Ao que parece, por cá não se aprecia que um Homem se assuma na hora de o
fazer. Por tal razão se diz que quem não se sente não é filho de boa gente.
Vai daí um sociólogo e um cronista, ambos bem conhecidos na praça do peixe
podre e de maldizer, com bancada em pedra tosca num jornal aceite como limpo,
abrigados por detrás do biombo da liberdade de expressão, julgam poder ofender
com a pena afiada e impúdica, quem lhes não presta favores, não os reconhece, e
não lhes dá conversa mole. No entanto tais provocadores, julgando-se
merecedores de importância no meio cultural e intelectual, um como sociólogo, e
outro como historiador do faz-de-conta, mas cuja "importância" só é
reconhecida na capital parola e povoada por filhos de provincianos, a saber-
Augusto M.Seabra -A.M.S. e Vasco Pulido Valente -V.P.V. torturam-se há alguns
anos a tentar vingar-se desde esse "tempo velho" que os traz
enraivecidos, contra um homem que já foi ex. de várias coisas que os incomodou,
e que é hoje ministro da Cultura, que os perturba em contínuo. Às ofensas, o
Homem, João Soares -J.S. respondeu como só os Homens sabem fazê-lo no tempo
certo, mesmo que ao nascer do dia, e quem sabe se ainda em pijama, e no
Facebook, e não de fato e gravata em algum gabinete ministerial e em papel
timbrado. Oficial. No entanto, saltaram à praça, logo uns comparsas desses dois
vilões da escrita da má criação, aonde revelam as suas frustrações. São de
reprovar as análises feitas pela família Costa - um 1º ministro, e outro chefe
do jornal Expresso, que vieram tornar um caso entre pessoas desavindas, num
caso político quase de Estado, ao pronunciarem-se no estilo(!) como o fizeram.
Erro crasso. Nada mais falso, embora tal atitude errada, beneficie os
provocadores de língua e de pena bífida. Estes polémicos, caquéticos
articulistas que a direita tanto aprecia, que agora se acham vítimas do ataque
de João Soares, que demonstrou coragem como só no sec.XIX e Camiliano se era
capaz de tornar resolvido, à bengalada ou à ripeirada, e que ainda hoje se tais
maldizentes ousassem fazê-lo por cá, no norte, logo haveriam de experimentar
tal método "salutar", pois por cá ainda resistem os que conservam a honra
e a dignidade, e a não dependuraram atrás da porta. Com uma diferença em
relação à "sentença" feita por J.S. Nós bofetamos primeiro e
prometemos fazê-lo depois. E não haveríamos de ter em consideração as
debilidades, e fragilidades físicas, quer de um quer de outro, pois eles também
não as demonstraram no acto de ofender quem muito bem lhes apeteceu ofender,
nos termos tornados “públicos” e que todos sabemos. Esse biombo de onde
pretendem agora tirar piedade, e em que se escondem agora, levantando a
bandeira da liberdade de opinião e de expressão, que serve de pretexto para
esgrimir contra J.S. aqui de nada lhes valeria. Levavam as que tinham de levar
e ficavam com elas para contar aos netos. Se tiveram "no tempo novo",
capacidade e com quê para os ter. Bravo João Soares, só pelo susto que lhes
pregastes, embora nos saiba a pouco!
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