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Aquela cara não me era estranha.
No entanto eu perguntei:
- quem és tu rapaz pequeno,
acabado de chegar?
- ele responde com paz tamanha:
- sou aquele que não sei
para onde vou nem donde venha;
- E assim desse lugar
que ocultas ter chegado,
sem nome nem senha,
o que vens cá fazer?
- Vim somente p´ra te ver,
e não seres mais sombra estranha;
- Foi então que por mim dei
mudo, com o olhar embargado,
a ver o Artur- nome de Rei!


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