Não importa como vai acabar o jogo entre o seleccionado holandês e a Selecção das Quinas. O que se viu nesta 1.ª parte, confirma tudo o que dissemos quanto ao jogo que Portugal realizou contra o Egipto. Portugal não dá uma p´ra caixa e o seu ídolo, confirma, que não vale o dedo mindinho do pé de Messi. Ele no entanto bem se esforça e isso é meritório. Falta-lhe porém a seu lado, os municiadores que o beneficiam e lhe proporcionam o êxito e a fama de que ele goza. Tal como no jogo contra o seleccionado dos faraós, sempre que ele toca na bola, não entra nada mas sai asneira e palha. Não é capaz sequer de um passe certo. Mas a sua expressão facial, é de craque, para burlar o freguês da bancada, que se enrola no cachecol e abana a bandeira verde-rubra. Quem percebe de bola e andou lá dentro, constata esta verdade. Notável, é ainda estar atento ao esforço que fazem os comentadores para justificar o falhanço também notável do “melhor do mundo”. Tais comentadores começam a tecer um discurso e a explicar o insucesso da Selecção das Quinas e acabam a dizer exactamente o contrário. Parecem cataventos. Compreende-se o seu lusitanismo e nacionalismo, e devem ver futebol com o olho cego. Sim. Aquele que recorre ao papel higiénico. A sorte talvez regresse nesta 2.ª parte e até ao lavar dos cestos é vindima, e o resultado possa inverter-se tal como aconteceu com o Egipto. A nós parece-nos ser difícil, o cenário repetir-se. Mas quem tem o “melhor do mundo”, tudo é possível. A não ser que tenha ficado a conversar com a Sofia!
Joaquim A. Moura*