todo o mundo é feito de mudança",
com gente de pouca e de avançada idade;
- Povo que lavas as mágoas,
num caudal de oportunistas,
não deixes mais correr as águas,
que te libertam os olhos, e abrem as vistas!*
-*( o autor, ex oficila milº, há 45 anos, intervinha desde o quartel de Évora. Para nada!)
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