quinta-feira, 28 de março de 2019
Há não Há?
- O presidente do FCPorto, Pinto da Costa, com mais de 60 anos "calabotianos", disse e o JN publicou como é seu hábito e função, que, transcrevemos - "Há quem persista em jogar por fora". É verdade senhor presidente. Tem toda a razão. O presidente eterno dos azuis e brancos sabe do que fala. Ele é o maior Mestre e o mais conhecedor, e experiente, das matérias desportivas, polémicas, e sub. Subversivas, subtefúrgicas, e subreptícias, que envolvem os clubes e alcançam títulos com matreirice, dentro e fora das linhas. As palavras proferidas assentam-lhe como uma luva e ao seu staff. Ou será, luvas? Bom! isto é matéria a que só o "papa" será capaz de responder, em bom porto...guês ou em galego, igual ao que se fala em Santiago de Compostela!
quarta-feira, 27 de março de 2019
As Quinas difíceis
- A Selecção Nacional de Futebol, vive nos dias que correm, uma situação desagradável pelos facto de não ter até ao momento realizado bons resultados nos jogos já efectuados de apuramento para a fase final do Euro 2020, e agarra-se agora a uma esperança que chega da Ucrânia, que lhe pode fazer somar uns pontos que não conseguiu dentro do campo. Mesmo fazendo galardão de possuir nas suas fileiras o alegado melhor jogador do mundo, e arredores, Portugal não mostrou estofo suficiente para se impor aos adversários que lhe saíram na rifa, e anima-se hoje da possibilidade de ser apurado por outra via para seguir em frente na prova, se tiver vencimento a hipotética ilegalidade de um jogador "ucraniano", ainda para o efeito "brasileiro", e ter sido utilizado fora da lei. Há quem chame a esta Operação, tentar ganhar na Secretaria, à custa duma burocracia mal conduzida por um adversário a quem não ganhamos dentro de campo. Mas o que é preciso pensar, é no próximo jogo, que se fará só em setembro. Com dois jogadores no plantel principal, que já têm 34 e 36 anos, Cristiano e Pepe, respectivamente, tais elementos que agora já correm para o lado e procuram zonas protectoras com sombra, ou de recolhimento e defesa, mas dentro do ângulo de captação da imagem, quando chegarem ao próximo embate com a Sérvia, terão mais de meio ano de velhice em cima dos costados. E se já não têm a velocidade de outrora, eu pergunto se o seleccionador da equipa das Quinas, vai chamar o Bruno Alves para reforço? É que ele ainda está no activo e que se saiba sem lesão alguma, que sirva de desculpa pela má prestação que possa fazer. O conjunto destes atletas, até ajudará a termos um seleccionado com mais experiência e capaz de em outubro, daqui a 7 meses, batermos em Alvalade o Luxemburgo, com a mesma facilidade com que o Fernando Santos disse, que ganharíamos a todos que nos enfrentam. Um homem de fé. Santa léria!*
-*("IMEDIATO"-29.03)
-*(Dtk.01-04-019)
terça-feira, 26 de março de 2019
"Selecção e arranjo"
- O Seleccionador da equipa das Quinas, a fim de suavizar o desaire que liderou no Estádio da Luz, pode dizer o que quiser, com mais ou menos tiques e esticanços de pescoço, e apertando no bolso a santinha escondida - que foi convidado pelo árbitro da "partida", a ir ver o lance que Santos reclama ser penalti. É a palavra dele sem qualquer garantia que seja verdade. Nós entendemos, que não há juiz de jogo algum que recorra a tanta simpatia para com um dos intervenientes, ainda menos com aquele que entende ser o lesado, e para pedir-lhe desculpa. Fernando Santos, está a delirar depois de ter sonhado com duas vitórias nos dois jogos efectuados, mas que só lhe renderam dois pontos. A gente acreditará na sua versão, se ele mostrar gravação e vídeo, tal como o Vítor "Catão" no seu "diálogo com o Boaventura". Dispensamos o acompanhamento à "tourada", assim que ele o provar, que as coisas se passaram tal como ele diz, em jeito de desculpa de mau pagador, e para adepto ouvir. Quando o insucesso e a falta de qualidade entra em campo, o cão é que paga. Com ou sem apito e VAR, mais a dona Dolores a dar palpites certeiros, numa zona VIP!*
-*(DN.mdrª:27.03)
-*(DN.mdrª:27.03)
sexta-feira, 22 de março de 2019
Regionalizar? Sim. Para roubar!
- Para se escrever qualquer coisa sobre regionalização, é suficiente dominar algumas palavras, e enfiá-las num alegado têxto, venha ele rabiscado por uma qualquer "felisbela da universidade de lanhelas, ou de uma gabriela de cravo e canela" na lapela. E as palavras a aplicar como decoração, e a fazer de conta que dizem algum sentido, são - centralização, assimetrias, desequilíbrios, reforma administrativa, atraso regional, polos, marasmo, capital, etc. ou como no poema de Vinícius, lalalarálá. Há de facto nesta aposta, alguns "poetas e intelectuais", que querem dividir o que é já pequeno, menor que qualquer Estado americano, ou região de Espanha, e fácil de governar, para reinar e ainda mais roubar. Se a corrupção está bem enraizada nas autarquias, desde o coveiro ao presidente, e nas instituições e Organismos geridos pelos nomeados da seita municipal e autárquica, reflictam só no que seria passar-lhes mais poderes para a ponta da caneta e para os colectivos de decisão, das vereações e variações familiares, que por lá assentaram bivaque de luxo, com boa cobertura e à prova de tudo. Quando alguém ou suposto especialista em balelas regionais, e falar em, país, deve pensar de que país, fala e que tamanho ele tem, para perceber se aquele que está sem estraçalhar, é ou não, governável com gente séria, íntegra, apostada em servi-lo, e que combata a corrupção, ou se é preferível entregá-lo aos mesmos que dele se servem com faca e garfo com chauffeur privé à porta, a entregar-lhe o saco, e o envelope do empreiteiro ou de "benemérito idêntico" contratados sob concurso suspeito. O que nós precisamos é de governantes nas Direcções diversas e até das de Turismo, que digam não, à corrupção. De resto deixem o país em paz e inaugurem Obra com o Orçamento que lhes cabe, que bem gerido e melhor aplicado, até sobra para jantaradas à mesa fina, aonde cabe toda a família e os idosos para enfeitar ou mandados a passear para verem santos e amêndoas em flor. Eu dispenso bem ricos ilícitos à minha porta!
quinta-feira, 21 de março de 2019
Imprensa "livre"!
- Hoje, este ou aquele jornal, normalmente apoiante do branqueamento de assunto indesejado, tem por costume dar grande relevo e oferecer gigante capa e notícia, mal ele dê um track por onde ande, ao rapaz da Madeira e chutador às redes da bola, e desentupidor(!) de canais de fêmeas, que lhe valem algum incómodo, até policial ou criminal. Mas hoje verificamos que o personagem condecorado e "que enche de orgulho um povo", é notícia escondida na página das "Últimas" do JN, porque o assunto não colhe alargado apoio, nem merece palmas, nem selfie ou telefonema do sr. Rebelo de Belém. Diz a notícia envergonhada, que a Juventus evita EUA para proteger CR7...O "The New York Times, revela que a organização decidiu deslocar a Juventus dos EUA para a Ásia, eliminando assim o risco de detenção do internacional português". Fica bem claro o posicionamento de independência, neutralidade, e liberdade, dos jornais que apaparicam o suposto violador que foge à polícia, e se refugia na ajuda das redacções da nossa "democrática imprensa". Que quando o tema merece parangonas, elas logo ilustram as capas, mas se o caso é controverso e inconveniente, é atirado para o fundo e para o canto, de maneira a passar por fora do jogo. Portugal no seu melhor. Talvez por hoje ser Dia Mundial da Poesia, em vez de se falar de Mayorga devamos lembrar Torga!
quarta-feira, 20 de março de 2019
"Os mouras do nosso país"- tréplica
-(resposta à leitora Conceição Pereira, que se insurge no DN.mdrª contra a n. opinião ontem publicada)
- Uma leitora do DNotícias, acto louvável, identificada e sobretudo disparatada, vem prestar socorro ao jurássico Secretário-Geral da Fenprof, e insurgir-se contra o autor da carta-opinião por nós expressa, nesse jornal nacional. Tenta a insurgente, rematar a sua verborreia, no que a mim se refere, com uma frase rebuscada, proferida por outro dirigente do cartel sindical, agremiação aonde ela parece se incorporar, que afirmou em tempos velhos, " se a educação é cara, experimente-se a ignorância". Expôs assim a sua. O que ela bebe sempre que vai a bailar num desfile de cartazes, quando toda risos, marcha no folclore do tambor e gaitadas. Eu, que já de lá vim, ainda a Conceição não dava pêras, digo-lhe que o que torna a Educação cara, são os parasitas que por lá enxameiam as manifes mais diversas e díspares, que o tal Mário encabeça profissionalmente, no cartaz e de peito feito, legendado. A Conceição, que não é santa nem virgem, sem t-shirt nem soutien, que o clima da ilha favorece e lhe dispensa o uso, certamente que não se recorda nos primeiros dez minutos que lhe dou, para nos dizer quem foi o anterior Secretário-Geral da turbulência no Ensino, sem recurso às plataformas modernas, que esclarecem os ignorantes e preguiçosos. Se se lembrar no minuto primeiro, ganha um prémio, que será o de conhecer-me ao vivo. Mas de mim, e correspondendo à sua curiosidade em conhecer-me, informo-a, que sou um rapaz já curtido, activo, que adora energicamente, "os dois lados do seu triângulo, que lhe publicitam o seu vértice". É claro que tal polígono, terá que estar em bom estado e permitir boa articulação. Caso contrário, eu não posso iniciar nem acabar a lição sobre a matéria programada para hoje - "parasitas históricos e bolorentos"!
sexta-feira, 15 de março de 2019
FCPorto-3vsMarítimo-0
- É difícil aceitar que no futebol português ao maior nível, haja justiça, e a verdade desportiva entre em campo e saia dispensada de críticas. No jogo realizado no estádio do Dragão, das três equipas ocupadas no seu ofício para mostrarem rendimento com qualidade e de forma a serem elogiadas, o árbitro Capela, mais uma vez, portou-se mal, e merece nota negativa pelo trabalho exibido perante os olhares de quem viu, e analisou a sua prestação no jogo que opôs a equipa da casa, o FCPorto que não necessitava do reforço do homem do apito, e a equipa insular, o Marítimo, que dispensava bem, ser prejudicada, mal o jogo se iniciou. Vá-se lá saber qual foi a forte razão, o louvável critério, para que mostrasse o cartão vermelho ao jogador do Marítimo, reduzindo-a a dez elementos, num lance que apenas se justificava o cartão da cor dos coletes que se manifestam ruidosamente em Paris. É claro que a equipa forasteira, diminuída logo à entrada pela diferença de estatuto e de cifrões, não pôde disputar o encontro de igual para igual a partir dessa colorida e infeliz medida. Entre equipas deste calibre, em que 11 de uma equipa à entrada, já não é igual ao 11 da outra que os enfrentam, a suspeita levanta-se e ganha forma, quando o árbitro tira do bolso a incompetência, e mostra o cartão vermelho indevidamente e mandando tomar banho mais cedo um jogador logo aos primeiros minutos, castigando a equipa insular com tal severa punição, a que se somou um penalti polémico, apressando-lhe a derrota e negando-lhe a disputa por um bom resultado para melhor classificação na tabela. Assim vai a verdade desportiva, tão reclamada e tão mal defendida, também por um VAR que tão mal ajudou o nervoso Capela. Mas ambos fizeram um tão mau coro, que não se perderá por entre os adeptos que se manifestarão nas ruas do Funchal, com razão. Com ou sem colete verde-rubro às riscas, e sem lançarem pedras da calçada, aos macrons do nosso Futebol!*
-*(DN.mrª18-03)
-*(DN.mrª18-03)
Contras
- Na Venezuela, Guaidó, o rebelde contra Maduro, está prestes a bater Mário Nogueira, líder sindical da Fenprof em Portugal, quanto a marcar e participar em manifestações contra o governo legítimo. Não usa é tantas t-shirts, com palavras de ordem, "revolucionárias e mobilizadoras", gravadas na frente e pelas costas. O sindicalista, tal como o venezuelano, já não vão ao trabalho há tanto tempo, que já só devem saber protestar e dividir. Tudo, é claro, a bem da democracia e da liberdade, e melhores salários. Uns para comprar pão, outros para uns anéis mais. Do Mário, era interessante ainda saber aonde ele armazena tanta camiseta diferente, e o outro tanta gravata. É que para ambas as coisas é preciso que alguém as pague, independentemente da geografia por onde se exibem. Ambos sabem a lição, que quem não berra não mama!*
-*(DN.mdrª+Destak-19.03)
-*(Sábado-28.03)
-*(DN.mdrª+Destak-19.03)
-*(Sábado-28.03)
quinta-feira, 14 de março de 2019
Circum navegação
- Um jornal castelhano, publica a mando, em busca de publicidade a bom preço e sem risco, reclamação, para a Coroa de Espanha, a autoria de todo o plano da heróica viagem de Circum-navegação, quase totalmente levada a cabo por Fernão de Magalhães, navegador lusitano sem contestação. 500 anos depois, parece que os castelhanos andam indispostos pela ondulação histórica, e nauseados com tamanho feito da ciência de navegação portuguesa, por mares exaltados. E embora tenham nela participado através do marinheiro Juan Sebastián, também explorador, querem só para si todos os louros da façanha, ou mandá-la pelo El Cano. Cremos que é areia e água a mais nos porões, onde seguiam ainda, ratos, de um país com uma Real Academia de História, que só conhece as 3 primeiras letras do abecedário e de um jornal - o ABC;*
-*pbcd.in Público.14.03
* " DTK. 14.03
-* " DN.mdrª15.03
-*JN-28.03(adultrdº)
-* " DN.mdrª15.03
-*JN-28.03(adultrdº)
Área de anexos
terça-feira, 12 de março de 2019
SLBfca 2 vs Os Belenenses 2
- O travão provocado pela equipa adversária, que se apresentou no estádio da Luz com novo emblema na camisola que veste os Belenenses, parece que também prenuncia um mau agoiro, para a equipa que liderava a Liga portuguesa, até antes da vitória do FCPorto sobre os azuis do Feirense, e que passou o fim de semana na frente da tabela à condição, e sem precisar de subir à estilizada Torre simbólica, de Belém, nem a qualquer cesto da gávea por ali ancorada, para ver o descalabro exibicional dos encarnados, que após estarem a ganhar por dois golos deixaram-se abater pelo frangalhão do grego Odisseias, e de seguida pelo mau atraso do defesa Ruben, permitindo deste jeito que a equipa dos azuis do Restelo chegassem à igualdade, e que não mais a largaram, até que se ouvisse o apito do Capela e o grito das ninfas do Tejo, a anunciar o fim da partida. A substituição da Cruz de Cristo pela Torre que simboliza os grandes feitos dos nossos marinheiros, no equipamento dos Belenenses, deu resultado, traduzido no saque de dois pontos ao SLBenfica, que era a suposta vantagem embarcada no casco, até disputar esta outra partida, mas agora, de futebol, que resultou em naufrágio para o emblema da águia. Algum agoiro parece ter surgido, e agitaram-se de novo os adamastores que fazem mexer a classificação, que se verificava, e prenuncia águas agitadas até ao fim na conquista da glória, que é chegar ao título. Ou recuperar o feito perdido na época anterior, ganho pelo rival do Norte, que carrega a bússola bem orientada e que não costuma deixar desarmar-se, mas dar luta por terra e mar, de modo a chegar a sabido "porto". O azul pareceu dominante nesta jornada. Laje bateu na rocha; *
- (pbcd.DTK+DNmdr+CM-13.03)
- (pbcd.DTK+DNmdr+CM-13.03)
domingo, 10 de março de 2019
Os facínoras da humanidade
-"Basta ya"
- Os sucessivos boicotes dos "polícias do Mundo" e maiores ambiciosos das riquezas alheias, instaladores das instabilidades políticas e económicas de parte considerável dos países, os Estados Unidos, vieram tornar mais claro, em que consiste a sua ajuda humanitária à Venezuela. Por dentro das medidas castigadoras impostas ao governo bolivariano de Maduro, estão os cortes de luz, ao povo, ao campo e à cidade. Mas mais graves se tornam estas sanções, saídas da "luminosa" governação ianque, se pensarmos nas consequências que elas provocam. E elas são para isso mesmo. Ao privarem de energia o território que alimenta as estruturas em toda a sua extensão, apagam a vida dos que dependem dela, dentro dos hospitais e diversas unidades de saúde, bem como a refrigeração dos equipamentos que conservam bens, alimentos, medicamentos, indústria e todo o sector laboral. O que produz. O que põe as rodas em movimento, muito ou pouco. A tão badalada "ajuda humanitária" dos inimigos do norte imperialista, aos povos de todo aquele continente em geral, e agora a este que está na berra e na bicha, que chega carregada de ódio às fronteiras da Venezuela, e pela mão interina do seu pau-mandado, ainda na adolescência, e que não quer largar o biberão onde se habituou a mamar, e que ainda mama salário e bom rendimento, sabe-se lá pago ou depositado por quem, e por onde quer que ande em rodagem, longe do trabalho que largou, fica bem claro sob o efeito dos cortes de luz, que o deixam à mercê de um choque, dos agora amigos interesseiros, que se servem dele, mas que mais cedo ou mais tarde o curto-circuitam, num ajuste de contas por favores exportados e minados, sob camuflagem. Há muito que é assim. Basta ele, se chegado ao poder, não mantivesse a posição corcunda, que caracteriza este género de marioneta, para logo o descartarem, e substituí-lo por outro, "sujeito". De fatinho terno. Nunca de fato macaco e de grandes bigodes. Atahualpa Yupanki, (argentino) se estivesse entre nós, a canção que se ouviria, seria, "Basta ya, que o yankee mande", e que desimpeça o caminho do povo venezuelano. "Basta ya"!*
-*(JN-05.04/resumo/intervencionado)
-*(JN-05.04/resumo/intervencionado)
quinta-feira, 7 de março de 2019
Transcrição
Sexo: nasço com ele ou constroem-mo?
“On ne naît pas femme, on le devient” ( Simone de Beauvoir)
Confesso publicamente, o que nunca pus em dúvida, que nasci sexuado, como toda a gente: na morfologia, na herança cromossómica, na bioquímica… Nasci assim, porque pertenço a uma espécie, Homo sapiens, que é gonocórica (tem o sexo em indivíduos distintos contrariamente aos hermafroditas) quer se queira quer não. Assim, na nossa espécie, é-se por nascimento, macho ou fêmea. E não há machos que são fêmeas ou fêmeas que são machos. Além disso, e para sublinhar esta característica, a nossa espécie apresenta um dimorfismo sexual nítido. A Natureza tem destas coisas. E são factos científicos que só obscurantismo ideológico quer dizer e impor o contrário.
Na espécie humana ou se nasce homem ou mulher, que é assim que chamamos ao macho e à fêmea desta espécie. E não são os olhares dos outros ou as diferentes culturas que nos tornam machos e fêmeas.
“Não se nasce mulher, tornamo-nos mulher”, segundo a bem conhecida frase da existencialista francesa, companheira de outro existencialista francês, Jean Paul Sartre. A mesma autora que assinou um manifesto, “A Idade da Razão”, em que se defendia que não deveria haver idade mínima para se consentirem relações sexuais, uma verdadeira apologia da agora tão falada pedofilia que em Simone de Beauvoir e comparsas não merecem reprovação (se fossem padres ou freiras, outro galo cantaria!).
Nasce-se mulher.
Nasce-se homem.
Ser homem ou ser mulher não é um sentimento flexível e optativo. É uma condição biológica e antropológica.
Só o desprezo pela Ciência, ignorância e ideologia podem afirmar o contrário. Malabarismos ideológicos em moda querem impor-nos antropologias diferentes. A guerra está declarada contra a Ciência pela chamada “Ideologia do Género” de que Simone de Beauvoir foi pioneira na sua promoção.
E a moda está a impor uma cultura de “pernas para o ar”, perante o silêncio e a aquiescência de quem nunca deveria calar-se em denunciar este atropelo severo e subversivo da humanidade. Está já em marcha uma profunda e radical revolução, a revolução do “género”. Uma revolução fundada numa verdadeira falsidade. E podemos calar e ficar indiferentes?
Não é mulher quem quer mas quem assim nasce. Pode imitar, simular …
Não é homem quem quer mas quem assim nasce. Pode imitar, simular …
Pode haver, e há, mulheres e homens que não querem aceitar a sua identidade biológica e as suas consequências. Tal não modifica a sua identidade biológica (já alguém viu uma mulher com cancro na próstata ou homem com cancro no útero?), as suas hormonas, a distribuição dos pelos… Bem sei que as preferências pelo exercício e prática sexuais podem ser diferentes dos que lhe são inerentes, mas isso são práticas que contrariam a natureza e as trocam por prazeres e ilusão do que fingem ser: o homem e a mulher, e só eles, são complementares do ponto de vista sexual. Basta olhar para a anatomia de cada um como é mais do que evidente essa complementaridade. Há uma dualidade complementar: homem e mulher.
Esta dualidade é fundamento da espécie e é-lhe inerente. Pode haver simulações, e há, mas não passam disso. A Ciência moderna e as tecnologias médicas podem fazer muitas modificações na natureza e “construir” outra anatomia, mas não conseguem modificar, por exemplo, a arquitectura cromossómica e forçam artificialmente a alteração da bioquímica da espécie. Distorcem os fundamentos da Biologia. Dizer o contrário é obscurantismo que só a ideologia não quer ver.
Já se viu, por exemplo, o que se passa com outros animais como o peru ou o pavão, como a diferença na dualidade tão distinta é para a complementaridade!
Concluindo, abreviadamente: nasci homem e não foi nem a cultura nem a educação que me fizeram homem, ajudaram-me a sê-lo e a sentir- me bem com a minha identidade. Nem foi a sociedade e a cultura “ retrógrada” que me fizeram homem. Nasci homem. Não me tornei homem!
segunda-feira, 4 de março de 2019
O caso Las Vegas
Segundo o Daily Mail, as autoridades de Justiça e advogados defensores da beldade enrabada, não conseguem notificar CR 7, e tudo indica que ele ande a monte a fugir ao caso Mayorga, que se ergueu em Las Vegas, numa noite de pândega e de excessos abusivos, alcool e dinheiro a rodos. Também de acordo com o Daily, o clube de Tourino, tem-no resguardado ou protegido, enfiando-o talvez numa casa de banho, que é o lugar aonde todo aquele que espalha cheiros caros, melhor se esconde e se sente à vontade ou a descarregá-la. A nós não nos parece assim tão difícil proceder à sua notificação, uma vez que é sabido o calendário dos jogos, aonde ele é presença certa. A vontade é que parece ser pouca e controlada por quem pode. Em Itália, há organizações fora da lei, que tratam o Estado sem respeito, como o soube fazer e contornar Al Capone. A bela Katheryn ofendida e dorida, vai ter que aguardar na posição dobrada a que foi obrigada aguentar sobre o rico colchão, para desenlaçar o caso em que apostou vencer, arrecadando mais uns cobres, para não perder tudo, e fingir que segue virgem. Este tipo de vitória não lhe será fácil obter, e quando muito poderá bater-se apenas por um empate, para não sair mais entalada do que saiu da dança aventureira ou leviana em que se meteu no apartamento luxuoso de Cristiano. A favor do crack, estão as medalhas ao peito e o folclórico Marcelo a aplaudir e a telefonar-lhe para mais uma selfie, a dar-lhe alento e tusa-lusa, para não falhar o alvo na hora da cena a contar para a fama. Já Kath Mayorga vai ter de aplicar a indemnização na esteticista e massagista, ou cirurgião plástico, para refazer e para reconstruir o tecido que rompeu, ou alargou até que o goleador ficasse em fora de jogo ou após marcar o penalti e acertar na baliza desgovernada. Mas fazer prova agora sem VAR, e segundo Mário Nogueira, da Fenprof, após x anos, tantos meses e alguns dias, mais difícil se torna. Pelo juiz Neto de. Moura, bem ele se safava!
sábado, 2 de março de 2019
FCPorto 1 vs SLBenfica 2
- Num jogo importante, disputado no difícil Estádio do Dragão, na cidade que diz fazer das tripas coração, e até onde se comem com paixão, o clube da casa colocou-se em vantagem no marcador com um golo no mínimo polémico. O encarnados, agora em posição de maior afastamento do líder na tabela se não tomasse vontade de virar o resultado, foi à procura do golo do empate, o que veio a acontecer ainda na primeira parte. Atingido o intervalo, nesta situação, o jogo foi reatado, e os da capital, chegaram ao golo, que poderá ser o que definirá o campeão da Liga NOS. Reduzidos a 10 por expulsão de Gabriel, mostrado que lhe foi o 2º amarelo e o vermelho em consequência disso, o SLBenfica soube guardar até ao fim, a vantagem brilhantemente conseguida. Um FCPorto que apostou na quezília e na desestabilização da equipa do Benfica nos minutos finais, mas sem êxito. Das três equipas em campo, duas formações portaram-se como se esperava e guerrearam-se com as armas habituais, e a equipa de arbitragem conseguiu ser a pior ao validar o 1º golo aos azuis e brancos, e não ter exibido os cartões com bom critério, o que também não surpreende. Vitória justa dos benfiquistas, que regressam ao lugar da frente na tabela classificativa, de que tinham saudades, e coloca os portistas agora a dois pontos de distância, lugar que há muito não recordavam. Ganhar na cidade Invicta e naquele ambiente, feito de uma massa adepta musculada, e que ferve pelo seu clube até borbulhar, é obra, que deve ser aplaudida.*
-*(DN.mdrª05.04)
-*(DN.mdrª05.04)
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